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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
BATALHA CONTRA AS HOSTES ESPIRITUAIS DO MAL
"Pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. E a cidade se encheu de alegria". Atos 8:7, 8
Muitos são os livros que estão surgindo sobre ex-satanistas com suas experiências de libertação. Mas exatamente qual deve ser a ênfase principal? Creio que seja a libertação em si.
Jesus veio para libertar os cativos e oprimidos deste mundo. Sejam oprimidos por satanás e seus demônios ou pelas adversidades da vida. Os apóstolos receberam grande autoridade do próprio Senhor Jesus Cristo para expulsarem os espíritos imundos, os anjos caídos, anjos rebeldes, os demônios. Estes são anjos rebeldes, que desobedeceram a Deus e blasfemaram contra Deus e foram expulsos do Reino Eterno.Estes seres sobrenaturais, invisíveis, detestam o homem. Por que? Em primeiro lugar porque Deus ama o ser humano. Tanto ama que entregou seu próprio Filho, o Deus Filho Jesus Cristo, em sacrifício. Em segundo, porque satanás se regozija com aqueles que o adoram como um "deus", mas odeia qualquer um que presta culto ao Deus Criador. Mas os homens receberam uma procuração do próprio Criador para expulsarem e combaterem os demônios: O nome de Jesus Cristo!Satanás, a antiga serpente, quis usurpar o título de "Deus". Jesus chamou satanás de "príncipe deste mundo" e o apóstolo Paulo de "deus deste século". Satanás e seus comparsas sobrenaturais têm habilidade e um poder, claro que limitado, para operar na vida das pessoas, para quebrar lares, entristecer pessoas entre outras ações malignas. Mas o crente tem o nome que está acima de todo nome para vencer com sucesso as forças do mal.
Mas se temos este maravilhoso nome, a presença real de Jesus Cristo em nós (Jesus disse:
"Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" Mateus 28.20
e a autoridade dele a nós concedida, então por que tantos crentes são "tímidos" e muitas vezes se deixam vencer pelas artimanhas do inimigo? O texto acima, de Atos 8.7 nos mostra que os demônios ao serem expulsos "clamavam em alta voz, davam grandes gritos". Eles se iravam porque nada podiam fazer para permanecerem "incubados" no corpo da vítima. Eles saíam pela autoridade do nome de Jesus! Alguém pode questionar: Mas os apóstolos receberam esta autoridade direto de Jesus! A Bíblia diz que também temos esta autoridade. Lembra dos 70 discípulos que foram enviados por Jesus para curarem enfermidades e expulsarem demônios no nome de Cristo? E que eles voltaram alegres porque as enfermidades eram realmente curadas e os demônios submetiam-se ao nome do Senhor? (veja isto em Lucas 10). Os discípulos disseram "... até os demônios nos obedecem por causa do teu nome". A ênfase deste texto de Lucas 10.17 é "por causa do nome de Jesus". Estes 70 representam a Igreja de Cristo. Somos nós. Mas é importante entender que o poder não está em nós. Ele flui através de nós. Somos condutores deste poder de Deus. O poder está no nome de Jesus Cristo. Somos instrumentos de Deus para, no nome de Jesus, operarmos prodígios, para que os cativos e oprimidos sejam libertos, para honra e glória do nome do Senhor.Por isto não sejam tímidos ou em outra tradução bíblica, não sejam medrosos! Jesus usou esta expressão quando se levantou uma grande tempestade no mar da Galiléia e os apóstolos estavam no barco, com medo, mesmo sabendo que Jesus estava no barco enquanto dormia:
"E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?" Marcos 4.40
Não sei qual situação você está passando. Muitas pessoas já me escreveram para aconselhar neste sentido e para todos eu disse que algumas coisas são necessárias para o combate espiritual:
A) Uma vida consagrada a Deus B) Santificação C) Confissão de pecados D) A prática dos frutos do Espírito (Gálatas 5.22) E) Fé, muita fé. F) Autoridade no nome de Jesus Cristo.Procure uma vida reta diante do Senhor. Você não está sozinho, muito pelo contrário, o Deus Pai, o Deus Filho e o Deus Espírito Santo estão todos os dias, 24 horas, em nós, e ao nosso redor. Faça um esforço e exerça sua posição de geração eleita, sacerdócio real (I Pedro 2.9) para combater as forças malignas que lutam contra sua vida e contra a vida daqueles que você ama. Deus quer abençoar sua vida. Deus quer usar você como instrumento de libertação e fonte de bênção na vida de pessoas cativas e oprimidas. Creia nesta autoridade do nome do Senhor Jesus, se você é crente. Ore com fervor e ousadia pois quem "pede, recebe" (Mt 7.7). Deus é dono de todo poder e glória. Mas só vai lhe dar a vitória quando você nEle confiar e crer pela fé. Não seja tímido, não seja medroso. O Senhor é contigo, varão e varoa valorosos!
Abraço cordial em Cristo Jesus, nosso Senhor e Rei Eterno.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
A VERDADE SOBRE O DIA DAS BRUXAS
Mais do que simples travessuras ou doces, nos traz a verdadeira versão da tradicional festa norte-americana, Halloween, comemorada no dia 31 de outubro. Na verdade, o dia das bruxas não passa de uma festa pagã, em sua origem e prática, e significa uma das datas mais importantes para os adeptos da igreja satânica.
Muitos bruxos, satanistas e adoradores do diabo se preparam, durante todo o ano para estas festividades. Além de ser considerada por eles, o aniversário de satanás, é o dia ideal para fazer sacrifícios humanos e pactos satânicos. No período de 15 dias antes da data de 31 de outubro e 15 dias após os seguidores do diabo sacrificam pessoas, confiados na promessa de que alcançarão mais poder e prosperidade. Conforme as estatísticas, inclusive as do FBI, nos meses de agosto, setembro e outubro acontecem várias atrocidades, inclusive o desaparecimento de crianças do mundo inteiro, principalmente nos EUA.
A autora do livro "Satanás Escondido" conta que uma destas comemorações de Halloween, tentaram introduzi-la em um ritual satânico e pediram que sacrificasse uma criança recém-nascida. Neste mesmo livro, ela relata que muitas das moças desaparecidas nos meses de março e abril, são usadas para a procriação, e seu fetos sacrificados na época do Halloween. Os moradores de Anaheim, CA, também sabem e sentiram os efeitos desta Convenção de Satanás. A própria policia da cidade pede aos crentes que tomem algum tipo de providência, pois reconhecem que do Centro de Convenções de Bruxos, emana uma onda de violência e maus presságios. Os bruxos e adoradores do diabo não perdem tempo. Eles traçam metas horríveis para combater os cristão como, por exemplo, a destruição de 60 mil famílias por ano. Fora isso, trabalham incansavelmente, para que milhares de jovens e crianças sejam envolvidas e aprisionados pelas drogas, prostituição e violência, confirmando algumas histórias da dramaturgia cinematográfica americana.
Conforme Joel Engel, pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular do Rio Grande do Sul, o mais alarmante nesta história toda é que muitas igrejas estão participando das celebrações de Halloween. Além disto, vestem suas crianças de personagens bíblicos alegando que é uma opção . Para o pastor, não existe opção para este tipo de festa, pois de qualquer forma, a atitude do crente deve ser a de combater e não a de consentir com a comemoração. "A participação do halloween é uma desonra para o Senhor Jesus Cristo. O problema é que muitos não acreditam nem mesmo na Palavra de Deus que é bem clara ao afirmar: "as bruxas, os feiticeiros, os gatos negros, os faróis de abóboras e outros misticismos malignos, são símbolos de tudo aquilo que é abominável a Deus", frisa e também adverte: "Irmão, fique longe de toda a celebração satânica, com certeza, ela entristece ao Espírito Santo de Deus."
Doces travessuras ou bruxarias?
Faz muito pouco tempo que o Halloween ficou reduzido a uma pequena festa para as crianças. Mesmo no passado, a festa folclórica cultuada pelos americanos não significa nada de bom e oportuno. Seus símbolos e práticas foram tirados diretamente do paganismo, do mal, da morte e do ocultismo. De acordo com os manuscritos históricos, a celebração antiga do halloween era feita pelos druidas em honra a Samhain, o Senhor dos mortos, no primeiro dia do mês de novembro. Eles acreditavam que na véspera deste dia Samhain chamava todas as almas malignas (espíritos) que, durante os doze meses passados, haviam sido condenados a habitar em corpos de animais. O Halloween era considerado "o caminhar universal de todas as almas e espíritos".
Conforme a bruxa paulista Rosa Maria Biancardi, em uma entrevista ao jornal O Tempo de Belo Horizonte, os Celtas há mais de 2 mil anos, festejavam o dia dos mortos na data de 31 de outubro, celebrando a travessia e a troca de energia com antepassados.
Os Druidas eram uma ordem sacerdotal da antiga Gaul e Bretanha, pagãos da religião Celta. Conforme os artigos mencionados nos textos de escritores gregos e romanos, entre o século II a.C. e o IV d.C., eles eram brutais, temidos pelo seu poder e tinham sede de sangue. Resolviam todas as disputas com uma decisão definitiva e inalterável, e castigavam com a morte. Além disso, seus altares destilavam o sangue de vítimas humanas. Algumas vezes, ofereciam homens, mulheres e crianças em holocausto, queimando-os em grandes torres de vime, como ofertas as suas supertições. Normalmente, os Celtas usavam os bosques para caça, pesca e a alimentação, mas também os utilizavam para as cerimônias demoníacas. Há evidencias, ainda, de que usavam as gigantescas pedras talhadas para decidir qual era o melhor dia para acalmar ao deus ou deuses de suas práticas misteriosas. Afirmavam que Samham convocava os maus espíritos daqueles que haviam morrido durante a realização dos ritos demoníacos.
Das crenças dos Druidas precedem o uso de bruxas, fantasmas e gatos que são utilizados nas festas de halloween. Eles acreditavam que os "gatos" eram sagrados e haviam sido pessoas castigadas por alguma má ação. Para livrarem-se da possessão diabólica, tinham que dar comida ou oferecer algo aos demônios, e arrumar-lhes hospedagem durante a noite. Se os espíritos ficassem satisfeitos com o que lhes davam, deixavam a casa em paz. Caso contrário, faziam um "trick" (truque, maldade), ou rogavam uma maldição de destruição sobre as pessoas que ali residiam.
A história explica
A história nos dá a resposta sobre o Halloween e porque a festa foi cristianizada pela igreja. Desde o tempo de Constantino (quem fez do catolicismo a religião do estado) os imperadores romanos perceberam que era necessário manter um império unificado, onde o maior número de pessoas professasse somente uma religião. Porém, uma lei foi implementada para forçar a todos os que não eram cristãos a aceitarem o cristianismo. Assim, um grande número de ateus se uniu à igreja trazendo as práticas e celebrações pagãs, como o halloween, tiveram que ser cristianizadas. Para a Igreja Católica, a única maneira de preservar os pagãos nas missas, era permitindo a prática de algumas tradições e costumes. Aos pagãos recém-convertidos, foi liberado para que guardassem alguns festivais, tais como o Halloween ou o Dia dos Fiéis Defuntos. Eles o usariam para comemorar a morte dos "santos".
Em 800 d.C. a Igreja Católica estabeleceu o Dia dos Fiéis Defuntos no dia primeiro de novembro, para que o povo desse continuidade das celebrações antigas. No entanto, a missa que se rezava neste dia se chamava "allhallowmas", e a noite anterior ficou conhecida como "allhallow even" ou halloween, que significa santificado ou noite santa.
Significado de alguns costumes do Dia das Bruxas
Treat or Trick
O costume moderno do "treat or trick", começou na Irlanda a centenas de anos, logicamente com base nestes costumes Druidas. Um grupo de trabalhadores do campo, em uma pequena cidade, resolveu fazer uma festa de halloween em homenagem aos seus antigos deuses. No entanto, saíram de casa em casa mendigando comida para a festa. Aos que contribuíam generosamente desejavam boa sorte e aos que não contribuíam faziam ameaças. Assim, a tradição continuou até nossos dias quando jovens e crianças saem de porta em porta, disfarçados de fantasmas, esqueletos e demônios, mendigando de certa por comida enquanto prometem não fazer maldades.
31 de outubro
Foram os Celtas que escolheram a data de 31 de outubro como véspera do ano novo separando-a também para celebrar todo o maligno, o malvado e o morto. Durante esta celebração costumavam reunir-se em volta de uma fogueira na comunidade, e ofereciam seus animais, suas colheitas e às vezes a si mesmos como sacrifício. Usavam disfarces feitos de cabeça e pele de animais e prediziam o futuro uns dos outros.
Abóbora iluminada
A aparente e inofensiva abóbora iluminada é um símbolo antigo de uma alma maldita e condenada. Elas são chamadas "Jack-O Lanterns", por causa de um homem chamado Jack, que não podia entrar nem no céu nem no inferno. Como resultado ele estava condenado a vagar pelas trevas com sua lanterna até o Dia do Juízo.
Por medo dele e dos fantasmas, as pessoas arrumavam as calçadas e colocavam velas acesas dentro das abóboras para espantar os espíritos maus.
Alerta!
"Os EUA, outrora um exemplo de fé para os outros países, agora está diferente: os americanos, além de deixarem a vida espiritual de lado para cuidar da profissional, estão adotando festas pagãs, valorizando-as mais do que um culto, um encontro de fé", relatou indignado o pastor Joel Engel na Revista Cristã, após sua visita a nação americana. Segundo ele, a festa do Dia das Bruxas, trata-se de um ritual satânico e demoníaco que envolve crianças inocentes e faz com que as pessoas cultuem o mal.
No intuito de combater a influência americana do Halloween, o pastor convoca a Igreja de Cristo para guerrear, orando e jejuando contra este mal que está tomando conta do mundo inteiro, inclusive no Brasil. Hoje adolescentes e crianças brasileiras esperam, ansiosos pela festa de Halloween, que é comemorado nas escolas e boates. Até para os antropólogos, a cultura norte-americana está cada vez mais presente na vida dos brasileiros, provocando um choque cultural. "É preciso estar atento aos exageros das chamadas trocas culturais", lembra.
"É hora de sermos radicais, buscarmos a virtude e o poder de Deus para nossas vidas e dizer ao diabo que fazemos parte de um exercito de vitoriosos, quem temos como propósito destruir as obras de satanás", diz o pastor Engel. Os evangélicos devem guerrear no dia 31 de outubro, com clamores, jejuns e orações ao Deus altíssimo, combatendo as hostes santânicas.
silvio peccioli, the best
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O EXÉRCITO DE DEUS
INTRODUÇÃO:
Guerra espiritual é hoje uma linguagem universal, todos os crentes já ouviram pelo menos uma vez este termo, não é modismo de evangelização e missões, absolutamente é uma luta que travamos constantemente contra satanás.
* Nós somos soldados alistados para esta grande batalha espiritual, um soldado é um combatente, um campeão, portanto um vencedor (2 Tm 2.3) “Sofre comigo como bom soldado de Cristo Jesus.” Um soldado é parte integrante de um corpo que pode ser chamado de guarnição, destacamento, batalhão ou regimento.
Em (Jl 2.2b e 5b) “um povo grande e poderoso, qual nunca houve, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração: ...como um povo poderoso, posto em ordem de batalha.” Aqui encontramos duas características marcantes do exército de Deus. Pois maior é aquele que está em nós (1 Jo 4.4) “Filhinhos, vós sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.” Nunca digas estou só, pois o Senhor Jesus afirma categoricamente: (Mt 28.20) “...e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Nunca mais digas: não posso, pois está escrito (Fl 4.13) “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.”
Vejamos objetivamente, as diversas posições a serem ocupadas no exército de Deus:
1 – INFANTARIA.
São aqueles que estão na linha de frente, basicamente no corpo a corpo com o inimigo: destituindo potestades, expulsando demônios, invadindo pessoalmente o território do inimigo, pisando neste território e tomando posse em nome do grande general – Jeová Shabaot ( Senhor dos exércitos). Exemplo: Davi colocou Urias na infantaria. Como também os missionários.
2 – ARTILHARIA.
É composto pelo grupo que utiliza armas de longo alcance, como: Intercessão, combate espiritual em grande escala, Fé sobrenatural e palavras de autoridade. Exemplo: Elizeu (2 Rs 6.18) “Quando os sírios desceram a ele, Eliseu orou ao Senhor, e disse: Fere de cegueira esta gente, peço-te. E o Senhor os feriu de cegueira, conforme o pedido de Eliseu.” Jesus (Mt 8.8b) “...mas somente dize uma palavra, e o meu criado há de sarar.” O objetivo principal da artilharia é enfraquecer as forças inimigas, atingindo alvos selecionados como: Principados, Potestades, Dominadores deste mundo tenebroso. (2 Co 10.4,5; Ef 6.12) “pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas;” Bombardeando as fortalezas inimigas, o trabalho é facilitado para os infantes que estão na linha de frente, os quais, despojarão o inimigo, tomando-lhe as vidas preciosas e transportando-as para o reino da luz. (Is 49.25) “...Certamente os cativos serão tirados ao valente, e a presa do tirano será libertada; porque eu contenderei com os que contendem contigo, e os teus filhos eu salvarei.”
3 – REGIMENTO MOTORIZADO.
São agrupamentos que utilizam os grandes equipamentos de guerra para atingir as grandes massas. Exemplo: O rádio, a televisão, os grandes seminários, seu objetivo principal é lançar de uma só vez toneladas de sementes da palavra de Deus. (Is 40.9) “Tu, anunciador de boas-novas a Sião, sobe a um monte alto. Tu, anunciador de boas-novas a Jerusalém, levanta a tua voz fortemente; levanta-a, não temas, e dize às cidades de Judá: Eis aqui está o vosso Deus.”
4 – ENGENHARIA.
É o grupo dotado de uma capacidade especial de engendrar, arquitetar, planejar meios através dos quais é aumentado, facilitando e ampliando o poder de fogo do exército de Deus. São as técnicas e táticas especiais do Espírito Santo (O grande Ensinador), que nos leva a resultados surpreendentes. Deus sempre levantou e treinou os seus engenheiros de guerra, exemplo: Moisés (Ex 17.11) “E acontecia que quando Moisés levantava a mão, prevalecia Israel; mas quando ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque.” , Josué (Js 10.12b) “...e disse na presença de Israel: Sol, detém-se sobre Gibeão, e tu, lua, sobre o vale de Aijalom.” Josafá (2 Cr 20.22ª) “Ora, quando começaram a cantar e a dar louvores, o Senhor pôs emboscadas contra os homens de Amom, de Moabe e do monte Seir,...” e Paulo e Silas (At 16.25,26). Utilizando-se de artifícios, humanamente loucos, estes homens venceram batalhas e situações humanamente impossíveis.
5 – COMUNICAÇÕES.
O elemento deste agrupamento tem como missão promover o apoio de comunicações necessária àqueles que o recorrem ou dele dependem. Existem tanto as comunicações ativas, que dão diretrizes de ataque; quanto a passiva, que visam preservar do perigo eminente. Em ambos os casos, Deus utiliza com freqüência os seus profetas, conforme (Am 3.7) “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” E não com menos freqüência a sua palavra (Hb 1.1) “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas,” exemplo: a extratégia através de Jaaziel (2 Cr 20.14-17); aviso através de Elizeu (2 Rs 6.6).
6 – SUPRIMENTO.
Visa promover o suprimento regular e extraordinário, tanto da necessidade básica de sobrevivência e bem estar do soldado, quanto, dos equipamentos e munições por ele utilizados. Exemplo: Davi, antes de se tornar rei, assistia seus irmãos, na batalha, com mantimentos (1 Sm 17.15,17,18). Mas Deus queria Davi era no meio da batalha como um soldado.
7 – DEPARTAMENTO MÉDICO.
Este grupo de forma especial cuida do tratamento e recuperação dos feridos e doentes. Cuida também da saúde preventiva da tropa. Num combate há sempre aqueles que por um ou outro motivo são feridos e necessitam de cuidados especiais. Exemplo: Parábola do Bom Samaritano (Lc 10.34-37).
CONCLUSÃO:
Esta luta contra as trevas envolve todos os crentes, seja qual for seu dom ou vocação. Fazer evangelismo é fazer guerra contra as trevas, é tirar da cegueira espiritual os cativos de satanás. (2 Co 4.4).
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
CÉU, INFERNO, PURGATÓRIO
"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (MC 16:15)
"João Paulo II esclarece o seu conceito de purgatório..."
"Nem o inferno é uma 'fornalha' nem o céu 'um lugar, afirmou o Papa.
O céu e o inferno não são lugares físicos e reais, afirmou João Paulo II.
'O céu não é o paraíso nas nuvens nem o inferno é a terradora fornalha. O primeiro, é uma situação em que existe comunhão com Deus e o segundo é uma situação de rejeição' O purgatório, contudo, não é um mero estado de espírito, como o são o céu e o inferno, mas uma condição de vida - 'aqueles que, depois da morte, vivem nesse estado de purificação, já estão imersos no amor de Cristo, que lhes tira todos os resíduos de imperfeição' (Correio da Manhã de 29.7.99, de 6-8-99, Jornal de Notícias de 5-8-99)
Estas afirmações do papa João Paulo II fazem parte de um conjunto de asserções sobre a vida futura que acabaram pela publicação de um manual de 'guia para o céu' que inclui alguns ensinamentos sobre indulgências constantes de um édito papal de 1998, sobre que boas ações têm que fazer os católicos para as ganhar durante o ano 2000, que o papa proclamou como 'Ano Santo' (Jornal Público, de 19.9.99).
Para o papa católico, a condenação eterna não é obra de Deus, mas apenas o resultado das nossas ações atuais. Focalizando o destino eterno da alma nas boas ou más obras presentes ou de súplica futura, reduz a questão da eternidade a um mero estado de espírito ou condição de vida, negando a existência real e física dos lugares do céu e inferno.
Vejamos o que a Bíblia diz sobre este assunto.
1. O CÉU
O Senhor Jesus prometeu àqueles que O recebam a preparação de um lugar «na casa do Pai», na qual havia muitas moradas (João 14:1). É nesse lugar que se encontra o trono de Deus (Isa. 66:1), sendo daí que o Senhor estende a Sua soberania, faz conhecer o Seu poder, a Sua glória e a Sua sabedoria.
O céu é um lugar eterno (2Co. 5:1, Salmo 45:6; 145:13), um alto e santo lugar (Isa. 57:15), onde se manifesta a paz, onde não pode entrar choro, tristeza ou dor (Apoc. 7:16,17).
Como tal, não é simbólico ou um mero estado de espírito. Foi para esse lugar que Enoque e Elias foram elevados, assim como foi para esse lugar que o Senhor Jesus ascendeu (Atos 1:11). O Senhor Jesus não ascendeu para um mero estado de espírito ou para uma vaga esfera abstrata no universo, mas para um lugar real de honra, e onde foi visto por Estêvão, à mão direita de Deus (Atos 7:56), assim como por Paulo (2Co.12) e por João (Apoc. 1:10-18).
2. O INFERNO
O Senhor Jesus alertou igualmente para o inferno, um lugar onde o seu bicho não morre nem o fogo nunca se apaga» Assegurou que os que praticarem a iniquidade serão lançados no lago de fogo e enxofre, onde haverá choro e ranger de dentes (Mat. 13:42).
Ele, um dia, dirá a esses: "Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos" (Mat. 25:41. Cfr. ainda Apocalipse 20:10 e 21:8)
Tal como o céu, o inferno e o lago de fogo e enxofre são lugares reais. E entre o inferno e o céu existe um abismo tal impossível de transpor (Lucas 16:26).
O inferno é um lugar de tormento (Lucas 16:23), de vergonha e desprezo eterno (Daniel 12:2) onde existe separação absoluta e eterna de Deus e o desprezo eterno de todos os que lá se encontra. "A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite" (Apoc. 14:11)
3. O PURGATÓRIO
O purgatório não existe. Trata-se de uma invenção da Religião Católica, concretamente do papa Gregório I, em 593 e que veio a ser aprovada no Concílio de Florença de 1439 e confirmada no de Trento em 1563, sustentando-se nos livros apócrifos de II Macabeus 12:42-46.
Contudo, a Bíblia é bem clara ao afirmar (Mat. 25:46) que uns irão para o tormento eterno e os justos para a vida eterna. Não há outro lugar ou outro destino.
O malfeitor que foi crucificado ao lado do Senhor Jesus, apesar dos seus muitos pecados, não teve de ir para um lugar de purificação, antes o Senhor Jesus lhe assegurou: 'em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso' (Luc. 23:43). Lemos igualmente em 1 João 1:7 que 'o sangue de Jesus Cristo, nos purifica de todo o pecado'. Só pela graça do Senhor Jesus somos salvos, por meio da fé e nunca pelas obras de justiça que possamos fazer (Efésios 2:8,9; Romanos 10:9-13; 3:20-28 e 5:1-10), só dessa forma podendo alcançar a paz com Deus.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
DOIS DISCÍPULOS NA CONTRAMÃO!!!!
O propósito de Jesus começaria em Jerusalém, mas eles foram para Emaús.
No terceiro dia, após a morte de Jesus, dois discípulos saíram de Jerusalém para Emaús, aldeia que ficava a cerca de 11 Km. (Lc.24.13). Para eles, era o fim de um sonho. Jesus, aquele que deveria vencer os romanos e restaurar o reino de Israel, conforme criam, tornou-se apenas mais uma ilusão, entre tantas outras.
A perseguição dos religiosos contra Cristo havia chegado ao extremo. Ele foi preso e crucificado. Apesar de todos os avisos, seus seguidores não esperavam pela crucificação. Sua expectativa sobre o ministério de Jesus era de uma redenção política para a nação judaica. Portanto, estavam frustrados.
Ainda hoje, muitos adeptos do cristianismo se decepcionam porque neste caminho existe uma cruz, aquela da renúncia pessoal, da mortificação da carne, para que o espírito prevaleça. Quem acredita num evangelho humanista concentrado nas coisas materiais vai se frustrar, mais cedo ou mais tarde. A cruz pode surpreender até mesmo aqueles que esperam por ela, mas ainda não conhecem os aspectos exatos de sua manifestação.
Aqueles três dias foram de silêncio mortal: nenhum milagre, nenhuma voz dos céus. Não se encontravam explicações para a cena do Calvário. Eram tantas perguntas e nenhuma resposta. De que valera a fé, os ensinamentos e todo o esforço dedicado em seguir o Mestre? Era o fim da esperança. Restavam apenas tristeza e desilusão.
Na percepção daqueles homens, era tempo de desistir, debandar, cada um para sua casa, sua vida e seus propósitos particulares. A visão humana é muito diferente da visão divina. Fazemos uma avaliação lógica dos fatos e tiramos conclusões que, muitas vezes, desconsideram a palavra de Deus e a fé.
Aqueles dias em que Jesus esteve sepultado podem ser comparados ao período em que a semente permanece oculta no solo depois de ter sido semeada. Não há sinal de vida, mas, no tempo certo, ela germinará. O que parece o fim pode ser apenas o recomeço.
Para os discípulos, tudo parecia terminado, mas o propósito de Jesus não havia morrido. Enquanto lamentavam o passado, Cristo inaugurava um futuro glorioso. Sendo o terceiro dia, a ressurreição era uma realidade. Aqueles homens ouviram falar a respeito, mas não acreditaram (Lc.24.22-25).
O plano do Mestre era que eles permanecessem em Jerusalém. Porém, estavam andando na contramão do propósito de Deus, indo para Emaús. Jesus não mandou que eles fossem para lá, mas estavam seguindo a vontade própria.
Naquele momento, Jesus manifestou seu amor e sua infinita misericórdia ao surgir no meio da estrada e caminhar com eles. Sua chegada não foi para repreendê-los asperamente, fazendo-os voltar a todo custo. Jesus demonstrou mansidão e compreensão com os discípulos naquele momento em que a fraqueza os dominava.
Passamos por situações assim, quando parece que a fé falhou. Parece que Deus nos abandonou. Ficamos decepcionados e tomamos o rumo errado. Nossas decisões traçam caminhos que nos afastam do propósito celestial.
Quantos estão voltando para a velha vida, para os compromissos mundanos, para o pecado! Afastam-se dos outros discípulos, saem da igreja, isolam-se. Este pode ser o princípio da apostasia.
Contudo, Jesus continua conosco, embora não o reconheçamos de imediato. Ele não desistiu de nós. Sua presença vem acompanhada por sua palavra (Lc.24.27). Ele continua falando ao nosso coração, fazendo-o arder (Lc.24.32), despertando a fé em nosso íntimo.
Chega o momento, porém, em que precisamos demonstrar nosso desejo de tê-lo continuamente ao nosso lado. Nosso livre-arbítrio deve se manifestar de alguma forma. Naquele instante, quando Jesus ia se afastando, os discípulos disseram: “Fica conosco, pois já é tarde e já declinou o dia” (Lc.24.29). Não podemos continuar nossa viagem sem o Senhor. Clamemos por sua doce presença.
Jesus chegou com eles até Emaús. Novamente, o Bom Pastor demonstra sua disposição em descer aos lugares de perdição para trazer de volta as ovelhas desgarradas.
Então, aconteceu aquele maravilhoso momento de comunhão, quando Jesus abençoou o pão e, partindo-o, deu aos discípulos (Lc.24.30). Então, seus olhos foram abertos, reconheceram que era o Senhor, e ele desapareceu diante deles.
Aqueles homens ouviram a palavra de Deus no caminho, compreenderam, creram, foram vivificados pelo encontro com Jesus e decidiram corrigir o rumo de suas vidas. Assim deve acontecer conosco.
“E na mesma hora levantaram-se e voltaram para Jerusalém” (Lc.24.33).
Afinal, tinham um encontro marcado com o Espírito Santo naquela cidade no dia de Pentecoste.
Eles pensavam que seu ministério havia chegado ao fim, mas aquele era apenas o começo. Tornaram-se testemunhas oculares da ressurreição de Cristo. Encontraram novo motivo para viver. Corrigiram a rota, integrando-se novamente ao rebanho do Senhor.
Então, deveriam retomar a idéia de vencer o Império Romano e estabelecer o Reino de Cristo sobre Israel? Não. O plano de Deus, naquele momento, era um grande combate ao Império das Trevas, e que o Reino espiritual de Cristo começasse a ser estabelecido na terra. Precisamos estar sintonizados com os desígnios de Deus. Que os sonhos do Senhor sejam colocados acima dos nossos.
Amado irmão, quem sabe você tem andado na contramão dos propósitos de Deus, tomando decisões que o afastam das veredas da justiça? Jesus está ao seu lado, mas ele não ficará para sempre com você em Emaús. Ouça as palavras do Senhor. Ele está convidando-o a voltar ao caminho direito. Antes que seja tarde demais, volte, para que os gloriosos propósitos de Deus se concretizem em sua vida. Venha ser cheio do Espírito Santo e viver como fiel testemunha do Senhor Jesus Cristo.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
ÉTICA NO CASAMENTO
Desde o tempo do Iluminismo, a ética religiosamente baseada teve uma má reputação entre muitos intelectuais do ocidente. Sigmund Freud poderia ser tomado como um porta-voz de muitos estudiosos e educadores na forma como ele via a ética judaico-cristã como irracional, produtora de culpa, e falsamente restritiva da liberdade natural. Juntamente com muitos outros, Freud queria uma abordagem mais racional” da ética. E se essa rejeição da ética religiosamente baseada tivesse tido um ponto central de conflito, poderia facilmente ser em rejeitar a ética judaico-cristã com respeito ao casamento e sexo, uma rejeição que veio à proeminência cultural com a “revolução sexual” de uma geração passada. É provavelmente menos comum que intelectuais seculares tenham explicitamente rejeitado padrões morais judaico-cristãos a respeito de assassinato, roubo ou mentira.
Mas agora essa rejeição da ética religiosamente baseada está sendo questionada a partir de uma direção que pode ser surpreendente para alguns: a pesquisa empírica nas ciências sociais. Vários estudos empíricos recentes em psicologia e sociologia têm mostrado que as pessoas geralmente experimentam um nível bem mais alto de bem-estar e felicidade se permanecem casados por toda a vida e mantêm relações sexuais dentro do casamento. Não há mais nenhuma razão para ver as regras tradicionais religiosas contra o divórcio e o sexo fora do casamento como imposições irracionais de um Deus arbitrário ou inexistente.
I. A Visão Tradicional
Antes de olharmos para o trabalho dos cientistas sociais, seria bom revisar com maior precisão o que era realmente alegado por pensadores da moral judaico-cristã. A alegação não era somente que regras morais procedem de Deus. Era também que regras morais apropriadas tendem a contribuir para o bem do homem, pois estas regras estão arraigadas em ou correspondem à natureza e relacionamentos humanos. Isso era verdade, quer alguém estivesse falando sobre a ética do sexo, de dizer a verdade, de proteger a vida e a propriedade, ou qualquer outra coisa. Pelo menos desde o tempo de Kant, a filosofia tem geralmente separado as questões de dever (éticas deontológicas) das questões que contribuem para o bem humano (éticas teleológicas ou utilitárias). E esta tendência filosófica é freqüentemente vista em discussões populares que separam os deveres religiosos da felicidade humana.
Mas na tradição bíblica não há uma separação entre consideração de deveres e consideração do que contribui para o bem-estar humano. Na própria Bíblia parece não haver tensões entre dizer que alguém deve seguir certa regra moral porque ela procede de Deus, e dizer que alguém deve seguir essa regra moral porque a mesma contribui para o bem humano. Por um lado, após ter recebido os Dez Mandamentos de Deus e dado ao povo, Moisés pôde usar a linguagem de dever para com Deus para explicar a importância de guardar as regras. “Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, afim de que não pequeis” (Êxodo 20:20). Por outro lado, Moisés pôde usar também a linguagem moral que soa teológica, que conecta regras morais com o bem humano, quando explicou o porquê as pessoas deveriam seguir as regras morais. “Andareis em todo o caminho que vos manda o SENHOR vosso Deus, para que vivais e bem vos suceda, e prolongueis os dias na terra que haveis de possuir” (Deuteronômio 5:33). A separação moderna entre dever moral e considerações do bem humano está simplesmente ausente na perspectiva bíblica. Os dois estão perfeitamente unidos porque Deus é visto como a fonte de ambos.
Um pensador cristão que compreendeu isso especialmente bem foi o teólogo de Princeton Charles Hodge. Ele viu uma unidade completa das regras morais ordenadas por Deus e os princípios que servem para o bem humano, pois “há uma revelação imperfeita da lei [de Deus] na própria constituição da nossa natureza.” E muitas das leis de Deus mencionadas na Bíblia “são encontradas nas relações permanentes dos homens no presente estado de existência deles.” Muitas leis bíblicas “estão fundamentadas sobre a natureza das coisas; isto é, sobre a constituição a qual pareceu bem Deus ordenar.” Com isso em mente podemos retornar para as ciências sociais.
Um cientista social que é altamente estimado pela sua habilidade de sintetizar os resultados de experimentos em ciência social por centenas de pesquisadores ao redor do mundo é David G. Myers. Seus livros-texto sobre introdução à psicologia e psicologia social são muito amplamente usados por universidades em países de língua inglesa. Em seus diversos livros ele parece ter grande prazer em usar os resultados de pesquisas empíricas para destruir os mitos que todos supostamente “conhecem”. Uma pessoa deveria ler Myers somente se estiver disposto a ter o seu pensamento desafiado pela ciência real. Neste estudo usaremos a compilação que Myers fez dos resultados de pesquisas nas ciências sociais.
II. Coabitação
Apesar de parecer muito comum as pessoas dizerem que um casal deve coabitar (viver junto sem casar) para ver se eles são compatíveis, na prática real, a co-habitação geralmente não traz bons resultados. De fato, há diversos resultados ruins que tendem a vir.
Diversos estudos amplos, tanto na Europa como na América do Norte, descobriram que casais que coabitam têm um índice de divórcio bem maior do que aquele encontrado entre os que não viveram juntos antes do casamento. Nos estudos diferentes em vários países, o crescimento do número de divórcios entre aqueles que coabitavam é de 35% a 80% mais alto. Ao invés de aumentar a felicidade e a estabilidade matrimonial ajudando a pessoa a encontrar o parceiro ideal, a coabitação promove fortemente o divórcio (p. 29).
Em adição, coabitações tendem a ser bem mais violentas do que casamentos. Vários estudos mostram que as mulheres são espancadas pelos seus parceiros com maior freqüência do que esposas pelos seus maridos. Estudos mostram que há de 80% a 400% mais violência em relacionamentos de coabitação do que em relacionamentos matrimoniais. Um estudo descobriu que mulheres que têm relacionamentos de coabitação têm oito vezes mais chance de serem assassinadas pelos seus parceiros do que esposas pelos seus maridos (pp. 31, 32). Contrastes adicionais são que parceiros que coabitam geralmente relatam um nível mais baixo de satisfação sexual do que casados. E elas são geralmente menos felizes e mais propensas a ter depressão do que pessoas casadas. Embora esteja bem estabelecido pela ciência que um casamento feliz é o melhor indicador de que uma pessoa será feliz com a vida como um todo, aqueles que vivem juntos são apenas um pouco mais felizes do que os solteiros (pp. 41, 42).
III. Divórcio e Mães Solteiras
Provavelmente estamos todos cientes do alto índice de divórcios na maior parte da Europa e América do Norte. Com algumas diferenças regionais e nacionais, parece que aproximadamente metade dos nossos casamentos termina em divórcios. Ao mesmo tempo, inúmeras mulheres estão sendo mães sem nunca terem casado com o homem que é o pai dos seus filhos, fazendo surgiu a nova expressão: “pais que batem e correm”. Isso tem impelido os cientistas sociais a investigarem o divórcio e a maternidade solteira. O retrato não é bonito.
Os estudos confirmam o que muitos suspeitavam. O divórcio faz com que as pessoas se sintam solitárias, depressivas e rejeitadas, freqüentemente por muitos anos. O que não é bem conhecido é que o divórcio prejudica também a saúde física, quase tanto quanto fumar uma carteira de cigarros por dia. O aumento do índice de mortes mostra que pessoas divorciadas tendem a viver alguns anos menos do que seus vizinhos ainda casados (p. 43). Divórcios também tendem fortemente a levar pessoas à pobreza, especialmente se há crianças envolvidas. Dois lares custam mais que um. Por causa da redução da felicidade, a motivação por trabalho e ganhos financeiros pode diminuir. E relativamente poucos homens, na verdade, pagam boa pensão alimentícia ou suporte para os filhos. A ausência dos pais biológicos parece ser um fato predominante na pobreza entre as crianças, pelo menos nos Estados Unidos, mas provavelmente em outros países também (p. 75).
Muitos dos efeitos do divórcio e maternidade independente são sentidos pelas crianças envolvidas. Simplificando: a ausência dos pais cria vários problemas para as crianças, não importa se a ausência é causada por divórcio ou por falta de casamento. Filhos de pais solteiros têm um índice muito maior de abuso ou negligência por parte de um dos pais (p. 63). Crianças que vivem com sua mãe biológica e padrasto, ou namorado da mãe, também correm riscos especiais: altos índices de abuso, índices muito mais altos de assassinato, e um tabu mais fraco de incesto com os resultados previsíveis.
Alguns cientistas sociais falam de um “número mágico” de 70% (setenta), pois 70% daqueles com as principais doenças sociais cresceram num lar sem pais: 70% dos presidiários, 70% dos adolescentes assassinos, 70% dos adolescentes que fogem de casa, e 70% dos delinqüentes. Alguns cientistas começaram a falar de uma “invasão de bárbaros” como uma forma de se referir a garotos que crescem sem o pai e, portanto, sem a expectativa de assumir uma posição de marido e provedor de um lar (p. 76, 77). Crianças de famílias de pais solteiros e famílias com padrasto ou madrasta são duas a três vezes mais propensas a necessitar de ajuda psicológica. E são muito mais propensos a se envolverem em sexo sem proteção, fumar cigarros, e fazer uso de álcool e drogas. Enquanto apenas aproximadamente 12% das crianças que vivem com os dois pais biológicos têm problemas sérios na escola, isso salta para 22% se a criança vive com uma mãe divorciada, e para 30% se a mãe nunca casou (p. 83).
IV. Conclusões Científicas
Sobre as bases da sua exaustiva revisão da pesquisa da ciência social, Myers afirma o que ele chama de “ideal transcultural: crianças prosperam melhor quando criadas por dois pais que são permanentemente comprometidos um com o outro e com o bem-estar dos seus filhos” (p. 87). E ele aponta que 70% dos divórcios vêm no fim de casamentos com baixo nível de conflitos, casamentos nos quais o nível de conflito não causa danos sérios às crianças (p. 89, 90). Alguém poderia adicionar que em tais casamentos de conflitos pequenos, o divórcio não parece ser de forma alguma sábio, dado os desgastes humanos, e tais casamentos poderiam prontamente ser reconciliados se existir o desejo de assim fazê-lo.
Algum movimento em direção a esse “ideal transcultural” é possível. Passos práticos e úteis podem ser tomados. “Comprometimento matrimonial, mostram estudos, é sustentado não somente por atração, mas também por uma convicção moral da importância do casamento e por temor dos custos sociais e financeiros de uma quebra de relacionamento” (p. 47). Essa convicção moral e temor dos custos da quebra matrimonial podem ser elevados nos jovens por uma nova geração de livros-texto para escolas e universidades, livros que possam identificar esses fatos científicos mais claramente que aqueles do passado, enquanto também sendo orientados para o bem humano. Atitudes e ações podem ser significantemente mudadas por leis e regulamentos a respeito de casamento e divórcio, e talvez até mesmo por regras financeiras e de impostos. Aulas bem definidas de preparação para casamento podem ser extremamente eficazes em dar aos casais a idéia, motivação, e habilidades práticas necessárias para fazer com que um casamento realmente dê certo. As ciências sociais nos dizem que casamentos que duram até o fim da vida (e a rejeição de sexo fora do casamento) é um fator muito grande na felicidade de indivíduos e para o bem da sociedade como um todo. A ciência pode também nos dizer que existem algumas coisas que podemos fazer para chegarmos mais perto desse ideal.
V. Conclusões Filosóficas
Sobre a base da ciência real, alguém pode afirmar agora a regra moral judaico-cristã, “não adulterarás”, como era tradicionalmente interpretada: você não pode acabar um casamento ou noivado com sexo fora do casamento. Mesmo um ateu pode afirmar que essa regra tem sido cientificamente mostrada como sendo crucial para o bem-estar humano. A rejeição dessa regra é agora não somente anti-religiosa, mas também anticientífica. Historicamente, os cristãos têm afirmado que essa regra foi encravada por Deus tanto na natureza e relacionamentos humanos, como também proclamada por Ele na consciência e nos Dez Mandamentos. A ciência pode não ser capaz de provar que essa regra vem de Deus, mas hoje o salto da ciência para a fé é bem menor do que pensávamos no passado.
UMA PESSOA PODE SER CRISTÃ SEM FREQUENTAR UMA IGREJA?
A Bíblia diz:
1 -
"Anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação" (Hb 2.12).
2 -
"E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros" (Hb 10.24-25).
A vida cristã é uma vida participativa, de ajuda mútua, visando ao crescimento espiritual.
3 -
"E, entrando no templo, [Jesus] começou a expulsar todos os que nele vendiam e compravam. Dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa é casa de oração; mas vós fizestes dela covil de salteadores. E todos os dias ensinava no templo..." (Lc 19.45-47).
Jesus freqüentava o templo.
4 -
"E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas (templos, igrejas), e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo" (Mt 4.23; cf.; Mt 12.9; 13.54; Mc 1.39; 6.2; Lc 4.16...).
5 - Jesus:
"Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga [templo israelita] e no templo, onde todos os judeus se ajuntam, e nada disso em oculto" (Jo 18.20).
6 -
"E, logo, nas sinagogas, [Saulo] pregava a Jesus que este era o Filho de Deus" (At 9.20).
7 -
"E, chegados a Salamina, [Saulo e Barnabé] anunciavam a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus" (At 13.5; v. 18.4; 19.8).
O povo de Deus costumava se reunir nos templos, em salas especiais, até nas cavernas (nos tempos difíceis), para louvar o Senhor, ouvir a Palavra e ajudar os mais fracos na fé. Veja:
"Cumprindo-se os dias de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar..." (At 2.1).
"E, quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas Deus fizera por eles e como abrira aos gentios a porta da fé" (At 14.27).
O templo é o lugar onde podemos dar testemunho das maravilhas que Deus tem feito na vida de cada um.
É na Igreja que participamos da Ceia do Senhor, sacramento instituído por Jesus:
"Tomai, comei, isto é o meu corpo". A respeito do cálice: "Bebei dele todos" (Mt 26.26-27).
É através da Igreja que somos batizados nas águas, como mandou o Senhor Jesus:
"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado..." (Mt 28.19-20).
Tiago 5.16 recomenda "confessar vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros para que sareis". Isto é, para que fiquem sarados de suas enfermidades físicas e espirituais. Esta recomendação nem sempre é observada com rigor. Nas igrejas com muitos membros há dificuldade em dar assistência individual. Com o surgimento do "pastor virtual", via TV, as dificuldades aumentaram.
Há irmãos que por motivos diversos (idade, doença, distância) não estão em condições de freqüentar uma igreja. Não deixam de ser cristãos. São testemunhas vivas de Cristo onde quer que se encontrem. Até num deserto. Mas se as condições são favoráveis, o cristão deve se congregar. Disso depende, em grande parte, seu crescimento.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
BRINCADEIRA É COISA SÉRIA
"Quando observamos as brincadeiras infantis, não duvidamos que, para as crianças, brincadeira é coisa séria. Por isso elas detestam ser interrompidas. Se isso acontece, reagem quase sempre ignorando a interrupção, às vezes irritadas ou até mesmo agressivas". (...)
Quando observamos crianças brincando numa praça, as primeiras impressões são de variedade e movimento. Umas correm, outras se balançam, conversam, disputam brinquedos, brincam em grupo ou individualmente. É comum vermos que a criança se sente desafiada pela habilidade com que a outra é capaz de subir no escorregador ou numa árvore. Observa a altura, a possibilidade de queda, e reflete se deve experimentar a mesma sensação de coragem, autonomia e satisfação do companheiro.
Assim, através da brincadeira espontânea, a criança mostra que é naturalmente dotada de criatividade, habilidade, imaginação, inteligência.
Então, qual seria a função da brincadeira na escola ou na igreja?
Cabe a você, educador, criar um ambiente organizado de tal forma que a criança possa explorar e desenvolver ao máximo estas características que lhe são próximas.
Todo o aprendizado que uma brincadeira permite é fundamental para a formação da criança em todas as etapas da sua vida. Através das brincadeiras a criança conhece melhor a si própria. Além disso, quando se relaciona com outras crianças ela experimenta situações de vida: competição, cooperação, coragem, medo, alegria, tristeza. Quer dizer, ela se socializa, compreende o que é ser ela mesma e fazer parte de um grupo.
A criança também adquire conhecimentos através da exploração de objetos que encontra no seu ambiente. Manipulando-os ela percebe suas propriedades físicas, ou seja, que há objetos redondos, quadrados, macios, ásperos, grossos, etc. Conhecendo as qualidades dos objetos, ela começa a compará-los e assim relaciona uns com os outros, por tamanho, cores, formas distintas, etc..
É a partir da manipulação dos objetos que fazem parte da vida da criança que ela adquire conceitos abstratos. Por exemplo, um objeto só é considerado "grande" quando comparado com outros "menores". A partir da compreensão de conceitos de tamanho, forma, cor, espessura, é que ela vai desenvolvendo seu raciocínio lógico, fundamental para o aprendizado posterior da matemática.
Manipulando objetos, conversando, contando histórias, dramatizando, as crianças utilizam a comunicação verbal. Desta maneira, ampliam sua linguagem, expressando-se e compreendendo melhor o mundo à sua volta.
Através das brincadeiras, não só amplia-se o relacionamento do grupo, gera maturação e desenvolve habilidades, mas também colabora-se ao desenvolvimento intelectual, através de formação de conceitos, recapitulações e fixação de conteúdos.
(...) Mais que tudo, lembre-se: Brincar é a melhor expressão de vida da criança."
ERAS E ERAS? DÁ PARA COMPREENDER?
ERAS e ERAS
O que será que dá pra depreender do antagonismo entre a ciência e a Bíblia?
ERAS e ERAS O que será que dá pra depreender do antagonismo entre a ciência e a Bíblia?
Primeiro: a ciência é cheia de hipóteses que, embora ainda não confirmadas, são dadas como teses. Exemplo: Darwin nunca conseguiu provar nada do que disse (aliás, admitiu que não era muito correta a sua própria teoria).
Segundo: Cientistas (seja das exatas ou das humanas), vivem buscando avidamente "novidades"; e a novidade de hoje acaba contradizendo a novidade de amanhã.
A ciência acaba se baseando em "convenções" criadas pelo próprio homem; e convenções sempre podem ser mudadas, desde que se arranje uma convenção melhor.
Exemplo: o metro é uma convenção. Mude-se essa convenção e a relatividade entre os tamanhos e medidas que conhecemos será totalmente alterada e as medidas que usamos serão diferentes, apesar de não alterar em nada o tamanho real das coisas ou distâncias.
E o Carbono? Padrão convencionado p/ determinar idades.
Ninguém pode garantir verdadeiramente que esse padrão é exato ou imutável.
Algum "gênio" da ciência pode aparecer e provar pra todo mundo que tá todo mundo errado e mudar tudo.
Ou não pode?
Enquanto isso...
Enquanto o homem se perde em meio a tantas convenções e padrões...
Enquanto o homem vive "provando" teorias que poderão ser totalmente aniquiladas amanhã...
E enquanto se perde em eternas discussões, tipo quem veio primeiro... um dia houve um Big Bang... um dia o homem surgiu de um macaco evoluído...
e, asneira master, enquanto nega, duvida, questiona, subestima e combate ao seu Criador...
as eras se vão...
as dúvidas persistem...
o homem continua vazio e buscando não sei o quê, não sei pra onde.
A ciência é muito boa na hora de descobrir, criar, desenvolver e produzir coisas úteis para a humanidade; mas quando tenta entender os mistérios de Deus, ou quando tenta responder aos grandes questionamentos da inquietação da alma humana... é um desastre.
Prefiro continuar crendo:
Deus existe.
Deus criou tudo.
Deus me fez. (eu não sou um macaco evoluído).
Vão dizer que são tolices...
Mas pelo menos fazem um bem tremendo à minha alma e me trazem uma paz que ninguém entende.
Por isso que a Bíblia diz que a sabedoria deste mundo é loucura e que o Evangelho é loucura para os que não crêem.
E os que não conseguem crer... seguem inquietos, vazios e cheios de incerteza, sem saber de onde vieram, que estão fazendo aqui, ou pra onde vão.
Porque quem não crê em Deus é obrigado a aceitar as convenções.
E as convenções podem ser mudadas, qualquer uma delas.
Deus, não.
Ele não muda.
Ele é O ETERNO e IMUTÁVEL CRIADOR e SUSTENTADOR de todas as coisas.
Que Deus te abençoe!
O que será que dá pra depreender do antagonismo entre a ciência e a Bíblia?
ERAS e ERAS O que será que dá pra depreender do antagonismo entre a ciência e a Bíblia?
Primeiro: a ciência é cheia de hipóteses que, embora ainda não confirmadas, são dadas como teses. Exemplo: Darwin nunca conseguiu provar nada do que disse (aliás, admitiu que não era muito correta a sua própria teoria).
Segundo: Cientistas (seja das exatas ou das humanas), vivem buscando avidamente "novidades"; e a novidade de hoje acaba contradizendo a novidade de amanhã.
A ciência acaba se baseando em "convenções" criadas pelo próprio homem; e convenções sempre podem ser mudadas, desde que se arranje uma convenção melhor.
Exemplo: o metro é uma convenção. Mude-se essa convenção e a relatividade entre os tamanhos e medidas que conhecemos será totalmente alterada e as medidas que usamos serão diferentes, apesar de não alterar em nada o tamanho real das coisas ou distâncias.
E o Carbono? Padrão convencionado p/ determinar idades.
Ninguém pode garantir verdadeiramente que esse padrão é exato ou imutável.
Algum "gênio" da ciência pode aparecer e provar pra todo mundo que tá todo mundo errado e mudar tudo.
Ou não pode?
Enquanto isso...
Enquanto o homem se perde em meio a tantas convenções e padrões...
Enquanto o homem vive "provando" teorias que poderão ser totalmente aniquiladas amanhã...
E enquanto se perde em eternas discussões, tipo quem veio primeiro... um dia houve um Big Bang... um dia o homem surgiu de um macaco evoluído...
e, asneira master, enquanto nega, duvida, questiona, subestima e combate ao seu Criador...
as eras se vão...
as dúvidas persistem...
o homem continua vazio e buscando não sei o quê, não sei pra onde.
A ciência é muito boa na hora de descobrir, criar, desenvolver e produzir coisas úteis para a humanidade; mas quando tenta entender os mistérios de Deus, ou quando tenta responder aos grandes questionamentos da inquietação da alma humana... é um desastre.
Prefiro continuar crendo:
Deus existe.
Deus criou tudo.
Deus me fez. (eu não sou um macaco evoluído).
Vão dizer que são tolices...
Mas pelo menos fazem um bem tremendo à minha alma e me trazem uma paz que ninguém entende.
Por isso que a Bíblia diz que a sabedoria deste mundo é loucura e que o Evangelho é loucura para os que não crêem.
E os que não conseguem crer... seguem inquietos, vazios e cheios de incerteza, sem saber de onde vieram, que estão fazendo aqui, ou pra onde vão.
Porque quem não crê em Deus é obrigado a aceitar as convenções.
E as convenções podem ser mudadas, qualquer uma delas.
Deus, não.
Ele não muda.
Ele é O ETERNO e IMUTÁVEL CRIADOR e SUSTENTADOR de todas as coisas.
Que Deus te abençoe!
EU NEGUEI JESUS!!!!!!!!!
EU NEGUEI JESUS
...senti meu espírito inquieto e triste com o que estava lendo. Era como se alguém me dissesse: -Você fez isso...
Estava lendo um texto que fala sobre a negação de Pedro, quando senti meu espírito inquieto e triste com o que estava lendo. Era como se alguém me dissesse: você fez isso.
Fui ver o que o Aurélio diz sobre negar, e uma das acepções é a seguinte: “não se apresentar, ausentar-se...”
Fiquei meio assustado ao ler isso. E triste. Muito triste.
Entendi que já neguei e, pior, tenho negado meu Senhor muito mais vezes do que pudesse imaginar.
Quantas vezes fui chamado a fazer algo no Reino de Deus e “não me apresentei”? E eu tinha motivos muito justos pra não ir. Tenho muitos compromissos importantes e não posso faltar. Não tenho tempo pra isso agora. Minha agenda ta apertada. O meu tempo está realmente escasso. Fica pra outra vez...
Quantas vezes deixei de comparecer aos meus encontros com Jesus (na intimidade, no lugar secreto), porque acordei meio indisposto, acordei atrasado e tinha um compromisso importante (e dói constatar que já considerei muita coisa “mais importante” do que estar um tempo com Jesus).
Eu nego Jesus quando me ausento, quando não me apresento, quando tenho coisas mais importantes pra fazer, quando priorizo outras coisas antes do “Reino de Deus e sua justiça”, quando inverto a ordem e busco acrescentar todas as coisas antes da busca do Reino.
Eu nego Jesus e neguei muitas vezes...
É duro admitir.
É duro constatar.
Mas é verdade.
É fato.
O meu consolo é saber que Jesus me ama apesar disso. Ele conhece os meus limites, minhas imperfeições, minha indisciplina e incapacidade pra ser coerente com o amor que tenho por Ele.
Ele sabe que eu O amo.
Apesar de tudo e mesmo assim, Ele me ama. E me aceita exatamente do jeito que eu sou e me aperfeiçoa nas minhas fraquezas. Ele me amou antes da fundação do mundo, quando eu nem ainda existia e era massa informe, ele já me conhecia e amava. Antes que eu fosse sequer um projeto de vida para os meus pais, ele já tinha planos eternos pra minha vida e pra minha alma.
E é muito bom saber disso. Saber que Ele já me perdoou “na cruz”. Que já levou sobre si os meus pecados (inclusive as vezes que O neguei e nego), minhas dores, minhas transgressões, minhas doenças e que o castigo que me traz a paz que excede todo entendimento estava sobre Ele.
É muito bom saber que apesar de tudo e mesmo assim, Ele me compreende e não desiste de mim nem dos Seus propósitos pra minha vida. Que todas as vezes que faltei a um encontro com Ele, Ele esteve lá. Eu deixei que Ele ficasse esperando e não fui, mas Ele esteve lá. E mesmo assim, mesmo com tantas ausências minhas, com tantas faltas, com tantas decepções que lhe causo, com tanta insensatez de minha parte, Ele sempre me perdoa, me aceita, me recebe de volta, sem cobrar nada, sem reclamar de nada, sem me acusar de nada (Ele sabe que levou minha condenação sobre si), sem me humilhar por tantas vezes que o entristeço...
Ele sabe que eu O amo.
Ele me conhece total e profundamente. E sabe que o meu jeito de ser é imperfeito. O meu jeito de amar é imperfeito. O meu jeito é humano, portanto falho, ingrato, imperfeito...
Ele é perfeito. Seu amor é perfeito. Por isso aceita o meu pequeno e imperfeito amor por Ele. Por isso entende.
Amor insondável, incompreensível, ilimitado, perfeito... só o amor de Jesus. Tudo crê. Tudo suporta. Tudo espera. Não lança em rosto... Amor perfeito. Essência do Amor. O próprio Amor. Jesus.
Ele sabe e aceita minhas limitações e falhas. Ele me amou muito antes. Antes da fundação do mundo. E faz muito pouco tempo que existo e vim a conhecê-lo e a amá-lo. Ele sabe disso. Aleluias!
É duro. É triste. É difícil constatar e aceitar. Mas já neguei Jesus muito mais vezes do que imaginava. Já entristeci o coração dEle vezes sem conta.
Mas é muito bom saber que Ele me ama. E vai continuar me amando e me ensinando, aos poucos e sempre, me aperfeiçoando nas minhas fraquezas, o jeito certo, correto e digno de amá-lo.
Ele é Santo.
Ele é Digno.
Ele é Perfeito.
Ele é Deus.
Ele é Jesus.
Ele é Amor.
Ele é o Princípio.
Ele é o Fim.
Ele é a Totalidade de todas as coisas.
Glória, pois a Ele eternamente, Amém!
...senti meu espírito inquieto e triste com o que estava lendo. Era como se alguém me dissesse: -Você fez isso...
Estava lendo um texto que fala sobre a negação de Pedro, quando senti meu espírito inquieto e triste com o que estava lendo. Era como se alguém me dissesse: você fez isso.
Fui ver o que o Aurélio diz sobre negar, e uma das acepções é a seguinte: “não se apresentar, ausentar-se...”
Fiquei meio assustado ao ler isso. E triste. Muito triste.
Entendi que já neguei e, pior, tenho negado meu Senhor muito mais vezes do que pudesse imaginar.
Quantas vezes fui chamado a fazer algo no Reino de Deus e “não me apresentei”? E eu tinha motivos muito justos pra não ir. Tenho muitos compromissos importantes e não posso faltar. Não tenho tempo pra isso agora. Minha agenda ta apertada. O meu tempo está realmente escasso. Fica pra outra vez...
Quantas vezes deixei de comparecer aos meus encontros com Jesus (na intimidade, no lugar secreto), porque acordei meio indisposto, acordei atrasado e tinha um compromisso importante (e dói constatar que já considerei muita coisa “mais importante” do que estar um tempo com Jesus).
Eu nego Jesus quando me ausento, quando não me apresento, quando tenho coisas mais importantes pra fazer, quando priorizo outras coisas antes do “Reino de Deus e sua justiça”, quando inverto a ordem e busco acrescentar todas as coisas antes da busca do Reino.
Eu nego Jesus e neguei muitas vezes...
É duro admitir.
É duro constatar.
Mas é verdade.
É fato.
O meu consolo é saber que Jesus me ama apesar disso. Ele conhece os meus limites, minhas imperfeições, minha indisciplina e incapacidade pra ser coerente com o amor que tenho por Ele.
Ele sabe que eu O amo.
Apesar de tudo e mesmo assim, Ele me ama. E me aceita exatamente do jeito que eu sou e me aperfeiçoa nas minhas fraquezas. Ele me amou antes da fundação do mundo, quando eu nem ainda existia e era massa informe, ele já me conhecia e amava. Antes que eu fosse sequer um projeto de vida para os meus pais, ele já tinha planos eternos pra minha vida e pra minha alma.
E é muito bom saber disso. Saber que Ele já me perdoou “na cruz”. Que já levou sobre si os meus pecados (inclusive as vezes que O neguei e nego), minhas dores, minhas transgressões, minhas doenças e que o castigo que me traz a paz que excede todo entendimento estava sobre Ele.
É muito bom saber que apesar de tudo e mesmo assim, Ele me compreende e não desiste de mim nem dos Seus propósitos pra minha vida. Que todas as vezes que faltei a um encontro com Ele, Ele esteve lá. Eu deixei que Ele ficasse esperando e não fui, mas Ele esteve lá. E mesmo assim, mesmo com tantas ausências minhas, com tantas faltas, com tantas decepções que lhe causo, com tanta insensatez de minha parte, Ele sempre me perdoa, me aceita, me recebe de volta, sem cobrar nada, sem reclamar de nada, sem me acusar de nada (Ele sabe que levou minha condenação sobre si), sem me humilhar por tantas vezes que o entristeço...
Ele sabe que eu O amo.
Ele me conhece total e profundamente. E sabe que o meu jeito de ser é imperfeito. O meu jeito de amar é imperfeito. O meu jeito é humano, portanto falho, ingrato, imperfeito...
Ele é perfeito. Seu amor é perfeito. Por isso aceita o meu pequeno e imperfeito amor por Ele. Por isso entende.
Amor insondável, incompreensível, ilimitado, perfeito... só o amor de Jesus. Tudo crê. Tudo suporta. Tudo espera. Não lança em rosto... Amor perfeito. Essência do Amor. O próprio Amor. Jesus.
Ele sabe e aceita minhas limitações e falhas. Ele me amou muito antes. Antes da fundação do mundo. E faz muito pouco tempo que existo e vim a conhecê-lo e a amá-lo. Ele sabe disso. Aleluias!
É duro. É triste. É difícil constatar e aceitar. Mas já neguei Jesus muito mais vezes do que imaginava. Já entristeci o coração dEle vezes sem conta.
Mas é muito bom saber que Ele me ama. E vai continuar me amando e me ensinando, aos poucos e sempre, me aperfeiçoando nas minhas fraquezas, o jeito certo, correto e digno de amá-lo.
Ele é Santo.
Ele é Digno.
Ele é Perfeito.
Ele é Deus.
Ele é Jesus.
Ele é Amor.
Ele é o Princípio.
Ele é o Fim.
Ele é a Totalidade de todas as coisas.
Glória, pois a Ele eternamente, Amém!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
M E T A R M O F O S E
Metamorfose
O pecado deforma, o mundo reforma, mas Cristo transforma. “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12.2).
O homem foi criado perfeito (Ec.7.29), conforme a imagem e semelhança de Deus (Gn.1.26), mas corrompeu-se pelo pecado, tornando-se muito diferente do seu criador. Na medida em que foi se degradando, o ser humano adquiriu características do tentador. Se Satanás vem para roubar, matar e destruir, quem faz estas coisas torna-se semelhante a ele (Jo.10.10).
Por esta causa, ocorreram tantas atrocidades no curso da história e ainda ocorrem. O caráter do homem deformou-se de tal modo, que corrupção, guerras e chacinas tornaram-se cada vez mais frequentes e comuns.
Ainda que nem todas as pessoas se encontrem na extrema prática da maldade, é plano do inimigo que todos se corrompam ainda mais, indo de mal a pior, conforme escreveu Paulo (2Tm.3.13).
Constatar a maldade humana não é difícil. Os fatos publicados diariamente nos meios de comunicação atestam isso. Contudo, o que pode ser feito para resolver o problema?
Muitos dirão que a educação é o caminho. Quem sabe as religiões e filosofias de vida possam melhorar o homem? Apesar da utilidade que tudo isso possa ter, o efeito será apenas superficial, um disfarce para a natureza pecaminosa. Estudar é bom e aconselhável, mas o conhecimento acadêmico não muda o caráter do homem. Muitos, depois de haverem estudado durante décadas, tornaram-se mais hábeis na “arte” de roubar e enganar.
A solução está em Cristo. Seu primeiro milagre foi a transformação da água em vinho (Jo.2), deixando clara sua especialidade: Ele transforma vidas. Seus discípulos, exceto um, foram transformados. Tiago e João são exemplos dignos de nota. Tendo sido chamados “filhos do trovão” por conta de seu temperamento indócil, foram mudados através do ensino e convivência com o Mestre. Nada disso funcionou com Judas Iscariotes, porque não se trata de mágica, mas de um processo que inclui a vontade humana.
O texto de Romanos 12.2 pode nos levar a pensar que apenas o ímpio precisa ser transformado. Porém, Paulo escreveu aquelas palavras para os crentes.
O primeiro passo para a transformação está no reconhecimento do pecado. Depois, vem uma atitude dentre estas duas: conformar-se ou transformar-se. Muitas pessoas reconhecem seus erros, mas estão conformadas com os mesmos. Chegam a dizer: “Eu sou assim e não vou mudar”. Neste caso, nem Deus poderá transformá-las em seres humanos melhores.
Antes que mude o nosso agir, falar, vestir, etc., é necessário que nossa mente seja renovada. A mentalidade mundana precisa ser trocada pela mentalidade cristã. A mente do mundo pode ser resumida em uma palavra: egoísmo. A mentalidade de Cristo se resume no amor. Quando percebermos que estamos mais preocupados com o próximo do que com nossa cobiça pessoal, este será o sinal inequívoco de que o evangelho tem produzido resultados satisfatórios em nossas vidas.
Essa transformação não ocorre simplesmente pela frequência à igreja durante anos. O escritor da carta aos Hebreus afirmou que, apesar do longo tempo passado, aqueles irmãos ainda eram imaturos na fé porque foram negligentes (Heb.5.11-14).
A renovação da nossa mente e a consequente transformação do nosso caráter acontecem pela ação do Espírito Santo e da palavra de Deus. Os que negligenciam o conhecimento bíblico, impedem a mudança necessária em suas vidas.
A experiência de Israel ilustra bem os referidos fatos. Aquele povo, mesmo tendo saído do Egito, ainda possuía um jeito egípcio de ser, pensar, agir, falar, vestir, comer, etc.. Então, Deus lhes deu a lei para que desenvolvessem uma nova cultura. Assim também, a palavra de Deus forma em nós a natureza divina (IIPd.1.4).
Na linguagem de Paulo, a natureza pecaminosa, imagem de Adão, é chamada “velho homem”. A natureza divina, imagem de Cristo, é chamada “novo homem”. São dois modos de vida, exemplificados de forma bem prática em Efésios 4.17-32.
Novamente, Paulo escreveu a crentes, exortando-os a uma mudança de vida. A conversão é apenas o início desse processo. É uma mudança de rumo, após a qual deve haver uma longa caminhada. Ainda que já nos consideremos transformados em relação ao que éramos outrora, outros níveis mais altos existem e precisamos alcançá-los.
Em Efésios 4.28 temos um exemplo disso, que pode ser esquematizado em 5 níveis:
1- Furtava.
2- Não furta mais.
3- Trabalha.
4- Faz o que é bom (e não um trabalho qualquer).
5- Reparte com o necessitado.
Nota-se, portanto, que, se já experimentamos a ação do evangelho em nós, podemos ser ainda melhores mediante o poder deste mesmo evangelho. Na parábola do bom samaritano (Lc.10), podemos observar algumas situações ou estágios:
1- O ladrão.
2- A vítima.
3- O levita.
4- O sacerdote.
5- O bom samaritano.
O levita e o sacerdote poderiam estar muito satisfeitos por não serem ladrões nem vítimas, mas ainda não alcançaram o melhor do plano de Deus, que seria a atitude de amor ao próximo. A religiosidade não conduz o homem ao pleno crescimento espiritual.
Toda a transformação que o evangelho pode produzir em nós tem por objetivo nos fazer semelhantes a Jesus. Assim como herdamos a imagem corrompida do primeiro Adão, precisamos desenvolver em nós a imagem do último Adão, que é Cristo (ICo.15.45-49).
“Mas todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co.3.18).
A palavra metamorfose sempre nos faz lembrar da transformação da lagarta em borboleta. O homem sem Cristo assemelha-se à lagarta em seu estado asqueroso, repugnante, rastejando pelo chão. Todos desprezam a lagarta, mas nela existe um potencial, uma vocação para voar. Um dia, ela se recolhe numa crisálida. Então, parece que sua vida acabou. Segue-se um período de quietude, isolamento, enquanto ela se transforma de dentro para fora. Enfim, surge uma linda borboleta, com um estilo de vida superior, livre para voar. Este é também o plano de Deus para nós: que nos libertemos do pecado, deixemos de rastejar na sujeira e possamos alcançar as alturas celestiais em Cristo Jesus.
O pecado deforma, o mundo reforma, mas Cristo transforma. “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12.2).
O homem foi criado perfeito (Ec.7.29), conforme a imagem e semelhança de Deus (Gn.1.26), mas corrompeu-se pelo pecado, tornando-se muito diferente do seu criador. Na medida em que foi se degradando, o ser humano adquiriu características do tentador. Se Satanás vem para roubar, matar e destruir, quem faz estas coisas torna-se semelhante a ele (Jo.10.10).
Por esta causa, ocorreram tantas atrocidades no curso da história e ainda ocorrem. O caráter do homem deformou-se de tal modo, que corrupção, guerras e chacinas tornaram-se cada vez mais frequentes e comuns.
Ainda que nem todas as pessoas se encontrem na extrema prática da maldade, é plano do inimigo que todos se corrompam ainda mais, indo de mal a pior, conforme escreveu Paulo (2Tm.3.13).
Constatar a maldade humana não é difícil. Os fatos publicados diariamente nos meios de comunicação atestam isso. Contudo, o que pode ser feito para resolver o problema?
Muitos dirão que a educação é o caminho. Quem sabe as religiões e filosofias de vida possam melhorar o homem? Apesar da utilidade que tudo isso possa ter, o efeito será apenas superficial, um disfarce para a natureza pecaminosa. Estudar é bom e aconselhável, mas o conhecimento acadêmico não muda o caráter do homem. Muitos, depois de haverem estudado durante décadas, tornaram-se mais hábeis na “arte” de roubar e enganar.
A solução está em Cristo. Seu primeiro milagre foi a transformação da água em vinho (Jo.2), deixando clara sua especialidade: Ele transforma vidas. Seus discípulos, exceto um, foram transformados. Tiago e João são exemplos dignos de nota. Tendo sido chamados “filhos do trovão” por conta de seu temperamento indócil, foram mudados através do ensino e convivência com o Mestre. Nada disso funcionou com Judas Iscariotes, porque não se trata de mágica, mas de um processo que inclui a vontade humana.
O texto de Romanos 12.2 pode nos levar a pensar que apenas o ímpio precisa ser transformado. Porém, Paulo escreveu aquelas palavras para os crentes.
O primeiro passo para a transformação está no reconhecimento do pecado. Depois, vem uma atitude dentre estas duas: conformar-se ou transformar-se. Muitas pessoas reconhecem seus erros, mas estão conformadas com os mesmos. Chegam a dizer: “Eu sou assim e não vou mudar”. Neste caso, nem Deus poderá transformá-las em seres humanos melhores.
Antes que mude o nosso agir, falar, vestir, etc., é necessário que nossa mente seja renovada. A mentalidade mundana precisa ser trocada pela mentalidade cristã. A mente do mundo pode ser resumida em uma palavra: egoísmo. A mentalidade de Cristo se resume no amor. Quando percebermos que estamos mais preocupados com o próximo do que com nossa cobiça pessoal, este será o sinal inequívoco de que o evangelho tem produzido resultados satisfatórios em nossas vidas.
Essa transformação não ocorre simplesmente pela frequência à igreja durante anos. O escritor da carta aos Hebreus afirmou que, apesar do longo tempo passado, aqueles irmãos ainda eram imaturos na fé porque foram negligentes (Heb.5.11-14).
A renovação da nossa mente e a consequente transformação do nosso caráter acontecem pela ação do Espírito Santo e da palavra de Deus. Os que negligenciam o conhecimento bíblico, impedem a mudança necessária em suas vidas.
A experiência de Israel ilustra bem os referidos fatos. Aquele povo, mesmo tendo saído do Egito, ainda possuía um jeito egípcio de ser, pensar, agir, falar, vestir, comer, etc.. Então, Deus lhes deu a lei para que desenvolvessem uma nova cultura. Assim também, a palavra de Deus forma em nós a natureza divina (IIPd.1.4).
Na linguagem de Paulo, a natureza pecaminosa, imagem de Adão, é chamada “velho homem”. A natureza divina, imagem de Cristo, é chamada “novo homem”. São dois modos de vida, exemplificados de forma bem prática em Efésios 4.17-32.
Novamente, Paulo escreveu a crentes, exortando-os a uma mudança de vida. A conversão é apenas o início desse processo. É uma mudança de rumo, após a qual deve haver uma longa caminhada. Ainda que já nos consideremos transformados em relação ao que éramos outrora, outros níveis mais altos existem e precisamos alcançá-los.
Em Efésios 4.28 temos um exemplo disso, que pode ser esquematizado em 5 níveis:
1- Furtava.
2- Não furta mais.
3- Trabalha.
4- Faz o que é bom (e não um trabalho qualquer).
5- Reparte com o necessitado.
Nota-se, portanto, que, se já experimentamos a ação do evangelho em nós, podemos ser ainda melhores mediante o poder deste mesmo evangelho. Na parábola do bom samaritano (Lc.10), podemos observar algumas situações ou estágios:
1- O ladrão.
2- A vítima.
3- O levita.
4- O sacerdote.
5- O bom samaritano.
O levita e o sacerdote poderiam estar muito satisfeitos por não serem ladrões nem vítimas, mas ainda não alcançaram o melhor do plano de Deus, que seria a atitude de amor ao próximo. A religiosidade não conduz o homem ao pleno crescimento espiritual.
Toda a transformação que o evangelho pode produzir em nós tem por objetivo nos fazer semelhantes a Jesus. Assim como herdamos a imagem corrompida do primeiro Adão, precisamos desenvolver em nós a imagem do último Adão, que é Cristo (ICo.15.45-49).
“Mas todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co.3.18).
A palavra metamorfose sempre nos faz lembrar da transformação da lagarta em borboleta. O homem sem Cristo assemelha-se à lagarta em seu estado asqueroso, repugnante, rastejando pelo chão. Todos desprezam a lagarta, mas nela existe um potencial, uma vocação para voar. Um dia, ela se recolhe numa crisálida. Então, parece que sua vida acabou. Segue-se um período de quietude, isolamento, enquanto ela se transforma de dentro para fora. Enfim, surge uma linda borboleta, com um estilo de vida superior, livre para voar. Este é também o plano de Deus para nós: que nos libertemos do pecado, deixemos de rastejar na sujeira e possamos alcançar as alturas celestiais em Cristo Jesus.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
O MUNDO E SUA VIDA PESSOAL DEIXAM VOCE DORMIR?
Paz e Tranqüilidade
Os problemas da vida pessoal e do mundo deixam você dormir normalmente?
À medida que o ritmo da vida continua a ganhar velocidade (e sair fora de controle para milhões de pessoas) a verdadeira paz no coração e na mente é um objetivo elusivo buscado por muitos, mas encontrado somente por alguns poucos. Números continuamente crescentes de alcoólatras e de viciados em drogas — junto com um apetite insaciável pelas coisas materiais e status social — são um testemunho mudo da miséria espiritual que está sendo vivenciada. Hordas de torcedores fanáticos seguem os eventos esportivos e o entretenimento como formas de fugir da realidade, mas quando os problemas são ignorados e não são adequadamente enfrentados, eles somente se multiplicam. O estresse gerado por esse ritmo frenético é um dos principais fatores responsáveis pelos elevados índices de divórcios que estão ocorrendo atualmente. Os casamentos estão se dissolvendo e as famílias estão se desintegrando, de modo que o sofrimento emocional é grande.
Você foi infectado por esse vírus mortal? Em caso afirmativo, permita-me falar sobre o antídoto que propicia um nível de paz que literalmente excede a compreensão humana! Tomá-lo não fará seus problemas desaparecerem, mas permitirá que você consiga lidar com eles sem desfalecer sob o peso da carga.
A única resposta para as coisas que nos afligem é a salvação oferecida na Bíblia. Embora seja verdade que existam muitas soluções/religiões alternativas, as "curas" supostamente obtidas com elas são poucas e demoradas. Ao mesmo tempo, em contraste, milhões continuam a testificar sobre a paz transformadora de vida que experimentaram ao receber Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal:
"E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus." [Filipenses 4:7].
Dizem que a melhor propaganda é um consumidor satisfeito, pois quando encontramos um produto que realmente funciona, falamos sobre ele para muitas pessoas. Essa filosofia é espelhada nas seguintes palavras que o Senhor disse aos Seus discípulos alguns momentos antes de ascender aos céus:
"Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra." [Atos 1:8].
Parece razoável para você que os discípulos espalhariam a mensagem se ela não tivesse sido benéfica para eles? Você acha que eu gastaria horas do meu tempo para escrever artigos (sem receber remuneração alguma em troca) se não tivesse pessoalmente experimentado a paz sobrenatural que transcende a mente humana? Infelizmente, existem pastores inescrupulosos que usam seu cargo para enriquecer à custa dos outros. Assim, que razão poderiam ter todos os discípulos para quererem compartilhar a mensagem com as pessoas se não fosse porque eles tinham experimentado uma coisa maravilhosa? A natureza humana é tal que as promessas de felicidade eterna baseadas em quantas boas obras a pessoa fez em sua vida motivarão alguns indivíduos à piedade pessoal, mas raramente os seguidores dessa visão sem base bíblica tentam recrutar os outros! A experiência mostra que somente quando uma vida foi transformada pelo poder do Espírito Santo de Deus é que ela exibe um desejo de ver as outras pessoas compartilharem os benefícios maravilhosos da salvação.
Se você separar um tempo para refletir sobre o que está acontecendo no mundo hoje, certamente concluirá que estamos sentados sobre um barril de pólvora muito maior e mais poderoso do que aquele que existia antes da Segunda Guerra Mundial. A situação econômica continua delicada, a despeito das estatísticas de aparente crescimento, e o terrorismo está se alastrando como um câncer. O espectro de uma guerra nuclear novamente paira sobre o mundo, à medida que a China, a Coréia do Norte e o Irã "agitam o sabre" e fazem ameaças veladas sobre o uso de suas armas. Todas essas são razões legítimas para preocupação e, quando adicionadas aos problemas da vida diária, criam a receita para noites em claro, sem conseguir dormir.
As preocupações são um flagelo da condição humana e afligem praticamente todas as pessoas em alguns momentos, mas quando uma alma está segura nos braços de Jesus Cristo, há uma paz interior que as preocupações deste mundo não podem afetar por muito tempo. É a verdadeira "paz que excede todo o entendimento" e é inexplicável para todos os que ainda não a experimentaram. Tudo o que posso dizer a você é que independente de quão ruim fique a situação e quão tentado eu esteja a me aborrecer com ela (o que confesso que acontece de tempos em tempos), nunca demora muito após eu pedir ajuda ao Senhor e receber uma calma no coração e começar a resolver os problemas. Este verso especial das Escrituras sempre vem à minha mente nesses momentos:
"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." [Romanos 8:28].
Como um filho de Deus nascido de novo, tudo o que acontece comigo ou que vem sobre mim é causado por Deus ou permitido por Ele. Saber que 100% de tudo o que acontece é para meu bem final torna "ingerir o remédio amargo" algo muito mais fácil de fazer. Não somente tenho paz com Deus por causa da morte sacrificial de Seu Filho em meu lugar, mas também tenho a paz de Deus constantemente disponível para me acalmar e me fazer passar pelas tempestades da vida. Observe que eu não disse que a paz de Deus me livra das tempestades, mas que me dá forças para enfrentá-las. Como alguém já disse: "Aquilo que não me mata me torna mais forte". O robustecimento dos santos de Deus não é sempre um processo agradável, mas é definitivamente necessário para nos equipar para o serviço.
Se você chegou ao fim da corda e está pendurado, sem maiores esperanças em sua vida — o que tem a perder? Você pode rejeitar isto como sendo a típica arenga de uma pessoa bem-intencionada, mas iludida, ou pode buscar a paz pela qual tantos suspiram. Portanto, eu o incentivo a dar um clique no vínculo da Página da Salvação que aparece a seguir e ler o que ela diz. Talvez este seja o dia em que você consiga "dar a volta por cima" e obter a ajuda necessária para lidar com seus problemas.
Os problemas da vida pessoal e do mundo deixam você dormir normalmente?
À medida que o ritmo da vida continua a ganhar velocidade (e sair fora de controle para milhões de pessoas) a verdadeira paz no coração e na mente é um objetivo elusivo buscado por muitos, mas encontrado somente por alguns poucos. Números continuamente crescentes de alcoólatras e de viciados em drogas — junto com um apetite insaciável pelas coisas materiais e status social — são um testemunho mudo da miséria espiritual que está sendo vivenciada. Hordas de torcedores fanáticos seguem os eventos esportivos e o entretenimento como formas de fugir da realidade, mas quando os problemas são ignorados e não são adequadamente enfrentados, eles somente se multiplicam. O estresse gerado por esse ritmo frenético é um dos principais fatores responsáveis pelos elevados índices de divórcios que estão ocorrendo atualmente. Os casamentos estão se dissolvendo e as famílias estão se desintegrando, de modo que o sofrimento emocional é grande.
Você foi infectado por esse vírus mortal? Em caso afirmativo, permita-me falar sobre o antídoto que propicia um nível de paz que literalmente excede a compreensão humana! Tomá-lo não fará seus problemas desaparecerem, mas permitirá que você consiga lidar com eles sem desfalecer sob o peso da carga.
A única resposta para as coisas que nos afligem é a salvação oferecida na Bíblia. Embora seja verdade que existam muitas soluções/religiões alternativas, as "curas" supostamente obtidas com elas são poucas e demoradas. Ao mesmo tempo, em contraste, milhões continuam a testificar sobre a paz transformadora de vida que experimentaram ao receber Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal:
"E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus." [Filipenses 4:7].
Dizem que a melhor propaganda é um consumidor satisfeito, pois quando encontramos um produto que realmente funciona, falamos sobre ele para muitas pessoas. Essa filosofia é espelhada nas seguintes palavras que o Senhor disse aos Seus discípulos alguns momentos antes de ascender aos céus:
"Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra." [Atos 1:8].
Parece razoável para você que os discípulos espalhariam a mensagem se ela não tivesse sido benéfica para eles? Você acha que eu gastaria horas do meu tempo para escrever artigos (sem receber remuneração alguma em troca) se não tivesse pessoalmente experimentado a paz sobrenatural que transcende a mente humana? Infelizmente, existem pastores inescrupulosos que usam seu cargo para enriquecer à custa dos outros. Assim, que razão poderiam ter todos os discípulos para quererem compartilhar a mensagem com as pessoas se não fosse porque eles tinham experimentado uma coisa maravilhosa? A natureza humana é tal que as promessas de felicidade eterna baseadas em quantas boas obras a pessoa fez em sua vida motivarão alguns indivíduos à piedade pessoal, mas raramente os seguidores dessa visão sem base bíblica tentam recrutar os outros! A experiência mostra que somente quando uma vida foi transformada pelo poder do Espírito Santo de Deus é que ela exibe um desejo de ver as outras pessoas compartilharem os benefícios maravilhosos da salvação.
Se você separar um tempo para refletir sobre o que está acontecendo no mundo hoje, certamente concluirá que estamos sentados sobre um barril de pólvora muito maior e mais poderoso do que aquele que existia antes da Segunda Guerra Mundial. A situação econômica continua delicada, a despeito das estatísticas de aparente crescimento, e o terrorismo está se alastrando como um câncer. O espectro de uma guerra nuclear novamente paira sobre o mundo, à medida que a China, a Coréia do Norte e o Irã "agitam o sabre" e fazem ameaças veladas sobre o uso de suas armas. Todas essas são razões legítimas para preocupação e, quando adicionadas aos problemas da vida diária, criam a receita para noites em claro, sem conseguir dormir.
As preocupações são um flagelo da condição humana e afligem praticamente todas as pessoas em alguns momentos, mas quando uma alma está segura nos braços de Jesus Cristo, há uma paz interior que as preocupações deste mundo não podem afetar por muito tempo. É a verdadeira "paz que excede todo o entendimento" e é inexplicável para todos os que ainda não a experimentaram. Tudo o que posso dizer a você é que independente de quão ruim fique a situação e quão tentado eu esteja a me aborrecer com ela (o que confesso que acontece de tempos em tempos), nunca demora muito após eu pedir ajuda ao Senhor e receber uma calma no coração e começar a resolver os problemas. Este verso especial das Escrituras sempre vem à minha mente nesses momentos:
"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." [Romanos 8:28].
Como um filho de Deus nascido de novo, tudo o que acontece comigo ou que vem sobre mim é causado por Deus ou permitido por Ele. Saber que 100% de tudo o que acontece é para meu bem final torna "ingerir o remédio amargo" algo muito mais fácil de fazer. Não somente tenho paz com Deus por causa da morte sacrificial de Seu Filho em meu lugar, mas também tenho a paz de Deus constantemente disponível para me acalmar e me fazer passar pelas tempestades da vida. Observe que eu não disse que a paz de Deus me livra das tempestades, mas que me dá forças para enfrentá-las. Como alguém já disse: "Aquilo que não me mata me torna mais forte". O robustecimento dos santos de Deus não é sempre um processo agradável, mas é definitivamente necessário para nos equipar para o serviço.
Se você chegou ao fim da corda e está pendurado, sem maiores esperanças em sua vida — o que tem a perder? Você pode rejeitar isto como sendo a típica arenga de uma pessoa bem-intencionada, mas iludida, ou pode buscar a paz pela qual tantos suspiram. Portanto, eu o incentivo a dar um clique no vínculo da Página da Salvação que aparece a seguir e ler o que ela diz. Talvez este seja o dia em que você consiga "dar a volta por cima" e obter a ajuda necessária para lidar com seus problemas.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
NEM TODO AQUELE QUE DIZ SENHOR, SENHOR...
Em Mateus. 7.22 diz: Nem todo aquele que diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino de Deus, mas aquele que faz, a vontade do meu PAI, que está nos céus Porque todos os que são guiados pelo Espírito Santo de Deus são filhos de Deus. Rm 8.14. Não seja pressionado, seja guiado e para isso é preciso separar um bom tempo diariamente com Deus, orando, e lendo Sua Palavra, para receber direção e não ceder às pressões,descansando em meio as circunstâncias difíceis,e tribulações, confiando nas direções que recebemos e mantendo nossa paz e tranqüilidade. Logo em seguida, o Espírito o dirigiu para o deserto. Ali esteve Ele por quarenta dias sendo tentado por Satanás; viveu entre as feras selvagens, e os anjos o serviram. Marcos 1.12-13.
E mesmo enquanto estava lá Jesus foi pressionado pelo Diabo!!!
Não podemos fazer Deus seguir atrás das nossas decisões...É nós é que devemos seguir as decisões DELE .UM DIA LINDO PRA VOCE SOBRE A PROTEÇÃO DIVINA, UM FORTE ABRAÇO.
E mesmo enquanto estava lá Jesus foi pressionado pelo Diabo!!!
Não podemos fazer Deus seguir atrás das nossas decisões...É nós é que devemos seguir as decisões DELE .UM DIA LINDO PRA VOCE SOBRE A PROTEÇÃO DIVINA, UM FORTE ABRAÇO.
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