Bp. Carlos R. Tavares
Igreja Apostolica da Palavra & Adoração
PARA VOCÊ...QUE É ESPOSA...CRISTÃ !

Os Deveres da Esposa Cristã
Leitura: Ef 5.22-33
“O fato de ser mulher não faz de você um tipo de cristão diferente, mas o fato de ser cristã faz de você uma mulher diferente”.
1. Ser submissa ao seu marido em tudo, assim como a igreja é submissa a Cristo (Ef 5.22-24; Cl 3.18; 1 Pe 3.1-6; Tt 2.5)
Os princípios da Palavra de Deus são eternos. A esposa deve se sujeitar espontaneamente à liderança do marido. Todo cristão tem a responsabilidade de “sujeitar-se” (hypotasso) a alguém, independentemente de sua posição na vida: Os cidadãos devem se submeter ao governo (Rm 13.1,5; 1 Pe 2.13; Tt 3.1); A igreja está sujeita a Jesus (Ef 5.24); Os servos devem se sujeitar aos seus senhores (Tt 2.9; 1 Pe 2.18); Os cristãos jovens devem ser submissos aos mais velhos (1 Pe 5.5) e “do mesmo modo” a esposa deve submeter-se ao seu marido.
Deus estabeleceu o marido como o cabeça da família (1 Co 11.3; Ef 5.23); aquele que tem a responsabilidade de liderar e exercer a autoridade. A resposta correta a essa autoridade é submissão voluntária. A esposa não se rebaixa sendo submissa ao marido, mas demonstra a nobreza do seu caráter, assim como fizeram Sara e outras mulheres piedosas dos tempos bíblicos (1 Pe 3.5). Esta submissão é devida ao marido, sendo ele cristão ou não (1 Pe 3.1,2). É Deus quem ordena isto (1 Pe 3.5,6).
Esposo e esposa são iguais em Cristo (Gl 3.28; 1 Pe 3.7), porém há diferença de papéis no lar. A submissão não significa ser inferior ao homem, ou que a mulher tem menos valor dentro da família, mas sim que, dentro do lar, o marido foi colocado por Deus como sendo a autoridade final.
A mulher foi colocada na família como auxiliadora (Gn 2.18) e quem ajuda não é o chefe, mas sim, o auxiliar. Neste sentido temos que dizer que a mulher não foi chamada para exercer a liderança (1 Co 11.8-10; 1 Tm 2.11-14).
A mulher que ocupa um cargo de liderança em seu trabalho não pode simplesmente achar que em sua casa poderá liderar da mesma forma. Uma senhora crente foi entrevistada na televisão, a entrevistadora perguntou: Quem é que manda em sua casa? Ela respondeu: Meu marido. A comentarista continuou, e quem decidiu? Ela respondeu: Eu. Fui eu quem decidiu quem seria o chefe lá em casa. Ele é “o cabeça” da nossa família.
Submeter-se nas decisões
As decisões na família devem ser conjuntas, mas em caso de divergência a decisão final é do marido; as esposas devem consultar seus maridos antes de tomar uma decisão, evitar criticar as decisões do marido e não se rebelar diante delas. Como você tenta convencer seu marido de alguma coisa? Você insiste no seu ponto de vista até ele se cansar e fazer o que você quer? Você age de forma independente, sem consultar o seu marido? A mulher não pode mudar o marido! A única coisa que pode fazer é mudar ela mesma e a forma como reage a seu marido. Mudar os outros é algo que depende deles e de Deus.
Submeter-se não é ser escrava, nem perder sua opinião nem sentir-se inferior, mas aceitar o papel que Deus lhe deu, agindo com prudência, humildade e inteligência.
Razões para submeter-se:
• Por amor e reverência ao Senhor, a esposa deve acatar seus mandamentos. Somente sendo uma crente fiel e cultivando uma vida cheia do Espírito ela poderá submeter-se ao marido.
• Para dar bom Testemunho. A esposa crente que se submete ao marido é diferente das esposas que não temem nem amam ao Senhor. Essa diferença poderá ser a porta para um testemunho evangelístico.
Como todo mandamento de Deus a submissão nos traz também a Sua benção pela obediência:
• Uma mulher submissa tem de seu esposo a PROTEÇÃO E SEGURANÇA;
• Através da submissão a mulher alcança realização pessoal, pois este é seu papel;
• A submissão leva a uma deliciosa HARMONIA NO LAR.
• Quando a mulher é submissa, se torna exemplo para as mais novas e para o mundo.
• A mulher se transforma em verdadeiro exemplo como mãe e esposa aos filhos, lembrando que eles reproduzirão seu comportamento.
2. Respeitar o marido (Ef 5.33b).
A palavra traduzida por “respeitar” neste texto é também traduzida por “temer” (At 10.2,35; 13.16,26; 1 Pe 2.17). A esposa deve mostrar respeito pelo marido como líder na relação, assim como a igreja respeita Jesus como seu líder (Ef 5.24). Sara é um exemplo citado do tipo de respeito que a esposa deve ter pelo marido. Ela não só obedeceu a Abraão, mas também o chamava de “senhor” (1 Pe 3.6; Gn 18.12). “Senhor” indica um coração pronto para responder em obediência e respeito. A implicação deve ser que ela obedecia a Abraão porque o honrava como “senhor”, não no sentido divino, mas no sentido humano daquele que tem a autoridade.
A esposa deve falar do marido de forma respeitosa, principalmente diante dos filhos e de outras pessoas. Não como Abigail, que apesar de livrar a pele de seu esposo Nabal, falou de maneira desrespeitosa acerca dele (1 Sm 25.25).
3. Ser uma auxiliadora para seu marido (Gn 2.18).
Esta é a finalidade pela qual a mulher foi criada (1 Co 11.8-9). Nenhum cônjuge deve servir a si mesmo de maneira egoísta, mas deve servir ao outro. Isto é principalmente verdadeiro para a esposa. Ela deve estar ao lado (não é abaixo nem acima) do marido. Para que isso se torne uma realidade em nossa vida, é necessário que haja uma dose de desprendimento, carinho, renúncia e acima de tudo MUITO AMOR.
A mulher é uma auxiliadora do marido:
a) No sentido afetivo: é a mulher de um só homem, o seu marido e se entrega a ele com amor e inteireza de coração.
b) No sentido social: contribui no sentido de conservar a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade.
c) No sentido profissional: dá ao marido o apoio que lhe falta por parte dos amigos, levando-o a superar as crises de maneira positiva.
d) No sentido espiritual: ora por ele e estimula a sua fé. O auxilio espiritual da mulher cristã pode e deve oferecer ao seu marido, é tal qual um investimento cujo retorno se dará sem demora.
3. Tomar conta da sua casa (Tt 2.4-5; 1 Tm 5.14; Pv 14.1).
Não é uma proibição ao trabalho feminino, mas uma indicação da sua responsabilidade quanto à boa ordem da casa. Se ela trabalha, tem empregada, contrata diarista, mas a responsabilidade de gerenciar sua casa é dela (1 Tm 5.14,15). As esposas devem ser prudentes, sensatas, tendo como prioridade satisfazer as necessidades de sua família (Tt 2.5). A prioridade de uma esposa, portanto, é cuidar do seu lar. Ela mostra seu amor por seu esposo e filhos fazendo do lar um refúgio de paz e descanso para a família, amigos e hóspedes (1 Tm 5.14).
A esposa também tem grande responsabilidade na educação dos filhos (1 Tm 2.15). A palavra grega utilizada (teknogonia) significa não somente gerar filhos, mas também abrange a idéia de educá-los.
5. Conceder ao seu marido o afeto que lhe é devido (1 Co 7.3).
Ambos os cônjuges são obrigados, entre outras coisas, a satisfazer os desejos sexuais do outro. A mulher não deve privar seu marido de seu corpo, porque pertence a ele (1 Co 7.4-5), mas deve agradá-lo (v34). Não cumprir suas obrigações conjugais com seu marido é roubar o que lhe é devido.
6. Ser pura, casta, buscando a beleza interior mais do que a exterior (Tt 2.3-5; 1 Tm 2.9,10; 1 Pe 3.1-6)
O que a Bíblia quer ressaltar é a modéstia e a preocupação maior de ser virtuosa e não a proibição de adornos. Pedro não estava escrevendo que as mulheres não podem se enfeitar, mas que o enfoque da mulher cristã deve estar mais na exaltação do ser interior do que na do exterior. Paulo também manda que a mulher se vista com modéstia e bom senso. A mulher não deve estar tão preocupada com sua aparência externa quanto com suas qualidades interiores.
A mulher cristã deve observar a razão que a leva a vestir-se, enfeitar-se: para se exibir ou atrair a atenção de outras pessoas, ou para agradar ao Senhor e a seu marido. As jóias que ela deve usar sempre: o espírito manso e tranqüilo (1 Pe 3.4); ter um espírito pacífico, que busca a conciliação e a harmonia na família.
Algumas esposas são barulhentas, gostam de tumultos, porém, não há adorno mais bonito do que a discrição (Pv 11.22) e a mulher que age assim honra seu marido (Pv 12.4).
OS DEZ MANDAMENTOS PARA A ESPOSA
I. Amarás o senhor teu Deus de todo o teu coração, e a teu marido somente um pouquinho a menos do que amas a Deus (Dt 6.5);
II. Alegremente te submeterás a teu marido, tua cabeça, como ao Senhor (Ef 5.22);
III. Guardarás tua língua com toda diligência, tendo o cuidado de abençoar teu marido e nunca discutir abertamente detalhes íntimos do relacionamento amoroso (Pv 31.26, 11.16);
IV. Conservarás um coração alegre em tudo que tiveres de fazer durante o dia (Pv 17.22);
V. Afastarás de ti uma natureza ciumenta ou egoísta (Pv 6.34);
VI. Preferirás teu marido a qualquer outro (nunca comparando diminutivamente a outros homens) e sinceramente o admirarás e reverenciarás (Ef 5.33);
VII. Diligentemente manterás o teu lar e a ti mesma atraentes, lembrando que não deves somente ganhar o amor do teu marido, mas também conservá-lo (Pv 31.27);
VIII. Darás valor às tuas virtudes femininas mais do que a própria vida (Pv 12.4);
IX. Inspirarás a teus filhos um amor, respeito e reverência a seu pai (Pv 22.6);
X. Não serás ranzinza (Pv 25.24).

PARA VOCÊ...QUE É MARIDO CRISTÃO!
PARA VOCÊ ESPOSA...PARA VOCÊ...MARIDO! LEIA COM ATENÇÃO:
O Dever dos Maridos
25 Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,
Mas só porque a esposa deve se submeter ao marido não dá ao marido o direito de agir como um pequeno tirano dentro de casa. Se o padrão da mulher no casamento é muito alto, o padrão do homem é ainda maior. Ele deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. Nenhuma mulher vai ter muita dificuldade para se submeter a um homem que ama assim.
1. O tipo de amor
“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja...” - Os maridos devem amar suas esposas como Cristo amou a igreja. Jesus Cristo amou a igreja antes de trazê-la a existência. Ele escolheu e amou os seus, “antes da fundação do mundo” (1.4), porque o amor de Deus é eternamente presente, não tendo passado nem futuro.
Obviamente, nenhum ser humano pecador tem a capacidade de amar com a plenitude divina e perfeição com que Cristo amou. No entanto, o marido que se submete ao Senhor, a ser preenchido com o Seu Espírito (v. 18) é capaz de amar sua esposa com o mesmo tipo de amor que Jesus tem para a Sua própria noiva, a igreja.
Nesta passagem, Paulo menciona quatro qualidades do amor divino que os maridos devem manifestar em relação as suas esposas.
A. O amor Sacrificial
“... e a si mesmo se entregou por ela” – Paulo não ordena o marido a amar sua esposa não por causa dos seus predicados, mas, porque é a vontade de Deus. Um marido deve admirar e ser atraído pela beleza de sua esposa, sua bondade, mansidão, ou qualquer outra qualidade ou virtude. Mas, essas qualidades não são o vínculo do matrimônio.
O apóstolo Pedro diz que se os maridos não amarem assim, Deus nem mesmo vai ouvir as suas orações: “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1Pe 3.7). Por que Deus deveria ouvir a um homem que ainda não sabe como tratar sua esposa corretamente?
Conta-se a história de que a esposa de um dos generais de Ciro, o governante da Pérsia, foi acusada de traição e foi condenada a morte. No início, seu marido não sabia o que estava acontecendo. Mas assim que ele ouviu falar sobre o assunto, ele correu para o palácio e entrou na sala do trono. Ele se jogou no chão diante do rei e gritou: “Oh, meu Senhor Ciro, a minha vida, em vez dela. Deixe-me morrer em seu lugar”.
Ciro, que por todos os relatos históricos era um homem nobre e extremamente sensível, foi tocado por esta oferta. Ele disse: “Um amor como esse não deve ser interrompido pela morte”. Então ele libertou a mulher e a devolveu ao marido.
Enquanto caminhavam alegremente o marido disse à esposa: “Você notou como gentilmente o rei olhava para nós quando ele lhe deu o perdão?”
A mulher respondeu: “Eu não tinha olhos para o rei. Vi apenas o homem que estava disposto a morrer em meu lugar”.[1]
Esse é o quadro pintado pelo Espírito Santo neste grande capítulo de Efésios. O marido deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja, entregando-se por ela. A maioria dos maridos nunca terá a chance de colocar o amor a essa grande prova, mas temos inúmeras formas menores para mostrar nosso amor diariamente.
Se um marido amoroso está disposto a sacrificar sua vida por sua esposa, ele está certamente disposto a fazer sacrifícios menores por ela. Ele coloca seus gostos, desejos, opiniões, preferências de lado, se o que é necessário para agradá-la e atender suas necessidades. Ele morre para si mesmo a fim de viver para sua esposa, porque é esse tipo de amor que Cristo. Essa é a sua submissão.[2]
Uma mulher com razão disse ao marido: “Querido, eu sei que você está disposto a morrer por mim, você me disse muitas vezes. Mas enquanto você está esperando morrer, você poderia apenas preencher o tempo ajudando-me secando os pratos?”
B. Amor Purificador
26 para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, 27 para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito.
Quando o amor de um marido para com a sua esposa é como o amor de Cristo pela Sua Igreja, ele a ajudará a purificar-se de qualquer tipo de contaminação. Ele tentará protegê-la da contaminação do mundo, sua santidade, virtude e pureza em todos os sentidos. [3] Ele nunca a induzirá a fazer o que é errado ou imprudente.
A palavra santificar (hagios, em grego) é traduzida como “santificar”, bem como “tornar santo”. Uma pessoa santa é aquela que é separada totalmente para Deus. Em outras palavras, os maridos devem ter em mente o desenvolvimento espiritual de suas esposas.[4]
Se você ama sua esposa, você fará tudo em seu poder para manter a sua santidade, sua virtude, a sua justiça, e sua pureza a cada dia. Quando um jovem diz que ama uma mulher, mas quer que ela comprometa a sua pureza sexual antes do casamento, o seu amor é a luxúria do mundo, não o amor de Deus, e ele é egoísta, não serve. Esse tipo de amor contamina ao invés de purificar. Um marido que flerta com a secretária ou uma vizinha causa na esposa o sentimento de solidão e rejeição. Ele não só põe em risco sua própria pureza moral, mas também de sua esposa, e pode levá-la a imoralidade.
Na Grécia antiga, a noiva era levada para um rio para tomar banho e cerimonialmente purificada de toda a imundícia de sua vida. O que quer que tenha feito era agora simbolicamente purificado e ela poderia entra no casamento sem qualquer mancha moral ou social do passado.[5]
De uma maneira incomensuravelmente maior Cristo se entregou pela igreja, para que “... para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.25-27). Sua limpeza dos crentes não é cerimonial e simbólica, mas real e completa.
É com essa mesma finalidade e no mesmo amor que os maridos devem cultivar a pureza, a justiça e a santidade de suas esposas.
C. Amor Cuidadoso
28 Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. 29 Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; 30 porque somos membros do seu corpo.
O marido que ama sua esposa como Cristo ama a igreja não vai mais fazer nada para prejudicá-la assim como não faria nada contra a sua própria carne. Seu desejo é nutrir e estimá-la exatamente como ele nutre e preza o seu próprio corpo, porque é assim também Cristo faz com a igreja.
Quando ela precisa de força, ele lhe dá força. Quando ela precisa de encorajamento, ele concede encorajamento. E assim como qualquer outra coisa que ela precisa. Assim como Deus supre “todos as nossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus” (Fp 4.19), o marido amoroso se destina a suprir todas as necessidades de sua esposa. O casamento abençoado é o casamento em que o marido ama a esposa com carinho ilimitado. Algo está muito errado, se ela é vista apenas como cozinheiro, governanta, companheira ocasional e parceira sexual. Ela é um tesouro dado por Deus para ser amada, cuidada, alimentada e acariciado.[6]
D. Um amor inquebrável
31 Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne.
Nesta citação direta de Gênesis 2.24 Paulo enfatiza a permanência, bem como a unidade do casamento. O padrão de Deus para o casamento não se alterou desde a época de Adão até o tempo de Paulo, e ele não mudou até hoje.
O termo “unir” (Proskollaō, em grego) significa, literalmente, ser colado.[7] Maridos e esposas devem deixar seus pais e se unir, ser cimentados, uns aos outros. Eles quebram um conjunto de laços quando estabelecem outro, e o segundo é mais de ligação e permanente que o primeiro.
“Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio...” (Ml 2.16). Deus sempre odiou o divórcio e Ele vai continuar a odiá-lo, porque o divórcio destrói o que Ele ordenou para ser inquebrável. Ele odeia o divórcio em quaisquer condições e por qualquer motivo. Ele vai tolerar, em certos casos, e vai perdoá-lo, como perdoa qualquer outro pecado, mas Ele nunca mudará seu ódio por ele, assim como Ele nunca mudará seu ódio por qualquer outro pecado.
Assim como o corpo de Cristo é indivisível, o projeto ideal de Deus para o casamento é que ele seja indivisível. Como Cristo é um com a sua igreja, os maridos são um com suas esposas. Portanto, quando um marido prejudica sua esposa, ele prejudica a si mesmo. Um marido que viola seu casamento viola a si mesmo. Um marido que destrói seu casamento destrói uma parte de si mesmo (Mt 19.6-9).
2. O Motivo para amar a esposa
32 Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. 33 Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido.
Você pode perguntar: “Por que é importante amar assim? Por que é importante que o casamento tenha como base esses princípios?” Porque é uma imagem da igreja. Esta imagem magnífica era um mistério, que não havia sido revelado. A santidade da igreja está relacionada com a santidade do casamento.
“Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido” (v. 33) – Se aprendêssemos mais de Cristo e no poder do Espírito, os princípios fundamentais do relacionamento conjugal, o divórcio não existiria. Quando os cônjuges cristãos caminham no poder do Espírito, e se submetem a Sua Palavra e controle, e são mutuamente submissos, eles são abençoados, os filhos são abençoados e Deus é glorificado.
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