sábado, 30 de julho de 2011

SURRAR OU NÃO SURRAR OS FILHOS?

Castigar ou Não Castigar?

O que a Palavra de Deus tem a dizer sobre o modo como os pais devem disciplinar seus filhos?

Recentemente esteve no noticiário por causa de uma legislação que foi proposta que proíbe os pais de aplicarem castigos físicos em seus filhos. Chamou a atenção da mídia nacional a considerável discordância pública que a proposta gerou. Aparentemente, essa reação vinda de um Estado que é conhecido por manter posições muito 'progressistas' nas questões sociais veio como uma surpresa!

Minha reação a essa notícia é: "Louvado seja o Senhor!" por aqueles cidadãos que tiveram bom senso o suficiente para defender firmemente essa posição. As crianças são presentes maravilhosos de Deus, mas todas elas nascem com uma determinação obstinada para fazer as coisas do seu próprio modo. Elas são totalmente centradas em si mesmas por causa da natureza pecaminosa que herdaram de Adão, de modo que não aprendem como pecar — é algo que vem naturalmente! Se você duvida dessa minha afirmação, simplesmente pergunte a si mesmo por que todos os bebês normais algumas vezes choram como se algo pavoroso estivesse acontecendo e se calam imediatamente quando a mamãe ou o papai os pegam no colo? Eles sabem instintivamente que esse comportamento produzirá o resultado desejado! É por isso que sempre digo (e somente parcialmente por brincadeira) que as crianças nascem neste mundo já formadas em Psicologia.

Portanto, embora o nível de determinação/obstinação varie de acordo com cada criança, todas precisam ser submetidas a uma disciplina amorosa para que possam se tornar adultos responsáveis e submissos às leis. Algumas crianças respondem positivamente a um mínimo de correção, mas a vasta maioria precisa ser forçada a aderir às normas da sociedade civilizada porque o comportamento disciplinado é contrário à própria natureza delas.

"A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe." [Provérbios 29:15].

A Bíblia contém a sabedoria destilada ao longo dos séculos e traz inúmeras citações como esta acima. Como os escritores das Escrituras foram inspirados por Deus, todos esses princípios e preceitos vieram diretamente Dele.

"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra." [2 Timóteo 3:16-17].


Mas,devemos dar ouvidos às seguintes exortações para usar os castigos físicos de uma maneira prudente e amorosa. Elas foram dadas por Salomão que, com a única exceção de Jesus Cristo, foi o homem mais sábio que já viveu. E elas são muito explícitas sobre como os pais devem corrigir uma criança desobediente:

"O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga." [Provérbios 13:24].

"Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar." [Provérbios 19:18].

"A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela." [Provérbios 22:15].

"Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno." [Provérbios 23:13-14].

"Castiga o teu filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma." [Provérbios 29:17].

Uma vez que uma criança seja crescida o suficiente para compreender o significado da palavra "Não", ela já pode receber alguns tapas nas palmas das mãos (e mais tarde, em suas nádegas, os grandes músculos glúteos). Milhares de anos de experiência acumulada estão por trás do princípio que a aplicação de dor superficial produz resultados positivos que não são esquecidos rapidamente, enquanto que as tentativas de arrazoar com elas invariavelmente precisam ser repetidas muitas vezes — um processo que produz um sucesso mínimo, na melhor das hipóteses. Mas por que você supõe que isto acontece? Elas são incapazes de compreender as exigências dos pais? Não! A resposta simples é que até as melhores e mais brilhantes crianças são insensatas! Elas nascem com uma determinação egoísta de fazer todas as coisas do seu próprio modo e o conceito de comportamento inaceitável precisa ser forçado sobre elas para que obedeçam.

O processo de ensinar uma criança a ter a disciplina apropriada é muito similar ao de domar um cavalo. Embora alguns domadores tenham a capacidade de amansar cavalos selvagens e montar neles, a vasta maioria dos cavalos somente aceita ser cavalgada após ter sido forçada à submissão. Quando a sela é colocada sobre seus dorsos, eles rincham, empinam e dão coices, tentando de todas as maneiras derrubar o cavaleiro. Então, quando finalmente torna-se óbvio para o cavalo que esforços adicionais são inúteis, ele cessa o comportamento indesejável e se submete. Portanto, o objetivo de infligir um pouco de dor e desconforto é domar a vontade do cavalo, sem domar seu espírito. Embora alguns continuarão a testar a vontade de seus cavaleiros, saltando e empinando inesperadamente, na maioria dos casos basta a aplicação da disciplina uma vez para fazer com que eles se tornem animais úteis e confiáveis.

Similarmente, vencer a determinação obstinada de uma criança deve ser feito até o ponto em que a ameaça de aplicar os castigos físicos produza a obediência. Como é o caso com os cavalos, a disciplina imposta de forma adequada dificilmente precisa ser repetida com freqüência.

Os pais amorosos não apreciam ter de infligir dor em seus filhos. Mas o que faz mais sentido — alguns castigos que resultam em um filho/filha obediente e respeitoso(a), ou vários anos de confrontações "Amo demais meu filho/filha para bater nele/nela?" em que a ênfase está na negociação e não na autoridade dos pais? Que Deus tenha misericórdia de nós, porque a última abordagem tem prevalecido nos últimos cinqüenta anos e o conceito de família está despedaçado.

Os oponentes do uso dos castigos físicos quase sempre usam o termo "surrar" ao argumentar suas posições por que querem nos fazer acreditar que ambos os termos sejam sinônimos. Para sermos justos e equilibrados no que se refere ao assunto, devemos observar que as notícias continuam a citar diversos casos em que crianças são surradas e sofrem abusos. Mas nesses casos, a instrução de Provérbios 19:18 (citada anteriormente) não está sendo seguida e, freqüentemente, isso leva ao ódio contra os pais e ao comportamento infrator mais tarde. Qual é a diferença essencial entre bater em uma criança e espancá-la? Fundamentalmente, a diferença está no nível e no local em que o castigo é aplicado. Obviamente, dar alguns tapinhas na palma da mão de um bebê é muito diferente de esmurrá-lo na face com os punhos cerrados. Bater no bumbum de uma criança usando a palma das mãos ou uma vara não deve ser comparado a quebrar seus braços ou pernas. Bater no bumbum ou nas pernas de uma criança mais velha com um cinto de couro não é o mesmo que bater em suas costas ou na cabeça usando um taco de beisebol. Os primeiros métodos apenas infligem dor superficial e momentânea, enquanto os últimos são realmente espancamentos e podem resultar em ferimentos severos e até em morte. O objetivo e limite do castigo deve ser o de causar uma sensação dolorosa e desagradável — em um nível que a criança não queira experimentá-la outra vez.

Pouquíssimas crianças já foram prejudicadas fisicamente pela aplicação correta dos castigos físicos e muitos milhões foram grandemente ajudadas. Sei que isto é verdade por experiência própria. Um temor sadio e respeito pela autoridade dos pais foram instilados dentro de mim bem cedo. Guardo com carinho as memórias de um pai e uma mãe que amaram seu filho único o suficiente para fazê-lo ser obediente.

Os seguintes exemplos do que Deus tem a dizer sobre crianças obstinadamente desobedientes podem surpreender algumas pessoas:

"O que ferir a seu pai, ou a sua mãe, certamente será morto." [Êxodo 21:15].

"E quem amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, certamente será morto." [Êxodo 21:17].

"Quando alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedecer à voz de seu pai e à voz de sua mãe, e, castigando-o eles, lhes não der ouvidos, então seu pai e sua mãe pegarão nele, e o levarão aos anciãos da sua cidade, e à porta do seu lugar; e dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz; é um comilão e um beberrão. Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra; e tirarás o mal do meio de ti, e todo o Israel ouvirá e temerá." [Deuteronômio 21:18-21].

"Maldito aquele que desprezar a seu pai ou a sua mãe. E todo o povo dirá: Amém." [Deuteronômio 27:16].

"Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá." [Mateus 15:4].

É trágico, mas como nação temos ouvido o conselho de "especialistas", em vez de a Palavra de Deus, no que se refere ao modo de educar as crianças e nossas prisões lotadas são um testemunho desse fato. Portanto, se você realmente deseja o bem de seus filhos, é imperativo que eles aprendam desde cedo a obedecer prontamente e sem demonstrar uma atitude rebelde.Excelente semana a todos!!!!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Os Querubins da Arca da Aliança - Indicação para Adorarmos Imagens?

Os Querubins da Arca da Aliança - Indicação para Adorarmos Imagens?

"As imagens dos querubins na arca do concerto não eram adoradas (Êx 25.18). Não eram padroeiras dos hebreus, não intercediam por eles, nem eram a recordação de alguém que eles amavam. Eram ornamentos e simbolizavam a presença de Deus (Dt 10.1-3; 2 Cr 5.10; Hb 9.4-5)" (Bíblia Apologética).
Acrescento: Os querubins não eram carregados em procissão; o povo não cantava louvores a eles; não eram coroados; não eram iluminados por meio de velas; não eram tocados e beijados; não eram reproduzidos para serem guardados em casa, em redoma, no pescoço, e colocados nas praças e em lugar de destaque; não havia fábricas de querubins com fins lucrativos; não eram colocados nas sinagogas. Mais: a igreja primitiva não precisou usar querubins nem qualquer tipo de imagens. O mesmo raciocínio serve para a serpente de metal, edificada no deserto. Foi destruída exatamente quando o povo se inclinava a adorá-la.

"Ele [rei Ezequias] tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram de Neustã [hebraico: pedaço de bronze]" (2 Reis 18.4).

Não houve outro que confiasse tanto no Senhor Deus... “Assim foi o Senhor com ele" (18.5-6). Podemos dizer que quanto mais o rei Ezequias destruísse imagens, mais demonstrava confiança no Senhor e mais o Senhor era com ele.
As figuras do Antigo Testamento eram sombras das coisas futuras (Cl 2.17), mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo... Entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro...” (Hb 9.6-24).
Portanto, as imagens devem ser queimadas, quebradas, feitas em pedaços e totalmente destruídas, porque para nada servem. Servem apenas para fomentar uma idolatria destruidora, que afasta o homem de Deus e o faz confiar mais em pedaços de pau, de mármore, pedra, gesso do que no Senhor.
A proibição de Êxodo 20.4-5:

“Não farás PARA TI imagens de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus... Não te encurvarás a elas nem as servirás” Êxodo 20.4-5

– inclui, de forma bem clara, as imagens de pessoas falecidas, dos anjos e da Trindade. “Para ti” significa para adoração particular. Por isso, a Palavra acrescenta que não devemos nos prostrar (“não te encurvarás”, isto é, não fazer gestos de reverência, tirar o chapéu, inclinar o corpo, ajoelhar-se). Encurvar-se ou ajoelhar-se é a mais visível manifestação de adoração. É a adoração interior, do coração, que se exterioriza.
Em diversas praças das capitais brasileiras, há imagens esculpidas de homens públicos ou de feitos históricos. Deus não as proíbe, exceto se forem adoradas como deuses.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

TENHA BÔM ÂNIMO

Bom Ânimo
Mateus 9:2; João 16:33; II Coríntios 5:6


Introdução:
Vivemos numa sociedade onde é comum encontrarmos pessoas desanimadas. O desânimo tem destruído muitas vidas. Se encontrássemos um medicamento eficaz no combate ao desânimo a indústria farmacêutica faturaria milhões. O desânimo está estampado nos rostos de certas pessoas.
Como manter o bom ânimo em meio às muitas lutas, adversidades e desafios que a vida moderna nos impõe?
Vamos caminhar um pouco pela Bíblia e ela nos dará algumas pistas. Vamos lá com a graça do Senhor:


I. A Esperança em Deus
1) Alguém disse que “a esperança é a última que morre". Isto não é verdade, pois a esperança não morre. Jó testemunhou isto dizendo:

“Onde está, pois, a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver? Ela descerá até às portas da morte, quando juntamente no pó teremos descanso". Jó 17:15-16

De acordo com o texto bíblico o que Jó está dizendo é que até à sepultura, à morte, ele continuava esperando em Deus. Aleluia!

2) No Salmo 27:14 lemos:

“Espera pelo Senhor, tem bom ânimo e fortifique-se o teu coração; Espera, pois, pelo Senhor". Salmo 27:14

Davi nos convida a esperar em Deus e como fruto desta esperança ele diz: “Tem bom ânimo". Quando esperamos em Deus temos bom ânimo, não é isto fascinante e maravilhoso?

3) Quando lemos os 3 primeiros versículos do Salmo 40 ficamos extasiados, maravilhados com o que Deus faz:

Nos tira de um poço de perdição;
Dum tremedal de lama.
Coloca nossos pés sobre uma rocha;
Firma os nossos passos;
Põe em nossos lábios um novo cântico;


Mas tudo isto está ligado à esperança que Davi fala no V. 1. “esperei".
Para mantermos o “Bom Ânimo" precisamos esperar no Senhor. Atentemos para o que está escrito no Salmo 42:5.

“Porque estás abatida, ó minha alma? Porque te perturbas dentro em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu". Salmo 42:5

Deus nos ajude a esperarmos nele. Aleluia!


II. A Fidelidade de Deus
Vamos agora nos reportar a um acontecimento marcante na vida do apóstolo Paulo. Todo o capítulo 27 do livro de Atos narra em lances emocionantes e tocantes a sua viagem a Roma. De acordo com o V.33 Paulo e seus companheiros de viagem ficaram sem comer nada 14 dias e 14 noites, isto não é brincadeira.
Mas foi em meio a uma situação de grande perigo, em alto mar, batidos pelas ondas e pelos ventos, sim, foi nessa terrível situação que Deus falou assim com o apóstolo Paulo:


“Mas, já agora vos aconselho bom ânimo, porque nenhuma vida se perderá de entre vós, mas somente o navio.
Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo, não temas; é preciso que compareças perante César, e eis que Deus por sua graça te deu todos quantos navegam contigo.
Portanto, senhores, tende bom ânimo; pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito". Atos 27:22-25

Nos versículos 22 e 25 Paulo usa a expressão: “Bom Ânimo". Mas, como era possível Ter bom ânimo quando tudo tinha o cheiro de morte? Lendo o V. 25 a gente descobre que:


“Portanto, senhores, tende bom ânimo; pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito". Atos 27:25

Paulo sabia que tudo sairia bem porque a coisa ia acontecer como Deus havia falado. Isto é maravilhoso, Deus é fiel. Quem tem a palavra final não é Lula – Putim – George W. Bush – Sadam – ou o F.M.I., a palavra final é daquele que está assentado no trono, e sua Palavra se cumpre porque Ele é fiel. Aleluia!
Deixemos agora que este texto queime em nossos corações.


“Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? ou tendo falado não o cumprirá"? Números 23:19

Voltando ao testemunho de Paulo no capítulo 27 de Atos vejamos como foi o final de tudo.

“Todos cobraram ânimo e se puseram também a comer.
Estávamos no navio duzentas e setenta e seis pessoas ao todo.
Refeitos com a comida, aliviaram o navio, lançando o trigo ao mar.
Quanto aos demais, que se salvassem uns em tábuas, e outros em destroços do navio. E foi assim que todos se salvaram em terra". Atos 27:36,37,44

Deus não permitiu que daquelas 276 pessoas uma se quer perecesse. A grande maioria foi salva da morte “de carona". Por causa de um homem todos foram abençoados, isto é maravilhoso!!!


III. Jesus está atento às nossas necessidades
* Muitos imaginam Deus como um ser que mora lá no céu e não está nem aí com o que acontece aqui na terra. Isto não é verdade, Deus se interessa, Ele é o Deus que participa, Ele se encarnou, Ele “se faz carne". Ele chora conosco, Ele anda no nosso meio, sente as nossas dores, nossa fome, Ele é o Deus que intervém.

* Vejamos a narrativa bíblica de Êxodo 3:7-8...


“Disse ainda o Senhor: Certamente vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi, o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento, por isso desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu". Êxodo 3:7-8

...três expressões fortes aparecem neste texto:

“Vi"
“Ouvi"
“Desci",


* Agora vamos ao Salmo 113:6.

“Que se inclina para ver o que se passa no céu e sobre a terra"? Salmo 113:6

Como é lindo, Deus se inclina para ver o que se passa no céu e sobre a terra.

* Agora chamo sua atenção para o que está em Marcos 10:49.

“Parou Jesus e disse: Chamai-o.Chamaram então o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, Ele te chama". Marcos 10:49

Quando Jesus mandou chamar o pobre cego Bartimeu atentemos para este detalhe contado no v.49: “Tem bom ânimo".
O cego podia Ter bom ânimo porque Jesus de Nazaré estava interessado nele.
É possível Ter bom ânimo quando sabemos que o maravilhoso Salvador é terno, amoroso, gracioso, atencioso, Ele se interessa por nós.
Isto levanta o ânimo da gente, nenhuma droga, nenhum medicamento, nenhuma terapia, não é ioga, meditação transcendental, nada disto, o que levanta o abatido, desanimado, prostrado, o que nos põe de pé é a graça de Jesus, é o seu amor, é sabermos que somos importantes para Ele. Aleluia!
Se um pobre cego podia Ter bom ânimo, logo é possível que eu e você também joguemos no lixo o nosso desânimo e como Paulo cantemos assim:


“por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama: como enganadores, e sendo verdadeiros; como desconhecidos, e entretanto bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo e contudo eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo". II Coríntios 6:8-10.

Que maravilha: “entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo"!
Aleluia, assim vive o cristão, chega de choradeira, murmuração, reclamação, nada pode nos abalar, em Cristo somos mais que vencedores!


Conclusão:
Relembremos aqui as três idéias básicas da mensagem:
1. A Esperança em Deus
2. A Fidelidade de Deus
3. Jesus está atento às nossas necessidades

Que Deus nos fortaleça. O Senhor nos dê bom ânimo. Para o seu louvor e glória em nome do Vencedor. Amém

IGREJA OU SEITA?

É Correto um Pastor Ficar Invocando Espíritos Imundos na Igreja? .
Acessos: 12348 . .Tema: Ações Espirituais nas IgrejasData
Continuação do Debate sobre Ações Espirituais na Igreja

Um ouvinte por e-mail
Fui visitar uma igreja. Quando cheguei me deparei com o pastor vestido de branco, sentado atrás de uma mesa dando ‘passes’ nas pessoas. Fiquei assustado com o que vi. Depois descobri que existem campanhas de sal grosso contra mal olhado, cultos em que se colocam os nomes dos inimigos no caixão, entre outras coisas. Esse tipo de campanha agrada a Deus? É certo resgatar coisas que são usadas no candomblé e usar em nossas igrejas?


Outra ouvinte por e-mail
É correto um pastor ficar invocando espíritos imundos na igreja? Na igreja que eu frequentava, o pastor tinha o hábito de ficar invocando os espíritos. Certo dia, ele mandou o tecladista tocar um atabaque. Em seguida mandou o espírito manifestado no corpo da pessoa dançar conforme acontece no terreiro. Isso na igreja é normal?

Alguns Tópicos Respondidos.Um crente lavado no sangue de Cristo, sofre de mal olhado?
# No tempo biblico tinha sessão de descarrego? tinha sal grosso? pastor vestido de branco?
# Espiritualmente falando, existe algo mais forte que o SANGUE DE CRISTO?
# Se é culto, quem deve gostar, a plateia ou DEUS?
# Qual deve ser a mensagem central da igreja?
# O que é 'passe espiritual' ? é a mesma coisa que impossição de mãos?
# Pessoas são incentivadas a ficar com raiva dos 'inimigos' quando vão ao 'culto do caixão'
# Culto do caixão é ato profético? devemos desejar a morte dos nossos 'inimigos'.
# Como surgiram os grandes avivamentos das historia? foram usadas essas 'tecnicas' misticas?
# O que são práticas Biblicas, Extra-Biblicas, e Anti-Biblicas?
# Qual a diferença entre mandar manifestar e invocar?
# Que negocio é esse de que o demonio escolhe cores e o crente não pode usa-las?
# O que é Fogo Estranho? qual a origem desta expressão? o que significa?

Acredito que a partir do novo nascimento e do Sangue Poderoso de Nosso Senhor Jesus Cristo, o cristão só precisa crêr, pois as ações destas pseudo-igrejas, mostra-nos um desespero, vale tudo para encher os templos, a qualquer custo. Sem fé é impossível agradar a Deus, então basta ter fé, e como se obtém esta fé?, ouvindo e lendo e estudando a Palavra de Deus.Neste século 21 nunca ví tantas heresias que são ensinadas em nome de Deus. Quero aqui ressaltar e perguntar: Qual Foi a Maior Publicidade de Jesus Cristo? Seus milagres acompanhado de uma Poderosa Palavra cheia de Unção!!!! Sou completamente contra o evangelho místico. Eu por exemplo nasci e fui criado em uma familia espírita, cresci com todos cenceitos de Allan Kardec, mas quando descobri a Verdade, tudo foi esclarecido, minhas dúvidas e temores. Agora onde vou, infelizmente sou obrigado a assistir muitas vezes cenas heréticas que via em terreiros e mesas brancas! QUE FRACASSO!!!! Só tenho a dizer uma coisa para estes homens que praticam tais rituais,NASÇAM DE NOVO, ASSIM COMO INQUERIU JESUS A NICODEMUS, É NECESSÁRIO NASCER DE NOVO, DA ÁGUA E DO ESPÍRITO!!!!!!!!!
Bispo Carlos Tavares

segunda-feira, 4 de julho de 2011

APOCALIPSE

O livro de Apocalipse


Autor: Apóstolo João
Data: Cerca de 79—95 dC


Autor
O autor se refere a si mesmo quatro vezes como João (1.1,4,9; 22.8). Ele era tão bem conhecido por seus leitores e sua autoridade espiritual era tão amplamente reconhecida que ele não precisou estabelecer suas credenciais. A Antiga tradição eclesiásticas atribui unanimemente este livro ao apóstolo João.


Antecedentes e Data
As evidências em Apocalipse indicam que foi escrito durante um período de extrema perseguição aos cristãos, que possivelmente tenha começado com Nero depois do grande fogo que quase destruiu Roma, em Julho de 64 dC, e continuou até seu suicídio, em junho de 68 dC. Segundo esta visão, portanto, o livro foi escrito antes da destruição de Jerusalém em setembro de 70 dC, e é um profecia autêntica sobre o sofrimento continuo e a perseguição dos cristãos, que tornou-se bem mais intensa e severa nos anos seguintes. Com base em declarações isoladas pelos patriarca da igreja primitiva, alguns intérprete datam o livro perto do final do reino de Domiciano (81-96 dC), depois de João ter fugido para Éfeso.


Ocasião e Objetivo
Sob a inspiração do Espírito e do AT, João sem dúvida vinha refletindo os acontecimento horripilantes que ocorriam em Roma e em Jerusalém quando ele recebeu a “profecia” do que estava para acontecer— a intensificação do conflito espiritual confrontando a igreja (1.3), perpetrada pelo estado anticristão e numerosas religiões anti-cristãs. O objetivo desta mensagem era fornecer estímulo pastoral aos cristãos perseguidos, confortando, desafiando e proclamando a esperança cristão garantida e certa, junto com a garantia de que, em Cristo, eles estavam compartilhando o método soberano de Deus de superar totalmente as forças do mal em todas suas manifestações. O Apocalipse também é um apelo evangelístico a todos aqueles que estão atualmente vivendo no reino das trevas para entrar no Reino da Luz (22.17)



Conteúdo
A mensagem central do Apocalipse é que “Deus Todo-poderoso reina” (19.6). Este tema foi validado na história devido à vitória do cordeiro, que é “o Senhor dos senhores e Reis dos reis” (17.14).
Entretanto, aqueles que seguem o Cordeiro estão envolvidos em um conflito espiritual contínuo e, sendo assim, o Apocalipse fornece um maior discernimento quanto à natureza e tática do inimigo (Ef 6.10-12). O dragão, frustrado por sua derrota na cruz e pelas conseqüentes restrições imposta sobre sua atividade, e desesperado para frustrar os propósito de Deus perante seus destino inevitável, desenvolver uma trindade forjada a “fazer guerra” com os santos (12.17). A primeira “besta” ou monstro simboliza a realidade do governo anticristão e poder político (13.1-10,13). A segunda, a religião anticristã, a filosofia, a ideologia (13.11-17). Juntos, eles forma a sociedade, comercio e cultura secular cristã definitivamente enganosa e sedutora, a prostituta Babilônia (caps 17-18), composta daqueles que “habitam a terra”. Eles, portanto, possuem a “marca” do monstro, e seus nomes não estão registrado no “Livro da Vida do Cordeiro”. O dragão delega continuamente seu poder restrito e autoridade aos monstros e seus seguidores a fim de enganar e desanimar qualquer pessoa do propósito criativo-redentor de Deus.


Forma Literária
Depois do prefácio, o Apocalipse começa (1.4-7) e termina em (22.21) como uma carta típica do NT. Embora contenha sete cartas para sete igrejas, está claro que cada membro deve “ouvir” a mensagem a cada uma das igrejas (2.7,11,17,29; 3.6,13,22), bem como a mensagem do livro inteiro (1.3; 22.16), a fim de que possam obedecer-lhe (1.3; 22.9). Dentro desta carta está “a profecia” (1.3; 10.11; 19.10; 22.6-7,10,18-19). De acordo com Paulo, “o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação(estímulo) e consolação” (1Co 14.3). O profeta fala a Palavra e Deus como um chamamento à obediência na situação presente e na situação futura imediata, tendo em vista o futuro definitivo. Essa profecia não deveria ser selada (22.10) por ser relevante aos cristão de todas as gerações.


Método de Comunicação
João recebeu essas profecias de uma série de visões vívidas contendo imagens simbólicas e números que ecoam aqueles encontrados nos livros proféticos do AT. João registra essas visões na ordem cronológica na qual as recebeu, muitas das quais retratam os mesmos acontecimentos através de diferentes perspectivas. Entretanto, ele não fornece uma ordem cronológica na qual determinados acontecimentos históricos devem acontecer. Por exemplo, Jesus nasceu no cap.12, é exaltado no cap.5 e está caminhando em meio às suas igreja no cap.1. A besta que ataca as duas testemunhas no cap.12 não é trazida à existência até o cap.13. João registra uma série de visões sucessivas, e não uma série de acontecimentos consecutivos.
O Apocalipse é um quadro cósmico— uma série de quadros vivos coloridos, elaborados, acompanhados e interpretados por oradores cantores celestiais. A palavra fala é prosa elevada, mais poética do que nossas traduções indicam. A música é semelhante a uma cantata. Repetidamente são introduzidos temas, mais tarde reintroduzidos, combinados com outros temas desenvolvidos.
Toda a mensagem é “notificada” (1.1). Há um segredo para a compreensão das visões, todas as quais contém linguagem figurativa que aponta para realidades espirituais em e por trás da experiência histórica. Os sinais e símbolos são essenciais porque a verdade espiritual e a realidade invisível deve sempre ser comunicada a seres humanos através de seus sentidos. Os símbolos apontam para o que é definitivamente indescritível. Por exemplo, o relato de gafanhotos demoníacos do abismo (9.1-12) cria uma impressão vívida e horripilante, mesmo que os mínimos detalhes não tenham a intenção de ser interpretados.


Cristo Revelado
Quase todos os títulos usados em várias partes do NT para descrever a natureza divino– humana e ao obra redentora de Jesus são mencionados pelo menos uma vez no Apocalipse, que junto com uma série de títulos adicionais, nos fornece uma revelação multidimensional da posição presente, do ministério contínuo e da vitória definitiva do Cristo exaltado.
Embora o ministério terreno de Jesus seja condensado entre sua encarnação e ascensão em 12.5, o Apocalipse afirma que o Filho de Deus, como Cordeiro, terminou completamente sua obra de redenção (1.5-6). Através de seu sangue, os pecadores foram perdoados, purificados (5.6,9; 7.14; 12.11) liberados (1.5) e fizeram reis e sacerdotes (1.6; 5.10). Todas as manifestações resultantes de sua vitória aplicada baseiam-se em sua obra terminada na cruz; portanto, satanás foi derrotado (12.7-12) e preso (20.1-3). Jesus ressuscitou dos mortos e foi entronado como Soberano absoluto sobre toda a criação (1.5; 2.27). Ele é o “Reis dos reis e o Senhor dos senhores” (17.14; 19.16) e deve receber a mesma adoração que recebe de Deus, o Criador ( 5.12-14).
O único que é “digno” para executar o propósito eterno de Deus é o “Leão de Judá”, que não é um Messias político, mas um Cordeiro morto (5.5,6). “O Cordeiro” é seu título primário, utilizado vinte e oito vezes em Apocalipse. Como aquele que conquistou, ele tem a legítima autoridade e poder de controlar todas as forças do mal e suas conseqüências para seus propósitos de julgamento e salvação (6.1-7.17). O Cordeiro está no trono (4.1-5.14; 22.3).
O Cordeiro, como “um semelhante ao Filho do Homem”, está sempre no meio de seu povo (1.9-3.22; 14.1), cujos nomes estão registrados em seu livro da vida (3.5; 21.27). Ele os conhece intimamente, e com um amor incomensuravelmente sagrado, ele cuida, protege, disciplina e os desafia. Eles compartilham totalmente sua vitória presente e futura (17.14; 19.11-16; 21.1-22.5), bem como a “ceia das bodas” (19.7-9; 21.2) presente e futura. Ele habita neles (1.13), e eles habitam nele (21.22).
Como “um semelhante ao Filho do Homem”, ele também é o Senhor da colheita final (14.14-20). Ele derrama sua ira em julgamento sobre satanás (20.10), seus aliados (19.20; 20.14) e sobre os espiritualmente “mortos” (20.12,15) – todos aqueles que escolheram “habitar na terra” (3.10).
O cordeiro é o Deus que está chegando (1.7-8; 11.17; 22.7,20) para consumar seu plano eterno, para completar a criação da nova comunidade de seu povo em “um novo céu e uma nova terra” (21.1) e restaurar as bênçãos do paraíso de Deus (22.2-5). O Cordeiro é a meta de toda a história (22.13)



O Espírito Santo em Ação
A descrição do Espírito Santo como “os sete Espíritos” de Deus (1.4; 3.1; 4.5; 5.6) é distinta no NT. O número sete é um número simbólico, qualitativo, comunicando a idéia de perfeição. Portanto, o Espírito Santo é manifestado em termos de perfeição de sua atividade dinâmica, complexa. As “sete lâmpadas de fogo” (4.5) sugerem seu ministério iluminador, purificador e energizador. O fato de os sete espíritos estarem diante do trono (1.4; 4.5) e serem simultaneamente os olhos do Cordeiro (5.6) significa a trindade una essencial de Deus que se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo. Trata-se de um “habitar “ mútuo de Pessoas sem dissolver as distinções de ser e funções essenciais.
Cada uma das mensagens para as sete igreja é do Senhor exaltado, mas o membros individuais são incitados a ouvir “o que o Espírito diz” (caps.2-3). O Espírito diz somente o que o Senhor Jesus diz.
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Portanto , o Espírito é o Espírito da profecia. Cada profecia genuína é inspirada pelo Espírito Samto e presta testemunho a Jesus (19.10). As visões proféticas são comunicadas e João somente quando ele está “no Espírito” (1.10; 4.2; 21.10). O conteúdo dessas visões não é nada menos qo que a “Revelação de Jesus Cristo” (1.1).
Toda profecia genuína exige uma resposta. “O Espírito e a esposa dizem: Vem!” (22.17). Todos ouvem ou se recusam a ouvir esse apelo. O Espírito está operando continuamente em e através da igreja para convidar a entrar aqueles que permanecem fora da Cidade de Deus. Apenas mediante a habilitação do Espírito é permitido que a esposa testemunhe e “suporte pacientemente”. Portanto, o Espírito penetra na experiência atual daqueles que ouvem com antegozo do cumprimento futuro do Reino.


Esboço de Apocalipse
Prólogo 1.1


I. As cartas às sete igrejas 1.9-3.22
O cenário: um semelhante ao Filho do Homem 1.9-20
As cartas 2.1-3.22


II. Os sete selos 4.1-5.14
O cenário 4.1-5.14
Os selos 6.1-8.1


III. As sete trombetas 8.2-11.18
O cenário: O altar dourado 8.2-6
As trombetas 8.7-11.18


IV. Os sete sinais 11.19-15.4
O cenário: A arca do concerto 11.19
Os sinais 12.1-15.4


V. As sete taças 15.5-16.21
O cenário: O templo do testemunho 15.5-16.1
As sete taças 16.2-21


VI. Os sete espetáculos 17.1-20.3
O cenário: Um deserto 17.1-3
Os espetáculos 17.3-20.3


VII. As sete visões da consumação 20.4 –22.5
O Cenário: 20.4-10
As cenas 20.11-22.5


Epílogo 22.6-21
Sete testemunhas de confirmação 22.6-17
Advertências final e garantia 22.18-20
Bênção 22.21