sexta-feira, 20 de setembro de 2013

AS 95 TESES DO PADRE MARTINHO LUTERO


As 95 Teses de Martinho Lutero

por

Martinho Lutero

Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante, de onde posteriormente veio a Igreja Presbiteriana, e representa um marco e um ponto de partida para a recuperação das sãs doutrinas.


Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Rev. padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito.
Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.
 
1ª Tese
Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos...., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.
2ª Tese
E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.
3ª Tese
Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne.
4ª Tese
Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.
5ª Tese
O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.
6ª Tese
O papa não pode perdoar divida senão declarar e confirmar aquilo que Já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.
7ª Tese
Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.
8ª Tese
Canones poenitendiales, que não as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas aio Impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.
9ª Tese
Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluído este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema
10ª Tese
Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.
11ª Tese
Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, Previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.
12ª Tese
Outrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecadores cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.
13ª Tese
Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.
14ª Tese
Piedade ou amor Imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.
15ª Tese
Este temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero.
16ª Tese
Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.
17ª Tese
Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor.
18ª Tese
Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas ações e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.
19ª Tese
Ainda parece não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós termos absoluta certeza disto.
20ª Tese
Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras “perdão plenário de todas as penas” que todo o tormento é perdoado, mas as penas por ele impostas.
21ª Tese
Eis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa.
22ª Tese
Pensa com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida.
23ª Tese
Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos.
24ª Tese
Assim sendo, a maioria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas.
25ª Tese
Exatamente o mesmo poder geral, que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura d'almas o tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular.
26ª Tese
O papa faz muito bem em não conceder às almas o perdão em virtude do poder das chaves (ao qual não possui), mas pela ajuda ou em forma de intercessão.
27ª Tese
Pregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório.
28ª Tese
Certo é que no momento em que a moeda soa na caixa vêm o lucro e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; a ajuda, porém, ou a intercessão da Igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus.
29ª Tese
E quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com Santo Severino e Pascoal.
30ª Tese
Ninguém tem certeza da suficiência do seu arrependimento e pesar verdadeiros; muito menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados.
31ª Tese
Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e, pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.
32ª Tese
Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.
33ª Tese
Há que acautelasse muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dadiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus.
34ª Tese
Tanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens.
35ª Tese
Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar.
36ª Tese
Todo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência.
37ª Tese
Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência.
38ª Tese
Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino.
39ª Tese
É extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e ao contrário o verdadeiro arrependimento e pesar.
40ª Tese
O verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo: mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para isso.
41ª Tese
É necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal para que o homem singelo não julgue erroneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas.
42ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade.
43ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulgências.
44ª Tese
Ê que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena.
45ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa. mas provoca a ira de Deus.
46ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura , fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências.
47ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada
48ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro.
49ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas as indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus.
50ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que o papa, por dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgências, vendendo, se necessário fosse, a própria catedral de São Pedro.
52º Tese
Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor.
53ª Tese
São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas.
54ª Tese
Esperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma como garantia.
55ª Tese
A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimônia, enquanto o Evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades.
56ª Tese
Os tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecido na Igreja de Cristo.
57ª Tese
Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a estes não distribuem com facilidade, antes os ajuntam.
58ª Tese
Tão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto estes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior.
59ª Tese
São Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época.
60ª Tese
Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, a ela dado pelo merecimento de Cristo.
61ª Tese
Evidente é que para o perdão de penas e para a absolvição em determinados casos o poder do papa por si só basta.
62ª Tese
O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63ª Tese
Este tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os primeiros sejam os últimos.
64ª Tese
Enquanto isso o tesouro das indulgências é sabiamente o mais apreciado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros.
65ª Tese
Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram as redes com que se apanhavam os ricos e abastados.
66ª Tese
Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens.
67ª Tese
As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como a mais sublime graça decerto assim são consideradas porque lhes trazem grandes proventos.
68ª Tese
Nem por isso semelhante indigência não deixa de ser a mais Intima graça comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69ª Tese
Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda a reverência-
70ª Tese
Entretanto têm muito maior dever de conservar abertos olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não preguem os seus próprios sonhos.
71ª Tese
Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado.
72ª Tese
Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito.
73ª Tese
Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente.
74ª Tese
Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência, prejudiquem a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agir.
75ª Tese
Considerar as indulgências do papa tão poderosas, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que (cousa impossível) tivesse desonrado a mãe de Deus, significa ser demente.
78 ª Tese
Bem ao contrario, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular o que diz respeito à culpa que constitui.
77ª Tese
Dizer que mesmo São Pedro, se agora fosse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar S. Pedro e o papa.
78ª Tese
Em contrario dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes o dom de curar, etc., de acordo com o que diz 1Coríntios 12.
79ª Tese
Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfêmia.
80ª Tese
Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas deste procedimento.
81ª Tese
Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a Indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos.
82 ª Tese
Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma só vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima' caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para a construção da catedral de S. Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante Insignificante?
83ª Tese
Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou pretendas oferecidos em favor dos mortos, visto' ser Injusto continuar a rezar pelos já resgatados?
84ª Tese
Ainda: Que nova piedade de Deus e dó papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga?
85ª Tese
Ainda: Por que os cânones de penitencia, que, de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgência como se continuassem bem vivos e em vigor?
86ª Tese
Ainda: Por que o papa, cuja fortuna hoje é mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de S. Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres?
87ª Tese
Ainda: Quê ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste o direito à indulgência plenária?
88ª Tese
Afinal: Que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como Já O faz, cem vezes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito.
89ª Tese
Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes?
90ª Tese
Refutar estes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da força e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa a zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.
91ª Tese
Se a Indulgência fosse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aqueles receios seriam facilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido.
92ª Tese
Fora, pois, com todos estes profetas que dizem ao povo de Cristo: Paz! Paz! e não há Paz.
93ª Tese
Abençoados sejam, porém, todos os profetas que dizem à grei de Cristo: Cruz! Cruz! e não há cruz.
94ª Tese
Admoestem-se os cristãos a que se empenhem em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno.
95ª Tese
E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas. 


quarta-feira, 12 de junho de 2013

ESSE É O NOSSO DEUS VIVO, FORTE E PODEROSO !

Reflexão: ESSE É O NOSSO DEUS VIVO, FORTE E PODEROSO ! "Eu sou o Alfa e o Ômega", diz o Senhor Deus, "o que é, o que era e o que há de vir, o Todo poderoso." - Apocalipse 1:8 O nosso Deus não foi criado. Ele sempre existiu. Ele sempre existirá. Ele não teve começo. Ele jamais terá fim. Ele é tudo. Ele é todos. Tudo é dEle. Todos são dEle. Sem Ele nada existiu. Tudo que existe, inclusive eu e você, nós fomos feito por Ele e para Ele. Ele é a plenitude de todas as coisas. Ele é Um. Ele é Três. Ele é espírito. Ele é Fiel. Ele é misericordioso. Ele é longânimo. Ele é Bom. Ele é Amor. Ele é o Espírito Santo. Ele é Jesus. Ele é a Força. Ele é o Poderoso Poder de todo o universo. Amém! Glórias a Deus! Disse Deus a Moisés: "Eu Sou o que Sou. - Êxodo 3:14 O nosso Deus é o Grande EU SOU. Ele é o que é. Ele é o Único. Ele é Soberano. Ele é o Altíssimo Senhor de tudo e de todos.


 Ele é total. Ele é pleno. Nada e nem ninguém foi, é ou será como Ele. Ele não foi aconselhado por ninguém. Antes dEle nada existiu. Ele é infinito. Ele jamais deixará de existir. O nosso Poderoso Deus é eternamente eterno. Aleluia! Glórias a Deus! 17 Peço que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, dê a vocês espírito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele. 18 Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos 19 e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força. - Efésios 1:17 a 19 Se hoje temos a graça de ter acesso e esse valiosíssimo conhecimento sobre a Poderosa Força e Poder do nosso Deus Altíssimo, tudo isso nós devemos exclusivamente ao nosso Senhor Jesus Cristo e ao Espírito Santo de Deus que num impressionante e infinito ato de amor por todos nós pecadores, onde eu sou o primeiríssimo, Ele, por meio do seu precioso sangue retirou dos nossos olhos, mentes, corações e vidas todos pecados e obstáculos que nos impediam de termos esse nosso necessário, gratificante e vivificante relacionamento com o nosso Grande e Poderoso Deus. 20 Esse poder ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o assentar-se à sua direita, nas regiões celestiais, 21 muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se possa mencionar, não apenas nesta era, mas também na que há de vir. 22 Deus colocou todas as coisas debaixo de seus pés e o designou cabeça de todas as coisas para a igreja, 23 que é o seu corpo, a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstância. - Efésios 1:20 a 23 Ao nosso Glorioso Senhor Jesus Cristo devemos dar hoje e eternamente toda Honra, Glória e Louvor. Amém! Ele é o bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, 16 o único que é imortal e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver. A ele sejam honra e poder para sempre. Amém. - 1 Timóteo 6:15 e 16 O nosso Deus é: Fiel; Santo; Verdadeiro; Soberano; Altíssimo; Santíssimo; Justo; Toda saúde; Toda riqueza; Toda vida; Todo amor; Todo bondade; Toda justiça; Toda misericórdia; Toda ciência; Toda inteligência; Toda sabedoria; Toda plenitude; Toda Força e Todo Poder do universo. Adoremos o nosso Grande EU SOU, o Poderoso Deus de Israel porque hoje, sem que nenhum de nós fizesse por merecer, nós podemos contar com o nosso Grandioso Deus nas nossas vidas, pois Ele: Tudo vê; Tudo ouve; Está em todos os lugares; Tudo perdoa; Tudo resolve; Tudo realiza; Tudo restaura; Tudo cura; Tudo vivifica e tudo salva. Somente Ele é quem tem o Poder e a Força para fazer com que as nossas vidas sejam verdadeiramente abençoadas e felizes. Amém! O nosso Grande e Poderoso EU SOU é: O Deus da alegria; O Deus do livramento; O Deus da vingança; O Deus da restauração; O Deus da prosperidade; O Deus da libertação; O Deus da sabedoria; O Deus do amor e da família; O Deus das causas impossíveis; O Deus das causas urgentes; O Deus da cura; O Deus da saúde; O Deus da salvação; O Deus da felicidade e o Deus da vida eterna. Por isso: devemos amar somente a Deus, escutar, confiar, contar, adorar, honrar, glorificar e esperar somente nEle porque é dEle que virá o nosso socorro. O nosso Deus é tremendamente fiel e jamais decepciona aqueles que, com todas as suas forças e de todo o seu coração, nEle confiam. Amém!

 Portanto, se hoje você está com alguma necessidade na sua vida emocional, na área da saúde, na vida familiar, na vida sentimental ou na vida financeira não se desespere. Confie sempre no seu Grande e Poderoso Deus. Nesse momento Ele está aí ao seu lado. Fale com Ele. Ore a Deus. Use o Poderoso nome do Senhor Jesus Cristo, que é o nosso único mediador, e converse com o seu Grande e Poderoso Deus sobre todos os seus problemas. Espere nEle, pois Ele é fiel. Acredite muito nisso: Ele resolverá. Ele restaurará. Ele libertará e Ele realizará todos os desejos do seu coração. Tenha fé! Acredite em Deus com todas as forças da sua mente e do coração. Confie no Poderoso Deus de Israel que Ele fará o Impossível acontecer na sua vida. Apenas creia nisso. Esqueça o resto. Amém! Desta forma queridos irmãos e queridas irmãs em Cristo Jesus, nós devemos dia após dia agradecer ao nosso Senhor Jesus Cristo pela Graça dEle nas nossas vidas. É o nosso dever também fazermos o nosso melhor para agradecermos ao nosso Deus por Ele ter nos dado essa incrível honra de sermos chamados para a pregação do Santíssimo nome e Poder dEle, do Senhor Jesus Cristo e do Espírito Santo de Deus a todas as pessoas que ainda não conhecem o Grande, Infinito e Tremendo Deus de Israel. Amém e Glórias a Deus! Diante do que já vimos vamos aproveitar para fazermos uma pequena observação. Não sei se é o seu caso, se não for, Glórias a Deus pela sua vida! Mas se você ainda está vivendo: Nos vícios; Na prostituição; No adultério; Nas drogas; Na luxúria; Na masturbação; Na pedofilia; Na mentira; Na vaidade excessiva; Na pornografia; Na vida sexual que não agrada a Deus; No roubo; Na inveja; Na fofoca; Na desobediência; Na rebeldia; No mundo do crime; Na cobiça; Na feitiçaria; Na avareza; Mexendo com espíritos de mortos; Na idolatria; Na incredulidade e não está reconhecendo e nem glorificando o seu Grande e Poderoso Deus. Eu gostaria de lhe fazer um pequeno convite: venha hoje mesmo para os braços do seu Grande EU SOU, o seu Deus tremendamente Forte e Poderoso. Ele vai agir Poderosamente na sua vida e na sua família. Creia nisso! Ele mudará completamente a sua vida e a sua história, pois só Ele é quem pode: Dar-nos uma vida plena; Tirar-nos do mundo das trevas; Libertar-nos das garras do diabo; Levar-nos para a Luz verdadeira que há na Poderosa vida e ressurreição do seu Filho amado, o nosso Senhor Jesus Cristo; Curar-nos; Dar-nos uma vida totalmente nova; Restaurar a nossa vida emocional, psicológica, financeira, sentimental e espiritual. Amém! Não perca mais tempo. Venha hoje mesmo para a luz e para a vida que há na companhia do Seu Forte e Poderoso Deus. Procure hoje mesmo uma igreja cristã da sua preferência. Não deixe para fazer amanhã o que você deveria ter feito ontem. Ouça a verdadeira palavra de Deus. Entre em comunhão com o seu amoroso e Poderoso Deus. Faça a diferença na sua vida. Tome a melhor e a maior decisão da sua vida: aceite hoje mesmo o Senhor Jesus Cristo como o Senhor da sua vida. O verdadeiro filho de Deus é aquele que obedece aos mandamentos do Pai. Se você puder arrependa-se e abandone os seus pecados imediatamente, batize-se nas águas. Se você acha que não pode ou que não tem forças para fazer isso, venha assim mesmo do jeito que você está. Sim! Você também é digno, digna de Deus, pois o nosso Grande e Amoroso Deus ama a todos nós de uma maneira como ninguém pode nos amar. Venha logo, Ele está te esperando para lhe dar uma vida nova, uma vida abençoada, livre, santificada, feliz e eternamente eterna. Amém! Louvemos e glorifiquemos o nosso Deus: Ao nosso Grande e Poderoso EU Sou, ao Senhor Jesus Cristo e ao Espírito Santo de Deus toda Honra, Glória e Louvor eternamente. Amém! Amém e graças a Deus! Fique na paz do Senhor Jesus Cristo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

A VERDADE SOBRE A IOGA

IOGA O Que Todo Cristão Deveria Saber Sobre a Ioga Ioga é uma das mais novas modas. Médicos, políticos e atores louvam seus benefícios para a saúde, e classes de ioga são oferecidas em academias, escolas e até mesmo em algumas igrejas. O que é a ioga? A maioria dos ocidentais acha que a ioga nada mais é do que um jeito exótico de se manter um corpo bonito, mas ela é na verdade mais do que isso. Ioga é uma prática hindu que almeja alcançar a libertação da pessoa e a sua união com o Brahman (Realidade Definitiva) através de intensa concentração, profunda meditação, e determinadas posturas. A palavra “ioga” significa união com Deus. Ela é muito popular hoje em dia no Ocidente, junto com outros elementos da Nova Era. A maioria das pessoas não sabe disso. Como se comparam os ensinamentos da ioga com a Bíblia? Um dos princípios fundamentais do hinduísmo é o panteísmo – a crença de que a humanidade é uma extensão de Deus. A prática da ioga almeja o seu eventual entendimento de que você é Deus. Mas, de acordo com a Bíblia, Deus é o criador, e os seres humanos são as criaturas. A glória do Criador não pode ser dada à criatura. Ainda que a Bíblia diga que possamos estar pertos de Deus, ela não diz que podemos nos tornar Deus através da prática de disciplinas espirituais. Alem disso, na filosofia do hinduísmo e da ioga, o conceito do pecado não existe, somente o da ignorância. Quando se é ignorante, não se precisa de salvação, mas do entendimento de que você é Deus. O que deve lhe preocupar sobre a ioga? As classes de ioga são muito enganosas. Quando você pede informações sobre elas, o instrutor (iogi) dirá que elas são boas para a circulação do sangue, reduzindo o stress e outras coisas. Mas normalmente o iogi sabe muito mais do que ele lhe dirá no começo. Há diferentes níveis na ioga. O nível um é o básico. O iogi lhe pedirá para sentar na postura tradicional (com suas costas em posição vertical e mãos nas coxas), respirar profundamente, e relaxar. No nível dois, eles podem lhe pedir para esvaziar sua mente e cantar o mantra (palavra mágica) “Om”. Essa é uma palavra de louvor ao deus hindu. Nos níveis três e quatro, eles podem lhe pedir para assumir várias posições, como por exemplo, a de uma cobra. Há uma progressão contínua em cada nível. Os verdadeiros iogis têm um poder sobrenatural que recebem não de Jesus Cristo, mas de outra fonte. Eu já os vi levitarem, serem enterrados vivos por dias, andarem sobre o fogo, e fazerem com que coisas se materializarem. Isso é consistente com a Bíblia, que ensina que Satanás pode operar milagres. Mas seu propósito final é destruir pessoas, e, como resultado, muitos iogis se tornam doentes mentais quando mais idosos. Há problema se cristãos praticarem a ioga se não a associarem com o hinduísmo? Primeiramente, eu diria que a forma física é muito importante e que nós glorificamos a Deus quando nossos corpos estão saudáveis. A Bíblia nos diz que nossos corpos são o templo de Deus. Eu gosto de me esticar, respirar corretamente e freqüentar a academia. Como cristãos, podemos fazer quaisquer exercícios que desejarmos. Mas por que temos que praticar a ioga? Na minha opinião, as pessoas que praticam ioga estão abrindo portas para a opressão demoníaca, consciente ou inconscientemente. Vários cristãos que praticavam ioga já me contaram que tiveram pesadelos e experiências demoníacas muito assustadoras. Sendo Ocidentais, e cristãos Ocidentais, muitas vezes nós somos ingênuos. Nossa fascinação com a ioga tem crescido mais rápido do que nosso conhecimento sobre seus perigos. Minha pergunta para os cristãos que praticam a ioga é: “por que você se envolveria com uma filosofia religiosa que contradiz a fé cristã para fazer bem ao seu corpo?”

domingo, 21 de abril de 2013

O PAPEL DO MARIDO E O PAPEL DA ESPOSA

Bp. Carlos R. Tavares Igreja Apostolica da Palavra & Adoração PARA VOCÊ...QUE É ESPOSA...CRISTÃ ! Os Deveres da Esposa Cristã Leitura: Ef 5.22-33 “O fato de ser mulher não faz de você um tipo de cristão diferente, mas o fato de ser cristã faz de você uma mulher diferente”. 1. Ser submissa ao seu marido em tudo, assim como a igreja é submissa a Cristo (Ef 5.22-24; Cl 3.18; 1 Pe 3.1-6; Tt 2.5) Os princípios da Palavra de Deus são eternos. A esposa deve se sujeitar espontaneamente à liderança do marido. Todo cristão tem a responsabilidade de “sujeitar-se” (hypotasso) a alguém, independentemente de sua posição na vida: Os cidadãos devem se submeter ao governo (Rm 13.1,5; 1 Pe 2.13; Tt 3.1); A igreja está sujeita a Jesus (Ef 5.24); Os servos devem se sujeitar aos seus senhores (Tt 2.9; 1 Pe 2.18); Os cristãos jovens devem ser submissos aos mais velhos (1 Pe 5.5) e “do mesmo modo” a esposa deve submeter-se ao seu marido. Deus estabeleceu o marido como o cabeça da família (1 Co 11.3; Ef 5.23); aquele que tem a responsabilidade de liderar e exercer a autoridade. A resposta correta a essa autoridade é submissão voluntária. A esposa não se rebaixa sendo submissa ao marido, mas demonstra a nobreza do seu caráter, assim como fizeram Sara e outras mulheres piedosas dos tempos bíblicos (1 Pe 3.5). Esta submissão é devida ao marido, sendo ele cristão ou não (1 Pe 3.1,2). É Deus quem ordena isto (1 Pe 3.5,6). Esposo e esposa são iguais em Cristo (Gl 3.28; 1 Pe 3.7), porém há diferença de papéis no lar. A submissão não significa ser inferior ao homem, ou que a mulher tem menos valor dentro da família, mas sim que, dentro do lar, o marido foi colocado por Deus como sendo a autoridade final. A mulher foi colocada na família como auxiliadora (Gn 2.18) e quem ajuda não é o chefe, mas sim, o auxiliar. Neste sentido temos que dizer que a mulher não foi chamada para exercer a liderança (1 Co 11.8-10; 1 Tm 2.11-14). A mulher que ocupa um cargo de liderança em seu trabalho não pode simplesmente achar que em sua casa poderá liderar da mesma forma. Uma senhora crente foi entrevistada na televisão, a entrevistadora perguntou: Quem é que manda em sua casa? Ela respondeu: Meu marido. A comentarista continuou, e quem decidiu? Ela respondeu: Eu. Fui eu quem decidiu quem seria o chefe lá em casa. Ele é “o cabeça” da nossa família. Submeter-se nas decisões As decisões na família devem ser conjuntas, mas em caso de divergência a decisão final é do marido; as esposas devem consultar seus maridos antes de tomar uma decisão, evitar criticar as decisões do marido e não se rebelar diante delas. Como você tenta convencer seu marido de alguma coisa? Você insiste no seu ponto de vista até ele se cansar e fazer o que você quer? Você age de forma independente, sem consultar o seu marido? A mulher não pode mudar o marido! A única coisa que pode fazer é mudar ela mesma e a forma como reage a seu marido. Mudar os outros é algo que depende deles e de Deus. Submeter-se não é ser escrava, nem perder sua opinião nem sentir-se inferior, mas aceitar o papel que Deus lhe deu, agindo com prudência, humildade e inteligência. Razões para submeter-se: • Por amor e reverência ao Senhor, a esposa deve acatar seus mandamentos. Somente sendo uma crente fiel e cultivando uma vida cheia do Espírito ela poderá submeter-se ao marido. • Para dar bom Testemunho. A esposa crente que se submete ao marido é diferente das esposas que não temem nem amam ao Senhor. Essa diferença poderá ser a porta para um testemunho evangelístico. Como todo mandamento de Deus a submissão nos traz também a Sua benção pela obediência: • Uma mulher submissa tem de seu esposo a PROTEÇÃO E SEGURANÇA; • Através da submissão a mulher alcança realização pessoal, pois este é seu papel; • A submissão leva a uma deliciosa HARMONIA NO LAR. • Quando a mulher é submissa, se torna exemplo para as mais novas e para o mundo. • A mulher se transforma em verdadeiro exemplo como mãe e esposa aos filhos, lembrando que eles reproduzirão seu comportamento. 2. Respeitar o marido (Ef 5.33b). A palavra traduzida por “respeitar” neste texto é também traduzida por “temer” (At 10.2,35; 13.16,26; 1 Pe 2.17). A esposa deve mostrar respeito pelo marido como líder na relação, assim como a igreja respeita Jesus como seu líder (Ef 5.24). Sara é um exemplo citado do tipo de respeito que a esposa deve ter pelo marido. Ela não só obedeceu a Abraão, mas também o chamava de “senhor” (1 Pe 3.6; Gn 18.12). “Senhor” indica um coração pronto para responder em obediência e respeito. A implicação deve ser que ela obedecia a Abraão porque o honrava como “senhor”, não no sentido divino, mas no sentido humano daquele que tem a autoridade. A esposa deve falar do marido de forma respeitosa, principalmente diante dos filhos e de outras pessoas. Não como Abigail, que apesar de livrar a pele de seu esposo Nabal, falou de maneira desrespeitosa acerca dele (1 Sm 25.25). 3. Ser uma auxiliadora para seu marido (Gn 2.18). Esta é a finalidade pela qual a mulher foi criada (1 Co 11.8-9). Nenhum cônjuge deve servir a si mesmo de maneira egoísta, mas deve servir ao outro. Isto é principalmente verdadeiro para a esposa. Ela deve estar ao lado (não é abaixo nem acima) do marido. Para que isso se torne uma realidade em nossa vida, é necessário que haja uma dose de desprendimento, carinho, renúncia e acima de tudo MUITO AMOR. A mulher é uma auxiliadora do marido: a) No sentido afetivo: é a mulher de um só homem, o seu marido e se entrega a ele com amor e inteireza de coração. b) No sentido social: contribui no sentido de conservar a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade. c) No sentido profissional: dá ao marido o apoio que lhe falta por parte dos amigos, levando-o a superar as crises de maneira positiva. d) No sentido espiritual: ora por ele e estimula a sua fé. O auxilio espiritual da mulher cristã pode e deve oferecer ao seu marido, é tal qual um investimento cujo retorno se dará sem demora. 3. Tomar conta da sua casa (Tt 2.4-5; 1 Tm 5.14; Pv 14.1). Não é uma proibição ao trabalho feminino, mas uma indicação da sua responsabilidade quanto à boa ordem da casa. Se ela trabalha, tem empregada, contrata diarista, mas a responsabilidade de gerenciar sua casa é dela (1 Tm 5.14,15). As esposas devem ser prudentes, sensatas, tendo como prioridade satisfazer as necessidades de sua família (Tt 2.5). A prioridade de uma esposa, portanto, é cuidar do seu lar. Ela mostra seu amor por seu esposo e filhos fazendo do lar um refúgio de paz e descanso para a família, amigos e hóspedes (1 Tm 5.14). A esposa também tem grande responsabilidade na educação dos filhos (1 Tm 2.15). A palavra grega utilizada (teknogonia) significa não somente gerar filhos, mas também abrange a idéia de educá-los. 5. Conceder ao seu marido o afeto que lhe é devido (1 Co 7.3). Ambos os cônjuges são obrigados, entre outras coisas, a satisfazer os desejos sexuais do outro. A mulher não deve privar seu marido de seu corpo, porque pertence a ele (1 Co 7.4-5), mas deve agradá-lo (v34). Não cumprir suas obrigações conjugais com seu marido é roubar o que lhe é devido. 6. Ser pura, casta, buscando a beleza interior mais do que a exterior (Tt 2.3-5; 1 Tm 2.9,10; 1 Pe 3.1-6) O que a Bíblia quer ressaltar é a modéstia e a preocupação maior de ser virtuosa e não a proibição de adornos. Pedro não estava escrevendo que as mulheres não podem se enfeitar, mas que o enfoque da mulher cristã deve estar mais na exaltação do ser interior do que na do exterior. Paulo também manda que a mulher se vista com modéstia e bom senso. A mulher não deve estar tão preocupada com sua aparência externa quanto com suas qualidades interiores. A mulher cristã deve observar a razão que a leva a vestir-se, enfeitar-se: para se exibir ou atrair a atenção de outras pessoas, ou para agradar ao Senhor e a seu marido. As jóias que ela deve usar sempre: o espírito manso e tranqüilo (1 Pe 3.4); ter um espírito pacífico, que busca a conciliação e a harmonia na família. Algumas esposas são barulhentas, gostam de tumultos, porém, não há adorno mais bonito do que a discrição (Pv 11.22) e a mulher que age assim honra seu marido (Pv 12.4). OS DEZ MANDAMENTOS PARA A ESPOSA I. Amarás o senhor teu Deus de todo o teu coração, e a teu marido somente um pouquinho a menos do que amas a Deus (Dt 6.5); II. Alegremente te submeterás a teu marido, tua cabeça, como ao Senhor (Ef 5.22); III. Guardarás tua língua com toda diligência, tendo o cuidado de abençoar teu marido e nunca discutir abertamente detalhes íntimos do relacionamento amoroso (Pv 31.26, 11.16); IV. Conservarás um coração alegre em tudo que tiveres de fazer durante o dia (Pv 17.22); V. Afastarás de ti uma natureza ciumenta ou egoísta (Pv 6.34); VI. Preferirás teu marido a qualquer outro (nunca comparando diminutivamente a outros homens) e sinceramente o admirarás e reverenciarás (Ef 5.33); VII. Diligentemente manterás o teu lar e a ti mesma atraentes, lembrando que não deves somente ganhar o amor do teu marido, mas também conservá-lo (Pv 31.27); VIII. Darás valor às tuas virtudes femininas mais do que a própria vida (Pv 12.4); IX. Inspirarás a teus filhos um amor, respeito e reverência a seu pai (Pv 22.6); X. Não serás ranzinza (Pv 25.24). PARA VOCÊ...QUE É MARIDO CRISTÃO! PARA VOCÊ ESPOSA...PARA VOCÊ...MARIDO! LEIA COM ATENÇÃO: O Dever dos Maridos 25 Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, Mas só porque a esposa deve se submeter ao marido não dá ao marido o direito de agir como um pequeno tirano dentro de casa. Se o padrão da mulher no casamento é muito alto, o padrão do homem é ainda maior. Ele deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. Nenhuma mulher vai ter muita dificuldade para se submeter a um homem que ama assim. 1. O tipo de amor “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja...” - Os maridos devem amar suas esposas como Cristo amou a igreja. Jesus Cristo amou a igreja antes de trazê-la a existência. Ele escolheu e amou os seus, “antes da fundação do mundo” (1.4), porque o amor de Deus é eternamente presente, não tendo passado nem futuro. Obviamente, nenhum ser humano pecador tem a capacidade de amar com a plenitude divina e perfeição com que Cristo amou. No entanto, o marido que se submete ao Senhor, a ser preenchido com o Seu Espírito (v. 18) é capaz de amar sua esposa com o mesmo tipo de amor que Jesus tem para a Sua própria noiva, a igreja. Nesta passagem, Paulo menciona quatro qualidades do amor divino que os maridos devem manifestar em relação as suas esposas. A. O amor Sacrificial “... e a si mesmo se entregou por ela” – Paulo não ordena o marido a amar sua esposa não por causa dos seus predicados, mas, porque é a vontade de Deus. Um marido deve admirar e ser atraído pela beleza de sua esposa, sua bondade, mansidão, ou qualquer outra qualidade ou virtude. Mas, essas qualidades não são o vínculo do matrimônio. O apóstolo Pedro diz que se os maridos não amarem assim, Deus nem mesmo vai ouvir as suas orações: “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1Pe 3.7). Por que Deus deveria ouvir a um homem que ainda não sabe como tratar sua esposa corretamente? Conta-se a história de que a esposa de um dos generais de Ciro, o governante da Pérsia, foi acusada de traição e foi condenada a morte. No início, seu marido não sabia o que estava acontecendo. Mas assim que ele ouviu falar sobre o assunto, ele correu para o palácio e entrou na sala do trono. Ele se jogou no chão diante do rei e gritou: “Oh, meu Senhor Ciro, a minha vida, em vez dela. Deixe-me morrer em seu lugar”. Ciro, que por todos os relatos históricos era um homem nobre e extremamente sensível, foi tocado por esta oferta. Ele disse: “Um amor como esse não deve ser interrompido pela morte”. Então ele libertou a mulher e a devolveu ao marido. Enquanto caminhavam alegremente o marido disse à esposa: “Você notou como gentilmente o rei olhava para nós quando ele lhe deu o perdão?” A mulher respondeu: “Eu não tinha olhos para o rei. Vi apenas o homem que estava disposto a morrer em meu lugar”.[1] Esse é o quadro pintado pelo Espírito Santo neste grande capítulo de Efésios. O marido deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja, entregando-se por ela. A maioria dos maridos nunca terá a chance de colocar o amor a essa grande prova, mas temos inúmeras formas menores para mostrar nosso amor diariamente. Se um marido amoroso está disposto a sacrificar sua vida por sua esposa, ele está certamente disposto a fazer sacrifícios menores por ela. Ele coloca seus gostos, desejos, opiniões, preferências de lado, se o que é necessário para agradá-la e atender suas necessidades. Ele morre para si mesmo a fim de viver para sua esposa, porque é esse tipo de amor que Cristo. Essa é a sua submissão.[2] Uma mulher com razão disse ao marido: “Querido, eu sei que você está disposto a morrer por mim, você me disse muitas vezes. Mas enquanto você está esperando morrer, você poderia apenas preencher o tempo ajudando-me secando os pratos?” B. Amor Purificador 26 para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, 27 para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito. Quando o amor de um marido para com a sua esposa é como o amor de Cristo pela Sua Igreja, ele a ajudará a purificar-se de qualquer tipo de contaminação. Ele tentará protegê-la da contaminação do mundo, sua santidade, virtude e pureza em todos os sentidos. [3] Ele nunca a induzirá a fazer o que é errado ou imprudente. A palavra santificar (hagios, em grego) é traduzida como “santificar”, bem como “tornar santo”. Uma pessoa santa é aquela que é separada totalmente para Deus. Em outras palavras, os maridos devem ter em mente o desenvolvimento espiritual de suas esposas.[4] Se você ama sua esposa, você fará tudo em seu poder para manter a sua santidade, sua virtude, a sua justiça, e sua pureza a cada dia. Quando um jovem diz que ama uma mulher, mas quer que ela comprometa a sua pureza sexual antes do casamento, o seu amor é a luxúria do mundo, não o amor de Deus, e ele é egoísta, não serve. Esse tipo de amor contamina ao invés de purificar. Um marido que flerta com a secretária ou uma vizinha causa na esposa o sentimento de solidão e rejeição. Ele não só põe em risco sua própria pureza moral, mas também de sua esposa, e pode levá-la a imoralidade. Na Grécia antiga, a noiva era levada para um rio para tomar banho e cerimonialmente purificada de toda a imundícia de sua vida. O que quer que tenha feito era agora simbolicamente purificado e ela poderia entra no casamento sem qualquer mancha moral ou social do passado.[5] De uma maneira incomensuravelmente maior Cristo se entregou pela igreja, para que “... para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.25-27). Sua limpeza dos crentes não é cerimonial e simbólica, mas real e completa. É com essa mesma finalidade e no mesmo amor que os maridos devem cultivar a pureza, a justiça e a santidade de suas esposas. C. Amor Cuidadoso 28 Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. 29 Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; 30 porque somos membros do seu corpo. O marido que ama sua esposa como Cristo ama a igreja não vai mais fazer nada para prejudicá-la assim como não faria nada contra a sua própria carne. Seu desejo é nutrir e estimá-la exatamente como ele nutre e preza o seu próprio corpo, porque é assim também Cristo faz com a igreja. Quando ela precisa de força, ele lhe dá força. Quando ela precisa de encorajamento, ele concede encorajamento. E assim como qualquer outra coisa que ela precisa. Assim como Deus supre “todos as nossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus” (Fp 4.19), o marido amoroso se destina a suprir todas as necessidades de sua esposa. O casamento abençoado é o casamento em que o marido ama a esposa com carinho ilimitado. Algo está muito errado, se ela é vista apenas como cozinheiro, governanta, companheira ocasional e parceira sexual. Ela é um tesouro dado por Deus para ser amada, cuidada, alimentada e acariciado.[6] D. Um amor inquebrável 31 Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Nesta citação direta de Gênesis 2.24 Paulo enfatiza a permanência, bem como a unidade do casamento. O padrão de Deus para o casamento não se alterou desde a época de Adão até o tempo de Paulo, e ele não mudou até hoje. O termo “unir” (Proskollaō, em grego) significa, literalmente, ser colado.[7] Maridos e esposas devem deixar seus pais e se unir, ser cimentados, uns aos outros. Eles quebram um conjunto de laços quando estabelecem outro, e o segundo é mais de ligação e permanente que o primeiro. “Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio...” (Ml 2.16). Deus sempre odiou o divórcio e Ele vai continuar a odiá-lo, porque o divórcio destrói o que Ele ordenou para ser inquebrável. Ele odeia o divórcio em quaisquer condições e por qualquer motivo. Ele vai tolerar, em certos casos, e vai perdoá-lo, como perdoa qualquer outro pecado, mas Ele nunca mudará seu ódio por ele, assim como Ele nunca mudará seu ódio por qualquer outro pecado. Assim como o corpo de Cristo é indivisível, o projeto ideal de Deus para o casamento é que ele seja indivisível. Como Cristo é um com a sua igreja, os maridos são um com suas esposas. Portanto, quando um marido prejudica sua esposa, ele prejudica a si mesmo. Um marido que viola seu casamento viola a si mesmo. Um marido que destrói seu casamento destrói uma parte de si mesmo (Mt 19.6-9). 2. O Motivo para amar a esposa 32 Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. 33 Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido. Você pode perguntar: “Por que é importante amar assim? Por que é importante que o casamento tenha como base esses princípios?” Porque é uma imagem da igreja. Esta imagem magnífica era um mistério, que não havia sido revelado. A santidade da igreja está relacionada com a santidade do casamento. “Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido” (v. 33) – Se aprendêssemos mais de Cristo e no poder do Espírito, os princípios fundamentais do relacionamento conjugal, o divórcio não existiria. Quando os cônjuges cristãos caminham no poder do Espírito, e se submetem a Sua Palavra e controle, e são mutuamente submissos, eles são abençoados, os filhos são abençoados e Deus é glorificado.

sábado, 6 de abril de 2013

PÁSCOA O VERDADEIRO SIGNIFICADO

Páscoa, a última ceia Aquela era a última ceia de Páscoa que Jesus celebraria com Seus discípulos antes da crucificação. Enquanto comiam, Jesus tomou um cálice, agradeceu e disse: “isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28). É incerto quanto os discípulos entenderam desse pronunciamento profético. Porém, seu significado se esclareceria pouco depois, ao testemunharem a morte sacrificial de Jesus na cruz e lembrarem as palavras que Ele dissera ao erguer o cálice. Foi através de Sua morte e do Seu sangue derramado que Jesus estabeleceu uma Nova Aliança que mudaria o rumo da história da humanidade, tanto para os judeus quanto para os gentios. Um Superior Sacrifício pelo Pecado Dia após dia, um sacerdote levita entrava no templo e oferecia sacrifícios de animais para a remissão de pecados, conforme determinava a Lei de Moisés. O sistema sacrificial da Lei era apenas uma sombra do que Jesus iria realizar no futuro, através de Sua morte na cruz. O Livro de Hebreus ilustra de duas maneiras a ineficácia dos sacrifícios levíticos para remover o pecado. Em primeiro lugar, se o sacrifício pelo pecado aperfeiçoasse quem o oferecia em adoração, não haveria necessidade de repeti-lo (Hb 10.2). Em segundo lugar, se os israelitas tivessem sido verdadeiramente purificados do pecado através de sacrifícios de animais, “não mais teriam consciência [senso] de pecados” (Hb 10.2). Mas o fato é que nenhum de seus sacrifícios podia torná-los perfeitos ou livrá-los da consciência do pecado (Hb 9.9). Por quê? “Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (Hb 10.4). O sangue de animais não tinha o poder de efetuar a redenção; a imolação ritual não podia purificar a carne, isto é, realizar a purificação cerimonial (Hb 9.13). Através de um nítido contraste, o Livro de Hebreus explica como Deus providenciou um sacrifício melhor para a redenção do homem. Deus Pai enviou Seu Filho Jesus para ser o sacrifício pelo pecado. Jesus tomou parte na obra da redenção e tornou-se o sacrifício da expiação, com profundo e total envolvimento, e não em resignação passiva. Obedecendo à vontade do Pai, Cristo entregou Seu corpo como uma oferta definitiva, permitindo que o pecado do homem fosse removido (Hb 10.5-10). A conclusão é óbvia: Deus revogou o primeiro sacrifício, que dependia da morte de animais, para estabelecer o segundo sacrifício, que dependia da morte de Cristo. Qual a diferença entre o sacerdócio de Cristo e o sacerdócio dos levitas? Na Antiga Aliança, centenas de sacerdotes levitas ofereciam, continuamente, sacrifícios inefetivos que “nunca jamais podem remover [apagar completamente] pecados” (Hb 10.11); mas o sacrifício de Cristo removeu os pecados, de uma vez por todas. Os sacerdotes araônicos ofereciam sacrifícios pelo pecado, dia após dia; Cristo sacrificou-se uma só vez. Os sacerdotes araônicos sacrificavam animais; Cristo ofereceu a si mesmo. Os sacrifícios dos levitas apenas cobriam o pecado; o sacrifício de Cristo removeu o pecado. Os sacrifícios dos levitas cessaram; o sacrifício de Cristo tem eficácia eterna. Assim, Cristo está agora assentado “à destra de Deus” (Hb 10.12; cf. Hb 1.3; 8.1; 12.2), o que demonstra que Ele completou Sua obra, obedientemente, e foi exaltado a uma posição de poder e honra. Cristo, o holocausto supremo e perpétuo, é o único sacrifício pelo pecado que existe atualmente. Os que rejeitam o sacrifício de Cristo têm sobre sua cabeça três acusações: (1) Eles desprezam a Cristo, calcando-O sob seus pés; (2) consideram o sangue de Cristo como profano (comum) e sem valor; e (3) insultam o Espírito Santo, que procurou atraí-los para Cristo (Hb 10.29). Os que rejeitam Seu holocausto redentor são considerados adversários. Na aliança mosaica, os adversários eram réus de juízo e morriam sem misericórdia. Conseqüentemente, as pessoas que rejeitam a Cristo aguardam o horrível juízo de Deus (Hb 10.30-31). Por meio de Sua morte, Jesus inaugurou um “novo e vivo [vivificante] caminho” (Hb 10.20) para que a humanidade possa chegar à presença de Deus com “intrepidez [confiança]” (Hb 10.19). Portanto, o que possibilita a existência de uma Nova Aliança é o sacerdócio e o sacrifício superiores de Cristo. Uma Aliança Superior Para os Santos O Livro de Hebreus revela que Cristo é o “Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (Hb 8.6). Ela é mais excelente porque as promessas do pacto mosaico eram condicionais, terrenas, carnais e temporárias, enquanto as promessas do Novo Testamento são incondicionais, espirituais e eternas. Quais as diferenças entre o Antigo Testamento e o pacto abraâmico? Deus estabeleceu a aliança mosaica (Antigo Testamento) com a nação de Israel, no Monte Sinai. Esse pacto não foi o primeiro que Deus firmou com o homem, mas foi o primeiro que Ele fez com Israel como nação. A aliança mosaica foi escrita 430 anos depois da aliança abraâmica, e não alterou, não anulou, nem revogou as cláusulas da primeira aliança, a abraâmica (Gl 3.17-19), que era incondicional, irrevogável e eterna. Muitas pessoas, hoje em dia, confundem a aliança mosaica com a abraâmica e afirmam que a Terra Prometida não pertence mais ao povo judeu porque a nação perdeu seu direito em razão do pecado. Entretanto, Deus garantiu a Israel a posse permanente da terra, não através da aliança mosaica, mas da aliança abraâmica (Gn 15.7-21; 17.6-8; 28.10-14). As promessas do pacto mosaico eram condicionais. O pré-requisito era que Israel obedecesse aos mandamentos para que Deus cumprisse as promessas de bênçãos, estabelecidas no pacto (Êx 19.5). Mas Israel não cumpriu as cláusulas do pacto. A falha não estava na Lei, pois o mandamento era “santo, e justo e bom” (Rm 7.12), mas na natureza pecaminosa do homem, que se rebelou contra as condições estipuladas no pacto. Essa aliança tinha um poder limitado e não podia conceder vida espiritual nem justificar os pecadores (Hb 8.7-9). Com quem Deus firmou a Nova Aliança? A Escritura deixa claro que a Nova Aliança foi feita exclusivamente com Israel (os descendentes de Jacó, pelo sangue) – e não com a Igreja (Hb 8.10). Em nenhum lugar da Escritura a Igreja é chamada de Israel ou “Israel espiritual”, como alguns ensinam. Está claro na Escritura que as bênçãos nacionais, espirituais e materiais prometidas na Nova Aliança serão cumpridas com o Israel literal, no Reino Milenar (Jr 31.31-40). A Nova Aliança foi profetizada pela primeira vez por Jeremias, seis séculos antes do nascimento de Cristo (Jr 31.31; cf. Hb 8.8). Ao falar do novo pacto, Deus usa os verbos no futuro (“firmarei”, “imprimirei”, “inscreverei”, “serei”, “usarei”, “lembrarei”, veja Hb 8.8,10,12), mostrando que cumprirá as cláusulas dessa aliança. Além disso, o cumprimento depende unicamente da integridade de Deus, e não da fidelidade de Israel. Se a Nova Aliança não foi firmada com a Igreja, por que foi apresentada em Hebreus 8? O escritor de Hebreus foi movido pelo Espírito Santo a citar a Nova Aliança com o propósito de ressaltar o fracasso da aliança mosaica e mostrar a Israel que as promessas reunidas num pacto melhor estavam disponíveis através de Jesus Cristo. A Nova Aliança foi instituída na morte do Senhor (Hb 9.16-17), e os discípulos ensinaram seus conceitos à nação de Israel (2 Co 3.6). O fato da nação de Israel ter rejeitado seu Messias resultou num adiamento do cumprimento cabal do pacto, que só ocorrerá quando Israel receber a Cristo, na Sua Segunda Vinda. Quais são as promessas da Nova Aliança? Em primeiro lugar, a Nova Aliança proporciona uma transformação interior da mente e do coração, que só pode ser produzida através da regeneração espiritual. Deus disse: “Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei” (Hb 8.10). A Antiga Aliança era exterior, lavrada na pedra (Êx 32. 15-16); a Nova Aliança é escrita “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2 Co 3.3), através do ministério do Espírito Santo. Isso acontecerá com Israel, como um todo, na Segunda Vinda de Cristo, quando Deus derramará o Seu Espírito sobre o povo judeu não-salvo, fazendo com que se arrependa de seus pecados e aceite Jesus como seu Messias (Zc 12.10; Rm 11.26). Em segundo lugar, a aliança mosaica estipulava que os conceitos da Lei, com seus complicados rituais e regimentos, só fossem ensinados pelos líderes religiosos. Os que vivem sob os preceitos da Nova Aliança são ensinados pelo Senhor, por meio do Espírito Santo que habita em seu interior, e recebem poder para andar nos caminhos do Senhor e guardar os Seus estatutos (Ez 36.27). Em terceiro lugar, na Antiga Aliança, o pecado era lembrado sempre que um animal era oferecido em sacrifício (Hb 10.3). Na Nova Aliança, Jesus foi o Cordeiro do sacrifício, que, de uma vez por todas, removeu o pecado (Hb 10.15-18) através do Seu sangue. O Senhor disse: “Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Hb 8.12; cf. Jr 31.34). A palavra jamais é uma dupla negativa no texto grego, o que significa que “não, nunca, sob nenhuma circunstância” Deus se lembrará dos pecados do Israel redimido. Em quarto lugar, Cristo é o Mediador da Nova Aliança (Hb 9.15-20). O mediador atua como um intermediário entre duas partes que desejam estabelecer um acordo entre si. Os mediadores põem seus próprios interesses de lado pelo bem das partes envolvidas no acordo. Um mediador precisa ser digno de confiança, aceitável pelas partes e capaz de assegurar o cumprimento do pacto. Através de Sua morte, Cristo tornou-se o Mediador da Nova Aliança, e possibilitou a reconciliação de todos aqueles que confiam em Sua obra redentora. A mediação de Cristo também se estende aos santos que viveram debaixo da Antiga Aliança, bem como aos que virão a crer, no futuro. Cristo concede uma herança eterna a todos os crentes, através da Nova Aliança. Um beneficiário só pode entrar na posse legal da herança com a morte do testador. Para que a Nova Aliança tivesse efeito e, legalmente, pudesse conceder a salvação aos pecadores, Cristo tinha que morrer (Hb 9.15-17). Até mesmo a aliança mosaica teve de ser inaugurada com sangue para ter efeito legal. Moisés mediou o primeiro pacto tomando o livro da Lei, lendo-o diante dos filhos de Israel – que concordaram em guardar os seus preceitos – e, depois, aspergindo o livro e o povo com sangue (Hb 9.19-20). O fato do Antigo Testamento ter sido firmado com sangue mostrou que era necessária a morte de uma vítima inocente para consagrar e estabelecer uma aliança. Aquele pacto era apenas um tipo e uma sombra que apontava para o dia em que Cristo consagraria e firmaria um Novo Testamento, através do derramamento de Seu próprio sangue. Somente Ele poderia mediar a Nova Aliança entre Deus e a humanidade (1 Tm 2.5). A Nova Aliança, ao contrário da aliança mosaica, é eterna. O Senhor disse: “Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua” (Ez 37.26). Depois de servir ao seu propósito, o pacto mosaico tornou-se sem efeito. As palavras “antiquado” e “envelhecido” (Hb 8.13) mostram que o pacto mosaico estava esgotado, perdendo as forças e prestes a ser dissolvido. Embora a Nova Aliança tenha sido feita com Israel, e não com a Igreja, os cristãos têm garantido o extraordinário privilégio de experimentar certos benefícios do novo pacto que passaram a vigorar quando Cristo derramou Seu sangue na cruz. Hoje, a Igreja usufrui das bênçãos espirituais da salvação, estabelecidas na Nova Aliança. As bênçãos físicas do Novo Testamento serão cumpridas com Israel, no Milênio. Os que seguem a Cristo são “ministros de uma nova aliança [testamento, pacto]” (2 Co 3.6) e foram chamados para divulgar a mensagem da salvação. Louvado seja Deus por tão grande salvação!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Assistam o último capítulo da humanidade. Armagedon, a Batalha Final do Apocalipse

O ponto culminante da Grande Tribulação será a batalha do Armagedom. Apocalipse 16:14-16. Na verdade, talvez seja melhor falar da "campanha" do Armagedom, uma vez que não é uma batalha única, mas uma série de eventos em que todas as nações do mundo serão atraídas como participantes. A palavra "Armagedom" é formada a partir das palavras hebraicas "Har" ou montanha, e "Megido", uma cidade em uma colina - na parte norte da Terra Santa, interior de Monte Carmelo (perto do porto moderno de Haifa). É no "cruzamento das encruzilhadas" em que a antiga Via Maris ("Caminho do Mar") cruza a rodovia transversal central de Israel. Esta comanda uma vista do vale de Jezreel, o "celeiro de Israel." Foi um posto de comando estratégico para o controle de toda a área por muitos séculos. Os viajantes do Egito à Síria, Babilônia, Pérsia, Ásia Menor, normalmente passam por esse caminho, e poderia ser tributado por quem controlava a cidade. Por este motivo, a cidade foi conquistada por muitas vezes as várias potências que ocuparam a Terra Santa. Duas questões importantes têm de ser consideradas: Jerusalém é o foco da batalha, mas Megido, fica 55 milhas de distância de Jerusalém. Isso pode ser entendido quando o enorme número de soldados envolvidos nesta batalha são considerados. Essa área, Megido, e o vale de Jezreel, (também conhecido como a planície de Esdrelon) serão a área de teste onde as tropas multi-nacionais se reunirão antes de seu avanço em Jerusalém. Haifa, no extremo oeste do Vale, é o porto lógico para desembarques de tropas principais. A outra questão é :quem está lutando contra quem nessa batalha? É evidente que, no final de sua carreira, o Anticristo estará lutando contra várias alianças, e seu império parece estar se desintegrando. Por outro lado, de acordo com Apocalipse 19, todas as forças estarão reunidas para que a batalha seja travada contra Jesus Cristo. O versículo 19 afirma: "Então vi a besta e os reis da terra e os seus exércitos reunidos para fazerem guerra contra o Cavaleiro sobre o cavalo e seu exército." O cenário provável é que o Anticristo, percebendo que seu poder está diminuindo, consegue unir todas as forças da terra juntos contra seu inimigo comum - o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Como todos os não-crentes fazem, eles pensam que podem prevalecer contra Ele! Esta batalha terrível é o tema de muitas passagens do Velho e Novo Testamento. É realmente uma série de inter-relacionados desastres. Vamos primeiro olhar para algumas das previsões do Antigo Testamento sobre esse dia terrível. Essas passagens nos lembram que o povo escolhido de Deus, Israel, e sua capital, Jerusalém, são o foco da batalha. Ela também mostra a compaixão de Deus para com Israel. Analisemos as etapas que levam à batalha, e para o regresso glorioso do Senhor Jesus Cristo. O Antigo Testamento Prevê a Batalha do Armagedom Zacarias O pós-exílico profeta Zacarias tinha muito a dizer sobre o fim do mundo em que vivemos. O próprio Deus vai lutar contra aqueles que se reunirão contra Jerusalém. “Esta é a palavra do Senhor acerca de Israel. O Senhor, que estende os céus, que estabelece as bases da terra, e que forma o espírito do homem dentro dele, declara: "Eu vou fazer de Jerusalém um copo que envia todos os povos vizinhos cambalear, Judá será cercada. "(Zacarias 12:1-2) O termo naquele dia usado com freqüência pelos profetas, é um indício de que a passagem está se referindo ao Dia do Senhor, ou seja, ao período da grande tribulação: "Naquele dia, quando todas as nações da terra estiverem reunidas contra ela, eu farei de Jerusalém uma pedra para todas as nações. Todos os que tentarem movê-la vão se machucar. "Naquele dia eu vou bater todos os cavalos de pânico e seu cavaleiro com loucura", declara o Senhor. Vou manter um olhar atento sobre a casa de Judá, mas eu vou cegar todos os cavalos dos povos. Então os chefes de Judá dirão no seu coração," O povo de Jerusalém éfortes, porque o Senhor dos Exércitos é o seu Deus . " "Naquele dia eu vou fazer os chefes de Judá como um firepot em uma pilha de lenha, como uma tocha flamejante entre os feixes. Eles irão consumir direita e à esquerda a todos os povos ao redor, mas Jerusalém permanecerá intacta em seu lugar. "O Senhor vai salvar as habitações de Judá, de modo que a honra da casa de Davi e dos habitantes de Jerusalém não podem ser maiores do que a de Judá." "Naquele dia o Senhor vai proteger aqueles que vivem em Jerusalém, de modo que o mais fraco dentre eles será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o Anjo do Senhor que vai diante deles." "Naquele dia eu vou expor para destruir todas as nações que atacam Jerusalém." (Zacarias 12:3-9) Perto do final do período de tribulação, Jerusalém estará sob o cerco militar e será invadida por exércitos estrangeiros mais uma vez. Zacarias anuncia que isso vai acontecer antes do retorno final de Messias para a cidade, "O dia do Senhor vem, quando o seu saque será dividido entre vocês. Vou reunir todas as nações para Jerusalém para lutar contra ela, a cidade será tomada, e as casas saqueadas, e as mulheres estupradas. Metade da cidade irá para o exílio, mas o resto do povo não será retirado da cidade. Então o Senhor vai sair e lutar contra estas nações, como pelejou no dia da batalha. Naquele dia, estarão os seus pés sobre o Monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém, e o Monte das Oliveiras será dividido em dois, de leste a oeste, formando um grande vale, com metade da montanha em direção ao norte e ao sul meia movimento. Você vai fugir do vale para monyanha montanha, por isso vai se estender para Azel. Você vai fugir como você fugiu do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá. Então o Senhor Deus meu virá, e todos os santos com Ele." (Zacarias 14:1-5) Daniel O Livro de Daniel é conhecido como "o Apocalipse do Antigo Testamento." As visões deste livro estabelecem o quadro de toda a história dos impérios mundiais , desde o tempo de Nabucodonosor (e até antes), até que o governo despótico final do Anticristo. No nono capítulo há uma breve alusão à batalha do Armagedom, onde o mal será derrotado. Ele [o homem do pecado] fará firme aliança com muitos, por uma semana. " No meio do "sete" ele vai colocar um fim ao sacrifício e à oferta. E sobre a asa, ele vai criar uma abominação que causa desolação, até o fim que está determinado, se derrame sobre ele. " (Daniel 9:27) O décimo primeiro capítulo de Daniel aparentemente prediz algumas das atividades de campanhas militares do Anticristo, que antecedeu a sua criação ousada de si mesmo como governante, e a "abominação da desolação" no ponto médio da Tribulação. Os primeiros 20 versículos deste capítulo descrevem a ascensão da Grécia de Alexandre (versículo 3), no final da era do Medo-Persa, em seguida, o surgimento do Império Romano como "Rei do Norte". No versículo 21, a cena muda a partir do antigo Império Romano para o aparecimento futuro de uma pessoa desprezível, que vai aproveitar o reino com intriga (conspiração). No auge de seu poder, ele vai decidir romper sua aliança com Israel. Naquela época, ele vai abolir o sacrifício diário (no Templo recém reconstruído em Jerusalém), e o falso profeta irá criar a "abominação da desolação", que revela Apocalipse 13:14-15 será uma imagem da primeira besta que é para ser adorada. A maioria dos comentaristas conservadores encontram nos eventos de Daniel 11 semelhanças em algum grau com Antíoco Epifânio. O rei do norte voltará para a sua terra com grande riqueza, mas seu coração será contra a santa aliança. Ele vai tomar medidas contra ele e depois retornar ao seu próprio país. "Na hora marcada, ele vai invadir o Sul novamente, mas desta vez o resultado será diferente do que era antes. Navios das ilhas ocidentais vão se opor a ele, e ele vai perder o coração. Então, ele vai voltar e descarregar sua fúria contra a santa aliança. Ele vai voltar e mostrar favor para os que deixarem a santa aliança. Suas forças armadas se levantarão para profanar a fortaleza e templo vai abolir o sacrifício diário. Então eles vão criar a abominação que causa desolação." (Daniel 11:28-31) Daniel capítulo 11. A primeira parte deste capítulo é uma longa história de antigos governantes, os Selucidas e os Ptolomeus, que lutaram por muitos anos um contra o outro - com Israel no meio. No versículo 36 há uma mudança repentina nos saltos de texto e Escritura ao longo de séculos de intervenção histórica até "o tempo do fim". Em seguida, a guerra final começará por um rei egípcio a invadir Israel a partir do sul e sendo atendidas pelas forças opostas do último rei do Norte. "O rei [homem do pecado] vai fazer o que quiser. Ele exaltará e se engrandecerá sobre todo deus e vai dizer coisas inauditas contra o Deus dos deuses. Ele vai ser bem sucedido até que o tempo da ira seja concluído, para o que foi determinado. Ele vai mostrar nenhum respeito aos deuses de seus pais ou a qualquer outro deus e se exaltará acima de todos eles. Ao invés deles, vai homenagear um deus de fortalezas, um deus a quem seus pais não conheceram honrará com ouro e prata, com pedras preciosas e presentes caros Ele vai atacar as fortalezas mais poderosas com a ajuda de um deus estranho e muito honrar aqueles que reconhecem que ele vai fazê-los. dominem sobre muitas pessoas e vai distribuir a terra a um preço. "No tempo do fim o rei do sul se envolverá em batalha, e o rei do Norte vai atacar contra ele com carros e cavalaria e uma grande frota de navios. Ele vai invadir muitos países e varrer eles como uma enchente. Ele também vai invadir a terra bonita [Israel] Muitos países cairão, mas Edom, Moabe e os líderes de Amom serão entregues a partir de sua mão. Ele vai estender seu poder sobre muitos países;... Egito não escapará Ele vai ganhar o controle dos tesouros de ouro e prata e de todas as riquezas do Egito, com os líbios e núbios em submissão. Mas os relatórios do leste e do norte de alarme, e ele irá definir em uma grande fúria para destruir e aniquilar muitos. Ele vai armar suas tendas reais entre os mares [os mares Mediterrâneo e Dead] no belo santo monte [Jerusalém]. entanto, ele virá ao seu fim, e ninguém vai ajudá-lo. "(Daniel 11:36-45 ) Joel O profeta Joel também descreve essa invasão final: " Tocai a trombeta em Sião, soe o alarme no meu santo monte. Que todos os que vivem na terra tremam, porque o dia do Senhor está chegando. Dia de trevas e escuridão, dia de nuvens e escuridão. Como o amanhecer se espalhando através das montanhas, um exército grande e poderoso vem, como nunca foi visto em séculos antigos e vindouros. Diante deles o fogo devora, atrás deles chamas de chamas. Diante deles a terra é como o jardim do Éden, atrás deles, um desperdício do deserto - nada escapa. (Joel 2:1-3) Joel escreveu sobre a invasão se aproximando de Israel por Nabucodonosor, em sua época, e também sobre a invasão final de exércitos estrangeiros que viriam apenas antes da aparição do Messias em poder e glória. A pista para a aplicação do fim dos tempos é a frase "o Dia do Senhor", que ocorre novamente no final da seção seguinte: Eles têm a aparência de cavalos, eles galopam como cavalaria. Com um ruído como o de carros que saltam sobre os cumes das montanhas, como um restolho de fogo crepitante que consome, como um exército poderoso elaborado para a batalha. Na visão deles, as nações estão em angústia, cada rosto fica pálido. Eles cobram como guerreiros, eles escalam paredes como soldados. Todos eles marcham em linha, não se desviando de seu curso. Eles não empurram um ao outro, marcham para a frente. Eles mergulham as defesas sem quebrar fileiras. Eles correm sobre a cidade ao longo da parede. Eles sobem nas casas; como ladrões entram pelas janelas. Diante deles a terra treme, treme céu, o sol ea lua se escurecem, e as estrelas já não brilham. O SENHOR trovões na cabeça do seu exército; suas forças estão além do número, e poderosos são aqueles que obedecem a seu comando. O dia do Senhor é grande, é terrível. Quem poderá suportar?" (Joel 2:4-11) Deus, em misericórdia já havia salvo o remanescente piedoso em Israel, no ponto médio da tribulação e levado com segurança para refúgio em Petra para a última metade do período da tribulação. Ainda assim, o Senhor chama os judeus remanescentes de Israel a voltar-se para Ele, mesmo na hora de atraso em que estão vivendo agora. Palavras de Joel se aplicam tanto para o cativeiro na Babilônia aproximando - que estava no horizonte próximo, quanto ao “dia do Senhor”-, mas são ainda mais relevantes para a situação durante o período de tempo do fim. Implora a Deus com o seu povo a voltar a Ele, mesmo na hora da meia-noite. "Mesmo agora, diz o Senhor", voltarão para mim de todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e lamentações ". Rasgai o vosso coração e não os vossos vestidos. Voltar para o Senhor, teu Deus, porque ele é misericordioso e compassivo, lento para a cólera e cheio de amor, e ele cede o envio de calamidade. Quem sabe? Ele pode voltar e ter piedade e deixar para trás uma bênção - ofertas de cereais e as libações para o Senhor teu Deus. "Tocai a trombeta em Sião, declarem um jejum santo, convoquem uma assembléia sagrada. Reúnam as pessoas, consagrem a igreja; reúnam os anciãos, congregai as crianças. Saia o noivo e a noiva de seus quartos. Deixem os sacerdotes, que ministram perante o Senhor, entre o alpendre e o altar do templo. Deixe-os dizer: Poupe seu povo, ó Senhor. Não faça de sua herança um objeto de escárnio, um provérbio entre as nações. Por que diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?'' (Joel 2:12-17) Joel também prevê a conversão final de Israel no último minuto - que precede o retorno final do Messias. Em misericórdia a graça de Deus, nessa altura, transforma um terço da nação de volta para si mesmo. Na verdade, as orações deste remanescente são necessárias para o retorno do Messias para a sua terra, para o tempo final. Esta conversão na décima primeira hora, de um grande número de judeus para o Messias, poderia ascender a mais de um milhão de novos crentes que entram no reino, assim como o Messias está voltando para a terra pela última vez: "Quando o SENHOR se mostrou zeloso da sua terra e teve misericórdia de seu povo. O Senhor respondeu-lhes:Eu vos envio trigo, do vinho novo e de azeite, o suficiente para satisfazê-lo totalmente, nunca mais vou fazer você um objeto de escárnio para as nações, eu vou dirigir o exército do norte longe de você, empurrando em uma terra seca e estéril, com suas colunas frontais que vão para o mar oriental e aqueles na parte traseira para o mar ocidental. E seu fedor vai subir; seu cheiro vai subir. Certamente ele tem feito grandes coisas." Certamente o Senhor tem feito grandes coisas. Não temas, ó animais selvagens, as pastagens estão se tornando verde. As árvores estão dando seus frutos, a figueira e a videira produzirão suas riquezas. Seja feliz, povo de Sião, regozijai-vos no Senhor vosso Deus, para que Ele lhe dê as chuvas de outono em justiça. Ele te manda chuvas abundantes, tanto de outono e chuvas de primavera, como antes. As eiras serão preenchido com grãos; as cubas transbordarão de vinho novo e de azeite. "Eu te pagarei pelos s anos que o gafanhoto tem comido - o gafanhoto grande e os gafanhotos jovens, os outros gafanhotos e o enxame de gafanhotos -. Meu grande exército que enviei contra vós. Vocês vão ter muita coisa para comer, até que esteja completo, e você vai louvar o nome do Senhor teu Deus, que fez maravilhas para você;. nunca mais vai ser o meu povo envergonhado Então você vai saber que estou em Israel, que eu sou o SENHOR vosso Deus, e que não não é outra, nunca mais vai ser o meu povo envergonhado. "E depois, que derramarei o meu Espírito sobre todas as pessoas. Vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões. Mesmo sobre os meus servos, homens e mulheres, que derramarei o meu Espírito naqueles dias. vou mostrar maravilhas nos céus e na terra, sangue, fogo e nuvens de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor. E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo, pois no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o Senhor disse, entre os sobreviventes, a quem o Senhor chama "(Joel 2:18-32). Alerta apocalíptico de Joel é apenas um dos muitos no Antigo Testamento, que tem um cumprimento duplo. Joel advertiu contra as invasões devastadoras de Nabucodonosor que estavam à frente em seu próprio dia. Mas o Espírito de Deus também tinha em mente um cumprimento maior e mais completo dessas passagens no final da época em que vivemos hoje. As Sete Taças da Ira de Deus Estes julgamentos parecem vir em rápida sucessão, levando até a batalha de Armagedom. Detalhes nos é dado, mas eles são julgamentos sobrenaturais que parecem afetar toda a terra. Primeiro Taça - Feridas Prejudiciais Então, ouvi uma grande voz do templo dizendo aos sete anjos: "Vá, derramar as sete taças da ira de Deus sobre a terra." O primeiro anjo foi e derramou a sua taça sobre a terra, e feridas feias e dolorosas estourou nas pessoas que tinham o sinal da besta e adoraram a sua imagem. (Apocalipse 16:1-2) A taça primeira vai causar feridas feias e dolorosas. Se a humanidade tem a capacidade de desenvolver armas biológicas, imagine o que o Criador poderia fazer nesta área. O resultado é doloroso, mas, evidentemente, não mortal. Na verdade, todas essas pragas causam tormento ao invés de morte. A segunda taça – sangue mortal O segundo anjo derramou a sua taça no mar, e se transformou em sangue como de um morto, e todos os seres vivos no mar morreu. (Apocalipse 16:3) Esta é uma reminiscência da praga do Êxodo 7 nos tempos de Moisés, quando o rio Nilo e toda a água do Egito transformou-se em sangue. Neste caso, ele vai afetar "o mar", ou seja, pelo menos, o Mediterrâneo, e talvez todos os oceanos da Terra. A terceira taça O terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue. Então ouvi o anjo das águas dizer: "Você é apenas nesses julgamentos, tu que és e que eras, o Santo, porque você tem julgado, pois eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, você deu-lhes o sangue a beber como eles merecem. " E ouvi o altar responder: "Sim, Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos." (Apocalipse 16:4-7) Este julgamento é uma continuação do último, espalhando o horror de água sangrenta dos mares a todas as fontes de água. Tão repugnante como esta praga é porque a humanidade rebelde tenha derramado o sangue dos santos e dos profetas. Quarta Taça – fogo e calor insuportável O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, eo sol foi dado o poder de pessoas de queimaduras com fogo. Eles foram cauterizada pelo calor intenso e blasfemaram o nome de Deus, que tinha o controle sobre estas pragas, mas eles se recusaram a arrepender-se e glorificá-lo. (Apocalipse 16:8-9) Muitas causas naturais poderíamos falar desse sol ardente. Violentas erupções do Sol em si, uma ligeira mudança de órbita, ou mesmo destruição da camada de ozônio. em torno da Terra, poderia causar isso. É muito significativo que, mesmo com esses lembretes do poder e da ira de Deus, o povo rebelde ainda se recusam a arrepender-se. Quinta Taça - Escuridão O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino foi mergulhado na escuridão. Os homens mordiam as suas línguas de dor e amaldiçoou o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras, mas eles se recusaram a se arrepender do que tinha feito. (Apocalipse 16:10-11) Vindo na esteira de terríveis queimaduras do sol, haverá completa escuridão e o frio que vem com esta falta de luz. Arrepios são comuns entre aqueles que sofreram queimaduras, e isso vai fazer a sua situação ainda pior. No entanto, em vez de se arrepender, a humanidade vai amaldiçoar a Deus. Sexta taça - Secagem de rios O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates, ea sua água secou-se para preparar o caminho para os reis do Oriente. (Apocalipse 16:12) Esses eventos levam até o grande confronto com Cristo: A batalha do Armagedom. A secagem do rio Eufrates por agências angelicais, será mais fácil para as tropas do Extremo Oriente para entrar no Oriente Médio e se preparar para a batalha. Espíritos demoníacos Então vi três espíritos malignos que pareciam rãs, eles saíram da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta. São espíritos de demônios que realizam sinais miraculosos, e vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia de Deus Todo-Poderoso. "Eis que venho como um ladrão! Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas com ele, para que ele não ande nu, e ser vergonhosamente exposto."Em seguida, eles reuniram os reis no lugar que em hebraico se chama Armagedom. (Apocalipse 16:13-16) O convite para esta batalha não é por alianças políticas convencionais, mas por uma sedução demoníaca. A sétima taça - Terremotos graves O sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e fora do templo veio uma voz, vinda do trono, dizendo: "Está feito!" Então veio relâmpagos, estrondos, trovões e um terremoto grave. Nenhum terremoto como tem ocorrido desde que o homem tem estado na terra, tão grande foi o terremoto. A grande cidade dividida em três partes, e as cidades das nações em colapso. Deus lembrou-se da grande Babilônia e lhe deu o cálice do vinho do furor da sua ira. Toda a ilha fugiu e os montes não pôde ser encontrado. Do céu granizo enormes de cerca de cem quilos cada caiu sobre os homens. E eles amaldiçoaram a Deus por causa da praga da saraiva, porque a praga era tão terrível. (Apocalipse 16:17-21) A "Campanha" do Armagedom Como já disse, é óbvio que o conflito final da Tribulação não é uma batalha simples, mas uma série complexa de movimentos militares e compromissos. Estudiosos bíblicos têm proposto uma série de medidas possíveis neste processo. Não é sábio ser dogmático sobre a seqüência exata. Como as profecias da primeira vinda do Messias, os vários aspectos eram conhecidos, mas há muitas maneiras que poderiam ser imaginados. Ninguém poderia ter escrito a ordem específica e detalhes do Evangelho antes e Cristo veio para cumprir as previsões sobre sua vida terrena e ministério. Aqui estão elementos-chave da segunda vinda de Cristo, e uma seqüência proposta. 1 - O Anticristo vai invadir Israel, em seguida, tomar as suas tropas para o Sul (Norte da África, incluindo o Egito ea Líbia - Daniel 11:40-43). Sua ditadura econômica será desafiada, envolvendo atividade militar durante a segunda metade da Tribulação. Perto do fim, o "Rei do Sul" (provavelmente o Egito, com a Líbia e outros) irá se rebelar. Ele vai trazer as suas tropas através de Israel, e acabar com os distúrbios. 2 - O Anticristo será perturbado por notícias do Oriente e do Norte, então ele vai voltar a estabelecer uma área de teste no Vale do Armagedom ("entre o mar e a montanha " do bonito Monte Sião - Daniel 11:44 - 45). Ele vai voltar a Israel e estabelecer seu posto de comando. O Vale do Armagedom está a apenas 20 milhas para o interior da cidade portuária de Haifa, através do qual exércitos marítimos do mundo pode entrar. 3 - reis e exércitos de todas as nações serão convocados para o jogo. O Rio Eufrates secará para permitir que os enormes exércitos do Leste passam vir (Apocalipse 9:14-16; 16:12-16). Em um último esforço inútil para unificar os exércitos da Terra, e para desviar a atenção do fato de que sua estrangular espera de que as potências mundiais estarão enfraquecendo, o Anticristo irá declarar guerra contra o próprio Jesus Cristo, o inimigo comum de todas as pessoas degradantes da Tribulação. O objeto de sua ira será o povo escolhido em Jerusalém. 4 - Destruição de Jerusalém (Zacarias 12:1-3; 14:1-2). Jerusalém será devastada pela força avassaladora das forças do Anticristo. Muitos bons professores da Bíblia, incluindo o falecido Ray C. Stedman, ver o cumprimento a esta altura da guerra de Ezequiel 38 e 39. Neste ponto de vista, a guerra, uma das campanhas da última guerra, será contra Israel, e será provocada pela Rússia e seus aliados. Deus nos ajude a perseverarmos em fé e obediência, a Ele toda glória!